quinta-feira, 12 de julho de 2012
Abrindo as caixas : Deterrence e Viajantes
Essa semana recebi dos amigos da Ceilikan os jogos Deterrence e Viajantes para fazer resenha. Vou dar uma pincelada sobre cada um deles e as minhas primeiras impressões, e até o final do mês também teremos resenhas detalhadas dos dois.
O Deterrence é um jogo para duas pessoas, criado pelo Paulo Santoro e com arte do Marcelo Bissoli ele é o terceiro jogo das caixas grandes da Ceilikan (precedido pelo Samurai e o Boolean).
Os componentes estão bacanas, com pecinhas de mdf e resina, um tabuleiro central rígido (separado em dois módulos) e os tabuleiros individuais num papel menos espesso mas com boa laminação.
Já o Viajantes é do amigo Marcos Macri e com arte cartunesca do Diego Sanchez. Esse tem a caixa menor (padrão Ouro de Tolo e Pássaros) onde temos todas as cartas necessárias para o jogo.
O Viajantes joga-se de 3 a 6 jogadores e a qualidade das cartas está bem boa, com laminação brilho e no formato padrão euro dando para colocar sleeves sem maiores problemas.
A primeira impressão foi bem boa, agora é ler as regras dos jogos e soltar as considerações finais sobre esses novos lançamentos dos amigos da Ceilikan Jogos.
quarta-feira, 11 de julho de 2012
Resenha : Card Goblins
Imagine-se comandando vários goblins amalucados correndo atrás de tralhas para ficar se exibindo frente aos outros goblins, então, Card-Goblins é bem isso.
Criado por Tiago Junges e realizado via financiamento coletivo, o Card-Goblins é um card-game onde cada jogador tem como objetivo recolher três tralhas para ganhar o jogo. Para isso você conta com goblins malucos, criaturas e ações.
Os goblins e seus poderes doidos.
A mecânica do jogo é super simples. Na sua ação você pode baixar um goblin, fazer uma invocação, sacrificar goblin para pegar tralha (se você ainda não tiver nenhuma) ou sair atacando os goblins adversários atrás de outras tralhas.
As partidas podem durar acima de uma hora, o que pra mim é um defeito para esse tipo de jogo, mas dá para reduzir se a mesa diminuir as condições de final de jogo.
As tão perseguidas tralhas do jogo.
A arte das cartas ficou muito caprichada e os poderes de determinados goblins são hilários. Com uma pegada bem semelhante ao Munchkin, vai agradar em cheio aos fãs de card-games farra.
sexta-feira, 6 de julho de 2012
Spaghetti com aliens, clãs e goblins
Ontem foi dia de voltar ao Spaghetti depois de um tempão de ausência, é sempre legal passar por lá e rever os amigos e claro, jogar alguma coisa.
Nessa visita consegui jogar três jogos pela primeira vez, o primeiro deles um que já estava na minha mira há tempos, o Alien Frontiers.
Ele é um jogo de alocação de dados muito bacana com temática espacial e regras simples, semana que vem ele vai merecer uma resenha detalhada, mas vale dizer que eu curti muito o jogo.
Na nossa partida depois do Claudio e do Eduardo darem bobeira e deixarem escapar a vitória o Armando fechou a partida com o Eduardo em segundo, eu em terceiro e o Claudio em último.
Depois partimos para uma partida com três jogadores do Glen More.
O Armando estava lembrando as regras de cabeça, porque o jogo que tem lá no Spoleto é em alemão, por isso há a possibilidade de termos jogado alguma coisa errada. Mas o jogo é basicamente um tile placement com uma regra interessante de ativação das ações.
A partida foi bem rápida e no final o Armando ganhou outra, comigo em segundo e o Eduardo em terceiro.
Para fechar a noite um Card Goblins, que é um card-game muito parecido com a idéia do Munchkin, mas com uma pegada mais engraçadinha ainda.
Esse é outro que vai merecer uma resenha mais detalhada, mas a mim incomodou a duração do jogo. Na minha opinião, jogos farra tem que ser rápidos, ou começam a perder a graça.
A nossa partida deve ter durado mais de uma hora e nós diminuímos o jogo para dois pontos de vitória (ao invés dos três da regra) para adiantar a parada.
Mais uma vitória do Armando que dominou as mesas dessa quinta.
Nessa visita consegui jogar três jogos pela primeira vez, o primeiro deles um que já estava na minha mira há tempos, o Alien Frontiers.
O tabuleiro do Alien Frontiers e suas áreas.
Ele é um jogo de alocação de dados muito bacana com temática espacial e regras simples, semana que vem ele vai merecer uma resenha detalhada, mas vale dizer que eu curti muito o jogo.
Na nossa partida depois do Claudio e do Eduardo darem bobeira e deixarem escapar a vitória o Armando fechou a partida com o Eduardo em segundo, eu em terceiro e o Claudio em último.
Depois partimos para uma partida com três jogadores do Glen More.
Os clãs do Glen More crescendo seus domínios.
O Armando estava lembrando as regras de cabeça, porque o jogo que tem lá no Spoleto é em alemão, por isso há a possibilidade de termos jogado alguma coisa errada. Mas o jogo é basicamente um tile placement com uma regra interessante de ativação das ações.
A partida foi bem rápida e no final o Armando ganhou outra, comigo em segundo e o Eduardo em terceiro.
Para fechar a noite um Card Goblins, que é um card-game muito parecido com a idéia do Munchkin, mas com uma pegada mais engraçadinha ainda.
As cartinhas do Card Goblins e sua arte muito caprichada.
Esse é outro que vai merecer uma resenha mais detalhada, mas a mim incomodou a duração do jogo. Na minha opinião, jogos farra tem que ser rápidos, ou começam a perder a graça.
A nossa partida deve ter durado mais de uma hora e nós diminuímos o jogo para dois pontos de vitória (ao invés dos três da regra) para adiantar a parada.
Mais uma vitória do Armando que dominou as mesas dessa quinta.
quinta-feira, 5 de julho de 2012
Notinhas da semana
— A Days of Wonder disponibilizou as regras da nova expansão Equipament Pack para o Memoir '44. Muita coisa incluída na caixinha.
— Saiu essa semana a 17ª edição da Ludo Brasil Magazine, nesse número além do já habitual jogo print-and-play temos a apresentação formal do pessoal da Real Dream Games.
— Falando da RDG, eles abriram a pré-venda dos seus primeiros 5 jogos. Os preços estão bem competitivos. Ainda esse mês falo mais sobre os jogos.
— Acontece esse mês a World RPG Fest, cada vez mais com presença do povo dos boardgames, dessa vez a Galápagos estará levando o autor Eric M. Lang (do Chaos in the Old World) para palestra. Galera de Curitiba não pode perder!
— Além disso a Galápagos ainda vai apresentar o Summoner Wars e abrir pré-venda do seu novo título importado. Qual será? Ainda não sabemos, mas diremos logo, logo.
— Quem também estará no evento é o pessoal da Coisinha Verde, e para todos os participantes, cartas exclusivas para o Card Goblins.
— Saiu essa semana a 17ª edição da Ludo Brasil Magazine, nesse número além do já habitual jogo print-and-play temos a apresentação formal do pessoal da Real Dream Games.
— Falando da RDG, eles abriram a pré-venda dos seus primeiros 5 jogos. Os preços estão bem competitivos. Ainda esse mês falo mais sobre os jogos.
— Acontece esse mês a World RPG Fest, cada vez mais com presença do povo dos boardgames, dessa vez a Galápagos estará levando o autor Eric M. Lang (do Chaos in the Old World) para palestra. Galera de Curitiba não pode perder!
O autor Eric M. Lang perto do seu Quarriors.
— Além disso a Galápagos ainda vai apresentar o Summoner Wars e abrir pré-venda do seu novo título importado. Qual será? Ainda não sabemos, mas diremos logo, logo.
— Quem também estará no evento é o pessoal da Coisinha Verde, e para todos os participantes, cartas exclusivas para o Card Goblins.
quarta-feira, 4 de julho de 2012
Resenha : Village
O que você espera da vida? Ser lembrado por algo grandioso ou acabar esquecido entre outras tantas lápides? Pois bem, pensando assim o casal Inka e Markus Brand inventaram o Village.
No jogo os habitantes passam gerações tentando prosperar, seguir carreira religiosa, virar explorador, aumentar a família sem esquecer que o tempo passa, as gerações anteriores vão morrendo e entrando pro livro da cidade.
O tabuleiro central e suas áreas de atuação.
Passada a historinha, a mecânica do jogo é o bom é velho work-placement, com algumas adições interessantes.
Na sua rodada você vai a um dos 7 espaços do tabuleiro, pega um dos cubos disponíveis, realiza a ação indicada e vida que segue. Mas o mais bacana é que os seus meeples tem numerações (todos começam na primeira geração) e conforme você realiza as ações o tempo passa e os meeples vão morrendo.
No tabuleiro individual o tempo passa e a família vai morrendo
(enquanto as novas gerações vão chegando).
(enquanto as novas gerações vão chegando).
A sacado do jogo é essa, o jogo acaba de duas formas, ou preenchendo o Livro da Vila com os mortos, ou as valas comuns atrás da igreja (essas só são ocupadas se determinado espaço do Livro já estiver todo ocupado).
O jogo tem muitos caminhos para vitória, uma arte caprichada e mecânicas simples de explicar, indicado ao Spiel des Jahres desse ano, Village é uma boa opção para quem quer um jogo rápido com bastante possibilidades a serem exploradas.
terça-feira, 3 de julho de 2012
Meu Dia do Tabuleiro
No Castelo desse mês a comemoração do Dia do Tabuleiro começou cedo.
Sábado foi comemorado por todo o país o Dia do Jogo de Tabuleiro e como aqui no Rio não poderíamos deixar a data passar em branco o Castelo das Peças estava com o povo animado.
Quando cheguei as mesas estavam animadíssimas e não demorou muito eu já estava junto com os amigos Warny, Victor e Luciana jogando uma partida do Village.
Os tabuleiros do divertido Village.
Jogo bacana onde lutamos para realizar ações significativas e acabar não terminando nossos dias em valas simples, mas no livro dos notáveis da vila. Mecânicas simples mas muitas alternativas estratégicas, ainda durante essa semana faço uma resenha detalhada.
Depois disso muito papo com os amigos, dei uma olhada no mesão com mais de 10 jogadores de Ultimate Werewolf e fui jogar mais uma vez o Rock'n'Roll Business do amigo Leandro Pires.
Mesa do Rock'n'Roll Business preparada para mais playtestes.
O jogo sofreu algumas alterações desde a última vez que eu joguei mas está cada vez mais enxuto e aparentemente já tá na hora de começar a finalizar a arte dele para colocar o jogo na rua. Aguardem amigos que vocês vão gostar desse.
Depois disso deixei os amigos curtindo mais um pouco do Dia do Tabuleiro aqui no Rio, e lá pelas 18h quando eu saí ainda tinhas mais de 40 pessoas se divertindo no Castelo das Peças.
segunda-feira, 2 de julho de 2012
RISK Legacy - A hora das meninas
Sexta-feira iniciando as comemorações do Dia do Jogo de Tabuleiro (que foi no último sábado), rolaram mais duas partidas da campanha do RISK Legacy.
Cheguei atrasado por conta do trabalho, mas ainda deu tempo de antes conhecer o Vegas, jogo indicado ao Spiel des Jahres desse ano.
O Vegas é um dice-game com bastante interatividade mas com pouquíssimas decisões estratégicas. Basicamente rolamos dados e com os números apresentados vamos a determinado "cassino" tentar pegar a grana disponível, no final de 4 rodadas quem tem mais grana ganha. Nada demais.
Partimos então para as partidas do RISK. Na sessão anterior abrimos o envelope das duas vitórias, e bem as novidades que sairam de lá entraram em prática nessa.
SPOILER (selecione o texto para aparecer) : Basicamente entrou uma nova "scar" em que o território que está com ela perde sempre uma unidade no final do turno do jogador que a controla e agora temos cartas com missões, que nos dão pontos a serem conquistados além dos habituais.
Na primeira partida da noite, eu e o Rony fizemos um pacto informal e cada um foi cuidar da sua vida sem atrapalhar o outro, a Vivian estava com o domínio da América do Sul e mesmo dizendo que tinha azar no dados e bla-bla-bla, acabou indo pra cima do Léo e da Taly e conseguiu a sua primeira vitória.
Na segunda partida o pacto informal foi quebrado com sangue, eu e o Rony começamos o jogo na Europa e como eu estava com bastante sorte nas cartas de evento que me deram muitas unidades e o Léo estava vindo via Oceania direto pra europa sem muita resistência o Rony simplesmente foi eliminado do jogo depois de uns 2 ou 3 knock-downs.
Aí veio o que me faz ficar P... com jogos tipo RISK, num turno onde eu comecei posicionando 21 novas tropas e tinha dois caminhos relativamente fáceis para vitória, os rolamentos foram todos BISONHOS e eu consegui perder praticamente todas as unidades novas e avançar apenas UM território.
Com isso a Taly que tinha se preparado bem deu uma avançada via Groenlândia e México tomando uma das minhas capitais (uma que tinha sido do Rony) e a da Vivian, transformando essa terceira sessão de RISK Legacy em dia da meninas. Próxima sessão temos o envelope dos primeiro jogador eliminado para colocar mais coisas em jogo.
Cheguei atrasado por conta do trabalho, mas ainda deu tempo de antes conhecer o Vegas, jogo indicado ao Spiel des Jahres desse ano.
Não dá pra entender a indicação do Vegas pro SdJ. Fraquinho.
O Vegas é um dice-game com bastante interatividade mas com pouquíssimas decisões estratégicas. Basicamente rolamos dados e com os números apresentados vamos a determinado "cassino" tentar pegar a grana disponível, no final de 4 rodadas quem tem mais grana ganha. Nada demais.
Partimos então para as partidas do RISK. Na sessão anterior abrimos o envelope das duas vitórias, e bem as novidades que sairam de lá entraram em prática nessa.
Mais um envelope foi aberto, e novas coisas etraram no jogo.
SPOILER (selecione o texto para aparecer) : Basicamente entrou uma nova "scar" em que o território que está com ela perde sempre uma unidade no final do turno do jogador que a controla e agora temos cartas com missões, que nos dão pontos a serem conquistados além dos habituais.
Na primeira partida da noite, eu e o Rony fizemos um pacto informal e cada um foi cuidar da sua vida sem atrapalhar o outro, a Vivian estava com o domínio da América do Sul e mesmo dizendo que tinha azar no dados e bla-bla-bla, acabou indo pra cima do Léo e da Taly e conseguiu a sua primeira vitória.
Na primeira partida a Vivian saiu detonando.
Na segunda partida o pacto informal foi quebrado com sangue, eu e o Rony começamos o jogo na Europa e como eu estava com bastante sorte nas cartas de evento que me deram muitas unidades e o Léo estava vindo via Oceania direto pra europa sem muita resistência o Rony simplesmente foi eliminado do jogo depois de uns 2 ou 3 knock-downs.
Aí veio o que me faz ficar P... com jogos tipo RISK, num turno onde eu comecei posicionando 21 novas tropas e tinha dois caminhos relativamente fáceis para vitória, os rolamentos foram todos BISONHOS e eu consegui perder praticamente todas as unidades novas e avançar apenas UM território.
Já na segunda a Taly ganhou sua primeira partida.
Com isso a Taly que tinha se preparado bem deu uma avançada via Groenlândia e México tomando uma das minhas capitais (uma que tinha sido do Rony) e a da Vivian, transformando essa terceira sessão de RISK Legacy em dia da meninas. Próxima sessão temos o envelope dos primeiro jogador eliminado para colocar mais coisas em jogo.
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