quarta-feira, 26 de março de 2008

Session Report : Mar. 25 - Casa do Camilo AKA "Shamouzão"

Depois de um tempo meio escasso de jogas, o "Shamouzão" voltou a ter jogatinas toda a semana. Isso é bem legal, pois é uma das jogatinas mais divertidas que rolam por aqui, boa parte disso deve-se ao Camilo que é figuraça de marca maior.

Ontem foi dia de bom quorum e um jogador novo, o Ronald, que foi logo apresentado ao Puerto Rico que foi jogamos em 5 (eu, Léo Rossi, Bouzada, Guilherme e Ronald). Acho que não preciso falar muito sobre o jogo, mas como opinião pessoal vale dizer que gosto dele, mas não acho a oitava maravilha do mundo como muitos o acham.


Foto Ilustrativa do Puerto Rico. Minha versão caseira dele.

A partida foi boa, com vitória do Léo, mesmo o Bouzada falando o tempo todo que o Ronald ia ganhar, aliás, isso ia se tornar uma tônica da noite, se o Bouzada dissesse que você estava pra ganhar, um abraço, você ia perder.

Depois o Ronald foi embora e o Arthur chegou, decidimos então jogar o In the Year of the Dragon, no jogo somos tipo prefeitos de uma cidade e temos que protegê-la das intemperies de um ano que é cheio de coisas ruins acontecendo. Basicamente você vai crescendo seus prédios e contratando gente para suprir as necessidades que vão aparecendo, e nisso vai ganhando ponto e aumentando sua população. O jogo é OK, mas depois de ter entendido errado uma parada da regra minha partida foi para o saco, fiquei fazendo figuração até o final. Ganhou o Arthur com diferença de um ponto pro Guilherme, o Bouzada jurava que quem ia ganhar era o Guilherme.


Foto Ilustrativa do In the Year tirada do BGG.

Depois com a chegada do Camilo dividimos o grupo em duas mesas, Arthur e Guilherme foram jogar o Catan Card Game e o resto da galera jogou o Amyitis.


Foto Ilustrativa do Amyitis tirada do BGG.

Nesse jogo somos nobres tentando ajudar o rei Nabucodonosor a construir os Jardins Suspensos da Babilônia, para isso ficarmos cheios de prestígio (e ganharmos o jogo). Na mecânica temos um tabuleiro onde movemos uma caravana que serve para dar uma melhorada no nosso jogo ou construírmos uma parte dos jardins, e no outro tabuleiro temos o jardim propriamente dito e 3 templos que servem para nos dar pontos, produtos ou dinheiro/camelo. Um jogo bom, a partida foi bem disputada e o Camilo ganhou com uma disparada na última rodada, maldito Bouzada que micou minha vitória dizendo que eu ia ganhar. hehehehehehhehe.

quarta-feira, 5 de março de 2008

Session Report : Mar. 04 - Casa do Alexandre

Ontem finalmente tive a aportunidade de ir jogar na casa do amigo Alexandre, e resolvi fazer o post pelos joguinhos que foram para mesa.


Imagem do tabuleiro nacional, não levei máquina... =P

Abrimos a noite eu, Alexandre, João e Isaías jogando a versão tupiniquim do Crokinole. O tabuleiro é bem honesto, feito em MDF e com as marcações bem feitas, mas nem tudo são flores, existem algumas falhas no verniz, os "pitocos" são em madeira e a pior das falhas, os discos são basicamente cabo de vassoura cortado, isso é ruim pois o centro do tabuleiro (o dos 20 pontos), até tem o diâmetro certo, mas como os discos são muito menores entram mais fácil. Mas pelo custo/benefício dessa versão, vale muito o investimento.

Bem, pra quem não conhece, Crokinole é um jogo de estratégia, jogado em dupla onde o objetivo é fazer a maior quantidade de pontos e impedindo dos adversários de fazerem os deles. A mecânica é simples e viciante, você tem que "petelecar" os discos tentando acertar o miolo (que já garante 20 pontos), caso tenha algum disco adversário no tabuleiro você tem que obrigatoriamente bater em algum dele. Depois que todos os discos forem lançados (são 12 no total para cada time) contam-se os pontos. Simples assim.

Depois com a chegada do Cadu e de mais um amigo do Alexandre (eu esqueci o nome dele) decidimos jogar uma partida do Age of Mythology.



Foi a segunda vez que eu joguei ele, na primeira achei o jogo bem chato, mas tenho que dar a mão a palmatória, a partida de ontem foi ótima e me fez rever minha avaliação sobre o jogo. Ele é um jogão, em todos os sentidos.

Muitas peças, muitas regras, muitos dados. Como era uma partida de 6, joga-se em duplas, cada dupla pega uma das três civilizações (gregos, egípcios e nórdicos) e tem que evoluir com ela durante as eras, somando pontos de vitória.

O jogo é bem amarradinho, nós temos um deck de ações fixa e umas ações randômicas, a cada turno realizamos 3 ações (dentre as cartas que escolhemos, um mínimo de 4 e um máximo de 7), nessas ações temos como desenvolver nossas plantações (pra gerar recursos), construir prédios (que dão benefícios e contam no final pra VP's), recrutar tropas (temos uma variedade enorme de exércitos, cada um com características próprias) e dar porrada.


Foto tirada do BGG.

É aí que o jogo precisa de ajustes, são muitos dados e apesar de as vezes rolarem 11 dados contra 3 vai muito da sorte mesmo, pois só valem os "6" que sairem. Eu acho que pode-se repensar nisso, mas não é nada que estrague o jogo.

No final tivemos uma decisão apertada e os egípcios, adotando a tática "castelinho de areia", acabaram ganhando por terem o maior número de exércitos.

Enfim, apesar de jogarmos só dois jogos a noite foi bem agradável, e agora que eu sei chegar aparecerei mais vezes.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Resenha : Mr. Jack



A velha Londres está em pânico, um assassino em série está deixando as autoridades em polvorosa, e ninguém tem idéia de sob que cara Jack, o estripador se esconde.

Com esse premissa temos um excelente jogo de dedução e estratégia, o Mr. Jack. Idealizado por dois autores bacanas Bruno Cathala (Shadows Over Camelot) e Ludovic Maublanc (Ca$h 'n Gun$), eles trabalham juntos mais uma vez nesse jogo (a primeiro jogo dos dois é o Cleópatra).

O Mr.Jack é um jogo para dois, onde um encarna o próprio Jack e o outro os inspetores da polícia que tentam encontrá-lo, mas acontece que um dos inspetores é na realidade Jack disfarçado.


Setup inicial da partida, com todos os personagens
dispostos
de uma maneira pré-definida e equilibrada.


A mecânica do jogo é bem interessante, existem 8 personagens, cada um tem um poder especial e uma quantidade de movimento, no início do jogo embaralha-se as 8 cartas de "inocência" e as 8 cartas de personagens. Jack pega uma carta de "inocente", e é sob esse personagem que ele está disfarçado e tem que fugir da polícia ou do tabuleiro.

A movimentação é bem bacana, a cada round são abertas 4 cartas de personagens, e nos rounds ímpares o Inspetor anda com um personagem, Jack anda com dois e o Inspetor novamente anda com o último (nos rounds pares a ordem é inversa). Após os personagens andarem o Inspetor pergunta à Jack se ele está sendo observado pelo jogo. Isso acontece quando Jack está adjacente a algum outro personagem ou está sob a luz dos candêeiros (que vão sendo apagados sistematicamente até o quarta rodada).


Nesse caso os personagens estão iluminados pelo candêeiro,
como Jack não é nenhum dos dois, eles são inocentados.


O jogador então fala se Jack está visível ou não, então os jogadores que estivem de uma forma diferente a anunciada são logo inocentados (e seus peões são virados de forma que as carinhas fiquem brancas).

Quando o Inspetor tiver certeza de quem é Jack, leva qualquer um dos peõs até a mesma casa dele e o acusa. Se a acusação for verdadeira o Inspetor ganha, caso não seja, Jack ganha. Ele também ganha se até a oitava rodada não for descoberto, ou então se conseguir fugir do tabuleiro.

O jogo é bem estratégico, e os poderes dos personagens dão uma movimentação bem interessante a eles, além disso o fato de em toda rodada Jack ter que se "apresentar" faz com que o jogador que está com ele pense bem em como vai mexer e não somente em fugir.

É uma ótima opção para duas pessoas, com arte caprichada e regras simples agrada principalmente a galera que gostava dos clássicos como Interpol, Scotland Yard e Detetive.

domingo, 27 de janeiro de 2008

Castelo das Peças... Veio pra ficar



Esse último sábado (dia 26) rolou o primeiro Castelo das Peças de 2008, e logo de cara deu pra perceber que esse é um evento que veio pra ficar no calendário mensal dos jogadores no Rio de Janeiro.

Casa cheia, muitos jogos, gente bacana e num lugar de fácil acesso e boa infra-estrutura (já que conta com comida e ar-condicionado, afinal é um Bob's).

Cheguei lá já eram quase 19:00h, e tinham umas 30 pessoas jogando os mais variados títulos (que iam desde o Catan de 96 até o Utopia de 2007). Coloquei meus jogos nas mesas de escolha e fui procurar alguma coisa para jogar.


As mesas com jogos clássicos e novidades para todos os gostos.

Logo para começar joguei uma partida com 4 pessoas de Wings of War: Dawn of World War II, jogo rápido, divertido e fácil de explicar, a galera que jogou comigo pareceu se divertir muito e gostar do jogo.

Partida terminada fui apresentar o Loot para outra galera, jogamos em 5, então foi no esquema "cada-um-por-si", outro jogo rápido, divertido e fácil de explicar, já comentei sobre ele, mas reforço que é um bom filler.


Visão geral da galera jogando.

Aí comecei a jogar umas paradas mais "sérias" e parti para um Factory Fun, que é o meu jogo preferido atualmente, a cada partida eu gosto mais dele, jogamos em 4 e mais uma vez foi bem disputado (entre os dois primeiros), e cada vez mais eu pego a manha do jogo, ganhei a partida com uma fábrica de 80 pontos.

Depois parti para outro jogo que apesar de estar gostando muito, eu não jogo nada, o Space Dealer, jogamos em 4 e apesar de ter ficado em último (isso se não contarmos o abandono de um jogador, mas que em nada influencia no resultado) eu vejo que estou começando a pegar a manha dele. Ainda está bem na minha cotação.


Setup inicial do Space Dealer para 4 jogadores.

Terminado Space Dealer caí dentro de um jogo de "porrada" que eu gosto muito, Nexus Ops, é o tipo de jogo que você TEM que apresentar para aquele seu amigo que só conhece o WAR e acha foda. No Nexus, você tem uma série de tipos de unidades, cada um com seu poder especial, ganha o jogo quem fizer 12 pontos primeiro, você ganha pontos cumprindo missões.

Ele é bem simples, mas é o tipo de jogo que não dá pra ficar fazendo "castelinho-de-areia", tem que cair matando senão não pontua. A nossa partida foi boa, mesmo com 2 estreantes no jogo (e sim, isso faz diferença). Ganhei a minha segunda partida na noite.


Partida em andamento e detalhe das minhas unidades.

Dalí resolvemos estrear o meu Lost: The Boardgame, fizemos uma mesa com 5 jogadores e começamos a jogar. Bem, eu comprei esse jogo por duas razões: a primeira, eu sou fã da série e a segunda, estava barato. Mas se não houverem mudanças RADICAIS na regra, ele nunca mais vê mesa. O jogo é ruim, desbalanceado e confuso. Uma decepção.


Apesar da arte ser caprichada, o jogo é bem ruim.

Para terminar a noite tive que jogar alguma coisa leve e divertida, partimos para um Saboteur, éramos 7 na mesa e foi uma das partidas mais loucas que eu já joguei dele. Nesse jogo somos anões que tem que montar a caverna para chegar a pepita de ouro, só que no meio dos anões trabalhadores temos uns sabotadores, que utilizam de artimanhas para impedir que os bonzinhos cheguem ao seu destino.

Isso funciona bem na teoria, o que o jogo não prevê são os anões randômicos, que não sabem se são bons ou ruins e jogam "a moda caralho", dando um toque de caos à mais. Enfim, rende muita risada, eu acho que esse é um dos grandes jogos para grandes grupos (cabem até 13 "anões").


Anões tentando chegar no ouro, isso se os
sabotadores deixarem.


Aí nisso já eram quase 4 da manhã o sono já estava me vencendo, e apesar de ainda querer jogar várias paradas (tirando o Lost eu já tinha jogado todos os outros) vou ter que deixar para uma próxima oportunidade, afinal Castelo das Peças tem todo mês.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Session Report : Jan. 17 - Calabouço das Peças

Ontem depois de uma longa ausência dei as caras no Calabouço, e apesar do bom quorum (tinham 8 cabeças) ficou abaixo do que costumava ser. Acho que o pessoal ainda tá de ressaca das festas de final de ano.

Vamos aos jogos, quando cheguei já tinha uma mesa terminando de jogar Contátos Cósmicos, o antigão da GROW mesmo, ele ainda vê mesa por essas bandas.

Enquanto decidíamos o que jogar depois de separar as mesas, escolhemos um filler para todos, e estreamos o LOOT.



Nesse jogo somos piratas tentando juntar mais dinheiro atacando navios mercantes, depois de uma lida relânpago nas regras tivemos uma primeira partida "cada-um-por-sí", e foi divertida, acabei ganhando com uma contagem relativamente baixa, 10 pontos, levando-se em consideração que tem navios de até 8 pontos.


Ataque padrão a um barco mercante. Foto BGG.

Para a segunda partida optamos pela regra de duplas, o jogo fica mais interessante, pois pode-se atacar em conjunto e também planeja-se melhor as jogadas. Vitória da dupla Americano/André com 25 pontos.

Para não fazer uma resenha para ele, o jogo é bacana, meio caótico, mas achei uma boa opção para mesas grandes (ele comporta até 8 jogadores), e é rápido e fácil de explicar, mais um ponto para o Sr. Knizia.

Acabando as duas partidas resolvemos dividir as mesas, uma galera foi jogar o Leonardo DaVinci e eu, Guilherme, Americano e Carlos fomos jogar o Factory Fun.

Após a explicação, pois só eu já havia jogado, começamos uma partida bem interessante, como era praticamente uma learning-session tivemos mais paradas do que o habitual, mas nada que prejudicasse o jogo. A maioria das fábricas conseguiu fazer uma boa pontuação e juntar bastante máquinas. No final eu ganhei com 66 pontos, o Guliherme em segundo seguido do Carlos e do Americano (que apesar de ter montado uma boa fábrica não juntou muitas máquinas diretamente, o que daria uma boa pontuação no fim).

Depois disso eu, Guilherme e o Americano fomos jogar o Space Dealer, jogo que eu estava super curioso para aprender (já está na minha wish-list a algum tempo).



As regras são detalhadas e precisam ser aprendidas sem dúvidas antes de começar o jogo, pois depois de iniciado não dá para ficar parando para perguntar. O jogo dura EXATAMENTE meia-hora, e as suas ações são marcadas com ampulhetas de um minuto.

O objetivo do jogo é cumprir missões nos planetas, existem 4 tipos de "materiais" que servem para cumprir essas missões, você carrega esses materiais em uma nave que vai passeando de planeta em planeta.

O jogo é muito dinâmico, e as ações são simultâneas, gerando um certo corre-corre, mas ele é muito bom, tive uma atuação ridícula, pois além de ser a primeira vez eu estava com uma dor de cabeça bisonha e enjoado (maldito salgadinho podrão que eu comi antes de ir pra lá). Mas mesmo isso não diminuiu meu entusiasmo com o jogo. No final o Guilherme ganhou com 2 pontos de vantagem para o Americano (27 a 25) eu fiz 15 pontos.

Quando acabou a partida fui pra casa, por causa dos motivos acima, a galera da mesa do Leonardo estava terminando e eles estavam montando um Super Master (é isso mesmo!!) para a próxima mesa.

domingo, 13 de janeiro de 2008

Resenha : Factory Fun



Finalmente comecei a estrear os jogos que eu ganhei de natal, e o primeiro não poderia ter sido melhor. O Factory Fun é um jogo extremamente divertido e que funciona bem como filler, mesmo não sendo.

Tive a oportunidade de jogá-lo 6 vezes durante o fim-de-semana (1x com 4, 2x com 3 e 3x com 2), e o jogo funciona bem com todas as combinações de jogadores.

No jogo estamos montando a nossa fábrica, para isso precisamos comprar máquinas e fazer com que elas funcionem de forma adequada para que possamos no final ter mais pontos que nossos adversários.

O setup inicial nos dá um galpão para montarmos nossa fábrica, uma série de reservatórios de saída e de entrada e com isso temos que nos virar durante o jogo.

São selecionados (dentre as 48 possíveis) 10 máquinas por jogador, de forma aleatória e sem que vejamos quais são as máquinas. Em cada rodada abrimos uma máquina e cada jogador seleciona uma para colocar na sua fábrica.

Como é a seleção? Você olha e pega, não tem ordem, pegou a máquina ela é sua. Aí que começa a ficar interessante, pois à partir do momento em que você pega uma máquina ela TEM que entrar na sua fábrica, sob pena do jogador perder 5 pontos.


No final da partida com 4 o César terminou em primeiro,
com o Flávio em segundo, Eu em terceiro e o Warny em quarto.


Para conseguir colocar a máquina na fábrica você pode encaixar tubos e conexões, remanejar os reservatórios e até mesmo mexer nas máquinas que já estão instaladas (mas apenas até duas por rodada), mas é claro que você paga para isso. O que faz com que você não saia pegando as máquinas de forma desordenada, tem que pensar.

E você pode maximizar seus pontos, colocando máquinas ligadas umas às outras (existem valores nas saídas, de 1 a 3, você só pode colocar uma máquina conectada a outra de forma decrescente), isso faz com que no final das 10 rodadas o valor de saída da máquina conectada seja multiplicado por 5.

O jogo é muito bacana e rápido (mesmo com o downtime que acontece não tive nenhuma partida com mais de 40 minutos), tem interação entre os jogadores (tanto na hora de comprar as máquinas, quanto na hora de colocá-las na fábrica) e uma rejogabilidade alta, pois as configurações de cada fábrica muda muito de um jogo para o outro. Fazendo dele uma excelente opção para entrar entre jogos mais pesados.

EXPO JOGOS



Esse sábado fui dar uma conferida na Expo Jogos, que está acontecendo aqui no Rio. Fui por dois motivos, o primeiro por que sempre é hora de juntar os amigos para jogar alguma coisa, o segundo, coincidiu eu estar na barra.

Bem, logo ao entrar você vê que o espaço é pequeno, mas que tá bom, pois o lugar devia ter no máximo umas 30 pessoas (contando os expositores). Você percebe que a atenção principal do evento vai para os jogos de video-game. Algumas exposições são bem bacanas, como as do Wii e do Guitar Hero (jogo do Playstation 2).

Mas e os jogos de tabuleiro? Bem, esses são representados pela GROW (que expõe o básico da sua linha), um estande de jogos artesanais (que tinha uma versão do Crokinole que foi devidamente testada... hehehhehe), um estande de Xadrez e o estande do Castelo das Peças (o único a apresentar os jogos modernos).


Cuba já na contagem final de pontos.

Lá tive a oportunidade de ver o Cuba (mas quando cheguei o jogo já estava acabando), joguei o Wings of War (vedete do momento no BG-BR cujo o coro eu reforço de que o jogo é muito divertido e rápido), e pude estrear o meu Factory Fun (resenha e impressões acima).

Ficou a impressão de que um evento assim no Rio deveria ser feito de outra forma, pois mesmo tendo como "target" a galera do video-game (que acredito ser maior que a dos jogos de tabuleiro), não está dando ibope nenhum. Uma pena.