sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Abrindo a caixa do Last Night on Earth: Timber Peak

Todo fã de zumbis gosta de ter filmes, quadrinhos, livros e outras traquitanas sobre o tema, se você também for adepto aos jogos de tabuleiro não pode deixar de ter na sua coleção uma cópia do Last Night on Earth. Eu corrigi essa falha e comprei o mais novo jogo base da séria, o Timber Peak.

Tudo que vem na caixa do Timer Peak (já sem o insert).

Como todos os jogos da Flying Frog, a qualidade dos componentes é de encher os olhos. Todas as imagens de cartas, personagens e tals são realizadas com produções fotográficas exclusivas e o resultado é um jogo caprichado e que te deixa dentro do tema.

Além disso os componentes são todos acima da média. Cartas com alta espessura e laminação, tiles rígidos e com corte perfeito, miniaturas bem acabadas e detalhadas, tudo para que você tenha certeza que investiu seu rico dinheirinho da melhor forma possível.

Zumbis verdes e marrons que vem na caixa.

Já o jogo, ele tem algumas diferenças sobre o Last Night on Earth - The Zombie Game. As mais notáveis são os pontos de experiência para os heróis e zumbis, os tiles de fogo que vão se alastrando pelo tabuleiro e ítens que vem com marcadores para serem usados diversas vezes.

É isso, se você é fã do tema tem que ter uma cópia do Last Night on Earth na sua coleção, pois ele é com certeza um dos melhores jogos de zumbi do mercado.

Os personagens (3 novos e 3 sobreviventes do LNoE antigo).

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Crianças atentadas e ratinhos guerreiros

Ontem na Gruta do Groo foi dia de estreia, primeiro rolou uma partida do Evil Baby Orphanage, que é um card-game onde os jogadores são babás tomando conta de bebês.

Até aí tudo tranquilo, não fossem os bebês o Idi Amim, Fidel Castro, Hitler, Jack the Ripper entre outros. O objetivo é reunir 10 pontos em bebês antes dos outros orfanatos.

Você reclama dos seus filhos? Você ainda não viu esses bebês.

 Joguinho divertido, mas parece ser daquelas piadas que vai perdendo a graça conforme as partidas vão acontecendo.

Depois disso o "prato principal", começamos a contar a história do Mice and Mystics. Porque contar a história? Por que o jogo é basicamente um RPG de tabuleiro, com direito a evolução dos personagens, histórias acontecendo durante o jogo e cenas dos próximos capítulos.


Ontem jogamos o primeiro cenário onde os personagens são transformados em ratos para tentar fugir do castelo e assim começar a encontrar uma solução para restabelecer a saúde do rei maneiro e para que ele saia das garras da rainha má e poderosa.

A mecânica do Mice and Mystics é bem simples, nas sua rodada você move e realiza uma das ações possíveis e passa para outro jogador. A cada nova sala explorada abrimos uma carta de encontros, que conforme vão se passando as páginas (que é a forma de contagem de rodadas) vão ficando mais sinitros.

O mapa do primeiro cenário.

Se chegarmos ao final da história (ou rodada final) sem cumprirmos o objetivo do cenário todos perdemos. Não foi o caso de ontem, mesmo enfrentando o Gato Caolho, várias baratas, alguns ratos malvados e o Corvo Velho quase todos conseguimos fugir do castelo e encontrar a comunidade de ratos que nos ajudarão daqui para frente.

O jogo é bom, tem uma pegada boa e a turma que jogou ontem ficou empolgada para jogar os outros cenários. A galera que gosta de RPG e jogos de dungeon crawler com certeza tem que colocar o Mice and Mystics na sua lista de jogos.

A turma de ratinhos que vai tentar livrar o castelo do mal.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Resenha : Friday


Existem no mercado muitos jogos com variantes para um jogador, mas ainda é difícil encontrá-los exclusivamente para partidas solo. Pois nesse fim-de-semana tive a oportunidade de jogar o Friday, jogo desenvolvido pelo Friedmann Friese para apenas um jogador.

Nele somos o famoso Sexta-feira tentando ajudar ao Robson Crusoé em sua estada na ilha e na sua preparação para enfrentar os piratas.

 O jogo é um deck-building de regras simples e jogabilidade fácil. No turno você abre duas cartas de encontro, escolhe uma para enfrentar, abre cartas de porrada, se vencer a cartas de encontro é anexada ao seu deck caso contrário perde uns pontos de vida e descarta umas cartas do seu deck.

A mesa do Friday e eu tomando porrada da ilha.

Vai fazendo isso durante 3 níveis de dificuldade para no final enfrentar duas cartas de pirata, vencendo as duas você ganha o jogo. Simples assim? Não, como eu disse as regras são tranquilas, mas ganhar é bem difícil (joguei duas e não cheguei nem ao nível 3).

O grande problema do Friday pra mim é preparar o setup, o que te toma algum tempinho, mas que é o suficiente para você se dar conta de que poderia estar fazendo outra coisa melhor. Mas com certeza jogaria fácil se ele fosse adaptado para tablets e afins.

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

RISK Legacy : 11ª partida

Depois de mais de um mês de intervalo, ontem rolou a 11ª partida da maratona do RISK Legacy. Fui o primeiro a chegar na casa do Léo e ele me apresentou o Mr. Jack Pocket.

Ele é uma adaptação do excelente Mr. Jack só que numa caixinha bem pequena, prática de carregar pra lá e pra cá. Joguinho rápido e o Léo ganhou (de Sherlock) na 5ª rodada (são 8 pro Jack ganhar).

A versão de bolso do Mr. Jack.

Depois o povo chegou e antes de começarmos a jogar. A primeira coisa que fizemos foi deixar a Vivian abrir o envelope que não devia ser aberto nunca. Ela ficou felizona... nós não.

SPOILER (selecione o texto para aparecer) : O que acontece nesse envelope é que cada player ganha uma maldição que é embaralhada junto ao deck de eventos e assim que ela é sorteada faz com que você tenha um turno dos mais ferrados possíveis, só podendo recrutar baseado na quantidade de territórios sem poder usar cartas nem nada.

Eles bem que avisaram!

Depois cada um escolheu sua raça e o jogo começou com o Léo vizinho aos meus mutantes. Como resultado antes de chegar na minha rodada eu já tinha sido eliminado do tabuleiro.

Mas a vida dá voltas e durante a partida o Léo conseguiu ser eliminado mais vezes que eu. Já os meus mutantes tiveram uma recuperação notável e se não fosse a Taly eu teria ganho a partida.

Último compartimento aberto, e os aliens apareceram.

Mas tudo mudou quando a Vivian conseguiu fazer a sua super troca a abrir o último compartimento da caixa. E o que saiu de lá foi suficiente para mudar os rumos da partida.

SPOILER (selecione o texto para aparecer) : Apareceu uma nova raça, os aliens entraram no jogo e como se isso não bastasse, eles entram com um novo território que virou uma ponte entre a Oceania e a América do Sul.

Pra fechar a noite o Alea Iacta Est.

Com mais de 40 novos soldados dispostos a dominar o mundo e com a facilidade de chegar aonde ela queria, foi só questão de rolar dados até a Vivian conquistar sua 3ª vitória.

Para terminar a jogatina rolou uma partida do Alea Iacta Est. Um joguinho de alocação de dados divertido e rapidinho, esse eu ganhei apertado e depois tive que sair correndo para conseguir pegar o metrô.

Depois das onze partidas o placar anda assim :
Cacá e Vivian (3) / Taly e Léo (2) / Rony (1)

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Resenha : Rallyman


No feriado joguei o Rallyman com os amigos e o jogo entrou para lista dos joguinhos de corrida mais legais que eu já joguei, e ainda tem mecânicas bem diferentes das que a gente está acostumado.

Lançado em 2009 no Rallyman o nosso objetivo não é terminar na frente, e sim ter as melhores tomadas de tempo em 3 baterias de corrida.

Os micro-carrinhos e as pistas que podem ser montadas de várias formas.

A mecânica do jogo é a seguinte, existem 5 dados de marcha e 2 de aceleração, cada dado vai andar uma casa apenas, então a parada é calcular certinho a forma com que você quer mover na sua rodada.

Feito isso você pode rolar os dados de duas formas, ou um de cada vez podendo gastar bonus para impedir a quebra dos motores (se sairem nos dados pelo menos 3 você roda na pista) ou então jogar todos de uma vez só, nesse caso para cada dado rolado você ganha uma ficha de 1 segundo como bonus.

Os dados que servem para a movimentação dos carros.

No final da sua rodada você recebe uma carta com a marcha atual (quanto maior a marcha, menos segundos marcados), na próxima rodada você pode começar nessa marcha, cair ou subir uma.

E o jogo se desenvolve dessa forma até o final das três baterias, quem fizer em menor tempo ganha. O Rallyman é um jogo meio obscuro mas que vale a atenção, pois é muito bacana e bem estratégico nas decisões.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Tabuleiro Virtual : Ticket to Ride Europe

Quem me conhece sabe que eu não sou fã da série Ticket to Ride, acho um jogo no máximo legalzinho, mas com a Apple Store liberando semana passada o Ticket to Ride Europe grátis acabei baixando o aplicativo.

Para minha surpresa o jogo no iPad é muito mais divertido e viciante. Não sei se pelo fato de ficarem marcados o ponto de partida e o destino das suas cartas ou se pela praticidade com que o jogo se desenvolve eu curti muito mais jogá-lo de forma digital do que "ao vivo".

Falando um pouco mais sobre o aplicativo, ele é feito para o iPhone, mas mesmo com o zoom do iPad o jogo funciona bem, o tutorial em vídeo é muito bom e explica direitinho as diferenças do Europe para o Ticket to Ride original (basicamente os túneis, as estações e as balsas).

Enfim, ele agora tá saindo pelo preço de 1,99 mas quem conseguiu aproveitar a oferta e pegá-lo de graça com certeza arrumou um aplicativo bem bacaninha pro seu iCoiso.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Feriadão de jogatina

Com um feriadão daqueles rolando por aqui, nada melhor que uns joguinhos para animar. Em casa com a família rolaram partidas de Rummikub e Snow Tails e no sábado uma joga com o povo mais "heavy".

O Exile Sun, é bem bonito, mas não conveceu.

O Flávio fez uma tarde de jogos e sushi. Na mesa começamos com Exile Sun, esse é um jogo de conquista de objetivos e porrada espacial, tem um sistema de combate bem diferente, mas apesar disso ele não empolgou não.

Jogamos eu, Zombie, Flávio e Groo e como o Zombie tinha que sair da mesa optamos por não terminar o jogo (apesar de já estar quase no final).

Os carrinhos do Rallyman (com o Flávio capotado).

Depois o Fel chegou e jogamos o divertido Rallyman. Esse é um jogo que simula um rally por terrenos cheios de curvas, derrapadas e onde os jogadores estrategicamente tentam fazer as baterias nos menores tempos possíveis.

Muito bacana ele tem mecânicas bem diferentes para movimentação e jogabilidade, gostei bastante, depois escrevo mais sobre ele.

Além dos joguinhos, muito sushi preparados pelo Flávio.

Depois dele, só farra, uma partida de Vegas bem divertida e uma de Jungle Speed : Rabbids, ainda deu tempo de conhecer o jogo de futebol Weykick que usa imãs e é todo feito de madeira.