sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Última do ano



O post de hoje é só para agradecer a todas as visitas que o blog teve esse ano, o reflexo disso foram as quantidades de posts com matérias, promoções, resenhas e tudo de mais legal que aconteceu em 2011 no nosso mundo dos jogos de tabuleiro.

Nos primeiros posts de 2012 vai rolar uma retrospectiva e obviamente o que rolou de mais legal nas jogatinas de final de ano com os amigos e com a mulecada (tem muito joguinho novo para sessão das crianças).

Mais uma vez meu muito obrigado de coração a vocês, que em 2012 todos tenhamos muitos pontos de ação para usarmos da melhor forma, e se a vida vier com um evento ruim que tenhamos sempre uma carta pokemon debaixo da manga.

Abraços a todos e até 2012!

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Dia de expansão no Shamouzão

Ressaca natalina, nada melhor que uma partidinha para fazer o sangue correr de novo, e para comemorar abrimos a Banners of War expansão do ótimo Runewars.

Na mesa eu, Camilo, Márcio e Rodrigo (um amigo novo em jogatinas). Regras explicadas ao novato vamos as inclusões que a expansão trouxe.


O tabuleiro com bastante tropas prontas pra porrada.

Novas criaturas, upgrades para criaturas e stronghold, heróis comantantes, novas cartas, novas cidades, um terreno novo irado, enfim, muita coisa nova.

Usamos todas as expansões possíveis, só que uma acabou fazendo com que o jogo demorasse muito. Nela quando um jogador consegue as runas para ganhar a partida, ele anuncia, e tem um ano para mantê-las. Isso evita o bote final, mas acaba fazendo com que o jogo demore bem mais.


Joguei pela primeira vez de Uthuk, nem foi tão feio.

Das outras novidades as mais bacanas são as criaturas novas, as cartas de upgrade (embora tenhamos usado poucas), as cartinhas novas são bacanas também e a Lost City que aparece depois de uma quest e vem com uma runa nela.

Uma que acabou sendo mais fraca que o esperado foi o comandante, que é nada mais é que um herói de não participa das quest, mas vai junto com as tropas na hora da porrada e tem um poder especial acoplado nele. Não emplacou.


Panorama da mesa e as milhares de peças do Runewars.

Na nossa partida muita porrada, mas muita cautela para não perdermos runas já conquistadas. Com duas cidades no tabuleiro com runas nelas, as disputas eram bem feias por lá.

Quando já eram duas da manhã e víamos que a coisa ia se encaminhando para mais duas horas de partida resolvemos voltar a regra normal das runas (achou as 7, ganhou), e em menos de duas rodadas o Camilo deu um bote e levou a partida, comigo e o Márcio empatados com 4 runas e o Rodrigo em último com 2.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

De volta ao Spaghetti

Depois de algum tempo sem aparecer aos eventos de quinta no Spoleto ontem me redimi com a galera e dei as caras por lá, pelo menos para rever a turma.

Eu tinha prometido ao Leandro que faria um play-teste do jogo que ele está desenvolvendo, então fui cumprir minha promessa e sentar para uma partida do Rock'n'Roll Manager (nome ainda provisório).


Tabuleiro central com as várias ações possíveis.

No jogo somos uma banda tentando alcançar o estrelato, mas nada é muito fácil, principalmente com a concorrência forte de outras bandas.

As mecânicas dele são algumas bem conhecidas, mas estão bem amarradinhas e funcionam de forma flúida e com a temática encaixando perfeitamente.

A partida durou cerca de duas horas e o Franklin "Ferdinand" foi a banda sensação enquanto o Peter "Frampton" ficou em segundo e Cacá "e seus Blue Caps" com Leandro "& Leonardo" ficaram em último.


A área de cada banda onde melhoramos as nossas performances.

Ficou a sensação de que o jogo está com 80 e 90% pronto e já está na hora de começar a pensar graficamente no brinquedo. Podem ter certeza que falaremos do lançamento dele não vai demorar muito.

Para fechar a noite uma partidinha do The Speichersdadt, um dos poucos jogos do Stafan Feld que eu ainda não tinha jogado, e como era de se esperar gostei.

Esse é bem leve, rápido, pode ser jogado em no máximo uma hora, uma boa pedida para os momentos de pouco tempo.


O divertido de rapidinho The Speichersdadt.

Na nossa partida o Leandro ganhou com o George em segundo, Peter em terceiro e eu mais uma vez em quarto lugar.

Aos amigos um NATAL MARAVILHOSO cheio de "jogadas extras", "victory points" e cercados de muitos "meeples".

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Resenha : Piro



Como prometido ontem, hoje vamos a resenha do terceiro jogo da série dos Elementos lançados pela Hidra Games. Criado por Marcos Macri e focando no elemento fogo, falamos do Piro.

Ao contrário dos dois primeiros que tem regras mais simples, no Piro temos elaborações que deixam o jogo mais desafiador e bem diferente dos outros elementos.


O tabuleiro e as pecinhas iradas do Piro.

O jogo é passado em 5 turnos onde temos um tabuleiro com uma bola de fogo ao centro que é de onde as peças começam sua trilha incendiária.

No início de cada turno os jogadores sorteiam 6 pedras, uma é separada para o último turno enquanto as outras 5 são usadas naquele turno.

As pedras são divididas em três cores, onde cada uma tem um poder especial que pode ou não ser utilizado, na sua rodada você escolhe uma das suas pedras, manda para o centro do tabuleiro e depois move com ela.


Eu jogando com o Tito no último Castelo das Peças.

O objetivo do jogo é juntar 3 pedras iguais ou 3 diferentes nos espaços do tabuleiro para assim pontuar. O jogo termina de duas formas, ou no fim do quinto turno, ou quando o primeiro jogador chegar a 25 pontos.

O jogo tem uma rejogabilidade alta, peças caprichadas e a arte (mais uma vez a cargo do amigo Marcelo Bisoli) linda. A Hidra acertou mesmo a mão nessa série, agora é esperar o grande desfecho aquático (já sabemos que o autor é um velho conhecido da galera).

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Natal das Peças... até eu ganhei presente!!!


Castelo + Torre = Casa sempre cheia!

Sábado foi dia de fechar com chave de ouro os eventos aqui no Rio, e para tanto a Torre e o Castelo se uniram no Natal das Peças.

Além da já habitual casa cheia (mais de 80 pessoas), tivemos presenças especiais. O Gustavo Nascimento da Hidra Game trouxe o Piro para apresentar, e os já conhecidos AERO e YN.


Gustavo Nascimento ensinando o AERO para galera.

Depois vou fazer uma resenha detalhada sobre o jogo, mas vale dizer que o Piro é um jogão, o Macri caprichou na mecânica, o Marcelo na arte e a Hidra na produção.

Outra surpresa bacana foi o presente que a Lucy da Ludus Luderia mandou para os amigos cariocas. Três garrafinhas da maravilhosa Duff Beer e um Container para ser sorteado no evento.


Eu e o Shamou aproveitando o presentinho da Lucy.

Nem preciso dizer o quanto a galera ficou feliz pelos presentes e principalmente pelo carinho da Lucy com os amigos aqui do Rio. Faremos mais visitas à Ludus em 2012 em agradecimento (hmmmm, Duff com balde de batata-frita).

E pelas mesas, muito jogo bacana. Tivemos alguns play-testes, mesas com o Stone Age, Gears of War, Catan, Puerto Rico, Bang! entre outros.


O novo jogão da Hidra, o Piro.

Essa vez fiquei mais no social do que jogando, então além de conhecer o Piro só deu para uma partidinha do Elasund com os amigos Nuno e Caldas.

Agora evento grande só em 2012, mas ainda temos duas semanas de Spaghetti das Peças para aproveitar, então programem suas próximas quintas-feira para muita jogatina.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Rapidinhas de sexta

— A Days of Wonder anunciou que já está disponível em inglês o segundo volume do Campaign Book do Memoir '44. São 11 campanhas novas que focam nos combates do Pacífico.



— Outra que anuncia novidades é a Ravensburger que agora vai comercializar seus jogos diretamente nos EUA. Os primeiros lançamentos a chegar às lojas serão Asara, The Castle of Burgundy e Sealand.

— Quer uma expansãozinha do Agricola print-and-play? Então aproveite a Agricola Ereigniskarten. São 4 cartas que foram dadas em 4 eventos diferentes lá fora, uma delas é sorteada no início do jogo deixando uma condição nova na partida.



— Para terminar, esse sábado no Rio de Janeiro tem o Natal das Peças, um evento que une a Torre e o Castelo numa grande celebração de final de ano. Como sempre sorteio de brindes e muita jogatina até de noite.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Resenha : Last Will



Imagina que seu tio milionário está preparando sua herança e vai deixar todos os seus milhões para o sobrinho que melhor souber aproveitar a grana? Para isso ele dá uma quantia para cada um e quem torrar ela toda primeiro, herda o resto. Com essa curiosa premissa temos um jogo bastante interessante, o Last Will.

Criado por Vladimír Suchý (mesmo do Shipyard) o jogo é um misto de card-game com work-placement que funciona de forma flúida e rende um bom divertimento.

Como já foi dito, cada jogador começa com uma quantidade de grana, e durante o jogo tem que acabar com ela, sendo que o primeiro a zerar dispara o final do jogo (que também pode terminar no final de 7 rodadas).


Tabuleiro central e dos jogadores no Last Will. Foto BGG.

Na sua rodada você planeja as suas ações comprando cartas, indo ao tabuleiro para resolver algumas situações e decidir quantos pontos de ação gastar no round.

Todas os gastos são baseados nas cartas, temos mansões a serem compradas (e desvalorizadas, afinal você não quer ganhar dinheiro com elas), festas a serem dadas, teatros a serem vistos, viagens em boas companhias. Enfim, uma série de bons motivos para se gastar dinheiro.


O coração do jogo, as cartinhas. Foto BGG.

Mas os jogadores tem que ficar de olho na proximidade do fim do jogo, pois uma vez que uma das condições seja alcançada você terá que vender seus bens e isso pode te dar uma pernada na hora de declarar sua falência.

Last Will é um daqueles típicos jogos inteligentes e muito divertido, que garantem boa rejogabilidade e o melhor, te dão vontade de jogar novamente.