sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Session Report : Nov. 06 - Calabouço das Peças

O povo aqui tá se mostrando cada vez mais afim de jogar, ontem foi mais uma mostra disso, noite de quinta-feira e a lotação do Calabouço quase que esgota, tinham 21 cabeças por lá (Eu, Bouzada, Léo, Arthur, 2x André's, 2x Cadu's, 2x Rodrigo's, Isaías, Alexandre, Marcelo, Nobre, Renato, Camilo, Carlão, Zé, Paulo, Shamou e Filipe).

Eu cheguei com a primeira leva do povo, enquanto uma mesa que tinha Bouzada, Fel, Rodrigo e Paulo jogava um Tigris & Euphrates o resto da galera que já estava lá pegou para começar os trabalhos um In The Year of the Dragon (eu, Cadu, Arthur e André Boné) .


Year of the Dragon chegando ao meio do ano.

Foi de longe a minha melhor partida, mas isso não quer dizer que eu não tenha dado uns tropeções e novamente esqueci de me preparar para a seca e com 4 casas no jogo e sem nenhum arroz na mão foi um massacre que comprometeu meu jogo. Já o Arthur fazia uma partida perfeita e quando arrancou pra vitória foi pra dar lavada, o Cadu acabou me dando uma pernada na pontuação final do Buda e ficou com a segunda colocação a um ponto na minha frente, o André Boné ficou com o último.

Depois pra dar uma descontraída e enquanto esperávamos o término do Tigris e da mesa que chegou depois e tava jogando um Tikal, a galera fechou um Pickomino comigo, Carlão, Cadu, André Boné, Alexandre e Zé. Esse jogo sempre garante boas risadas e grandes cubreadas, nessa partida mostrou-se que tem gente que acaba ficando craque em pegar a minhoca e o novo Rei da Minhoca é o André "100%" Boné, eu joguei de "starvation" e fiquei em último.


Pickomino home-made com a grelha já esvaziando.

Aí a coisa ficou séria no Calabouço, eram 23:00 e um grupo de 8 sentou para uma partida de Arkham Horror e eu/Camilo, Alexandre/Marcelo e Cadu II/Zé decidimos jogar um porradeiro e pegamos o Age of Mythology e a galera que sobrou revezou em vários jogos durante as 5h seguintes.

A partida do Age foi marcada por uma rixa quase que pessoal entre os Gregos (eu/Camilo) e os Nórdicos (Alexandre/Marcelo) que foi sangrenta e custosa para todos, mas que acabou com a vantagem dos Nórdicos, que estavam com uma mão abençoada.


Mesa apertada para o Age of Mythology.

Os Egípcios ficaram só na deles e no final quase conseguem ganhar o jogo na construção da maravilha, mas os Nórdicos já estavam de olho nisso e construiram primeiro ganhando os pontos das maravilhas e dos prédios ficando em primeiro, os Gregos vieram em segundo pelos pontos comprados durante o jogo e alguns conseguidos na porrada e os Egípcios em últimos levando os pontos de maior exército.

Nisso já eram 4:30h da manhã e nego tava babando de sono, mas nem todos pois quando a gente tava indo embora estavam começando a montar uma mesa de Age of Empires III (as 4:30h da manhã!!!!!!!!!) e nego ainda nem tá de férias.


Galera jogando o Akham.

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Finalmente chegaram as últimas novidades que eu estava esperando, de originais o Metropolys que eu comprei com o amigo Casulo e o X-Deck do Agrícola que me foi mandado pelo amigão de Portugal Paulo Soledade.



Na área dos home-made mais uma contribuição lusitana, agora através do povo da Rede de Jogos eu fiz a expansão pro Age of Steam com o mapa de Portugal e fiz também o cartão com a mini-expansão para o Agrícola, a Through the Seasons.

domingo, 2 de novembro de 2008

Session Report : Nov. 1 - Bob's de Notre Dame

Ontem rolou um fim de noite de jogatina. Estava eu em casa de bobeira quando me liga o Fel dizendo que ele e o Filipe estavam jogando no Bob's da Tijuca (já famoso por suas sessões de Live Notre Dame) e que ficariam até tarde nessa vida. Como o filhote já estava no décimo sono e a patroa estava se encaminhando pra dormir também, fui pra lá.

Quando cheguei eles tinham terminado uma partida de 1960: The Making of the President vencida, de forma acachapante, pelo Filipe. E como a promessa era jogar jogo novo, estreia do Metropolys.



Eu acabei de comprar esse jogo (deve chegar essa semana) e a muito tempo estava curioso sobre ele. Trata-se de um jogo de controle de área com leilão, so que ao invés de usarmos dinheiro, temos prédios (que variam de 1 a 13 em três tamanhos).

Recebemos no início do jogo um objetivo secreto e uma cor específica de área que nos dá mais ponto no final, e no tabuleiro (divido em bairros) temos uns tokens que também dão mais pontos no final. O jogo é bem bacaninha e gostoso de se jogar, com certeza foi uma boa aquisição e mais um ponto para a Ystari.


Tabuleiro do Metropolys e seus prédios. Foto BGG.

Acabamos jogando duas partidas dele em menos de uma hora e meia (acredito que com jogadores "bouzadores" o jogo demore mais, mas ele é super rápido mesmo) e Filipe e Fel ganharam uma cada, enquanto eu consegui ficar em último nas duas.

Já eram meia noite e uns quebrados e resolvemos jogar um Agricola só para constar. A partida foi profissional, jogadas rápidas, crescimentos acelerados e em menos de duas horas contagem de pontos, com Fel em primeiro 10 pontos na minha frente e Filipe em último a 3 pontos de diferença. Saldo positivo para uma noite de sábado que prometia um "Super Cine" fraquíssimo.


Tabuleiro do Agricola. Foto BGG.

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Mais novidades na coleção, a primeira delas é a chegada do Starfares of Catan. Esse jogo é um "primo" espacial do Catan, mas com algumas melhorias bem interessantes, como o desenvolvimento da sua nave mãe, o encontro com piratas e o sistema de movimentação bacana e diferente (e que fez com que o jogo arrumasse um apelido no mínimo curioso aqui entre os jogadores). Como foi compra conjunta com o amigo Fel esse vai ficar "morando" lá no Calabouço.


Novidades na coleção.

E o outro é na linha dos "home-made", a expansão do Age of Steam, com o mapa da China e da América do Sul. Estou com a maior vontade de jogá-los, sei que tem alguns diferenciais (como a opção do El Presidente na América do Sul, que substitui a "Turn Order" na seleção de papeis e dá um de grana quando algum produto passar por Buenos Aires). As regras me foram enviadas por uma amiga do BGG (thanks Michelle) agora é só jogar.

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Session Report : Out. 30 - Calabouço das Peças

Ontem foi mais um dia de Calabouço bombando de cheio, 3 mesas praticamente a noite toda. Mas para bom início de noitada nada melhor que um fillerzinho.

Estávamos em sete logo de cara (eu, Carlão, André Boné, André Amiúne, Cadu, Bouzada e Fel) e resolvemos jogar um Pickomino para animar.


Churrasco de minhoca do Pickomino.

Partidinha divertida com o Fel sempre tentando sua jogada clássica de "starvation", só que nesse jogo não é uma das táticas mais aconselháveis, e depois das minhocas ficarem passando de mão em mão o tempo todo (esquisito isso) o André Boné acabou levando a melhor ganhando a partida.

Saindo o Boné e entrando o Zé puxamos um Citadels para manter mesa cheia. Essa foi uma partida bem equilibrada e acabou com um empate entre o Zé e o Bouzada (que ganhou no desempate), é claro que Citadels que é Citadels não acaba sem o Carlão matar pelo menos uma vez o Fel, e isso aconteceu na última rodada só pra não ficar em branco.


Citadels próximo do fim.

Nesse meio tempo chegaram o Nobre, o Rodrigo (amigo do Nobre que agora eu sei o nome), Arthur e o Camilo, então separamos as 3 mesas, uma ficou com Agricola (figurinha fácil em todas as jogas cariocas), Carcassone: The Castle (que depois virou Stone Age) e a minha (mais o Bouzada e a entidade Nobre/Rodrigo) pegamos um Tikal.


Tikal faltando duas rodadas de tiles (eu sou o preto).

A cada partida eu tenho gostado mais desse jogo, uma pena que ontem eu tenha jogado tão mal, senão a partida ia ter ficado mais interessante (pra mim é claro). O Bouzada ficou praticamente o tempo todo na liderança, mas o Rodrigo fez frente e apesar da vantagem ter sido elástica na última contagem, ele não vendeu barato a primeira posição. Final Bouzada em primeiro, Rodrigo em segundo, Nobre em terceiro e eu em último.

Redivididas as mesas uma ficou com In The Year of the Dragon, outra com Red Dragon Inn e eu fui finalmente estrear o Kingsburg com o Cadu, Camilo, Fel e Zé.

Nele somos lordes que vão pedir auxilio ao Rei para aumentar suas fronteiras e adquirindo material, construirmos nossa cidade.

A mecânica é do tipo que tá sendo usada bastante ultimamente que é rolagem de dados para alocá-los nos espaços correspondentes aos valores para conseguir os benefícios da casa. Depois dessa rolagem tem uma fase de construção e no final do turno porrada contra as hordas do mal.


Bonito tabuleiro e bom jogo o Kingsburg.

Depois de 20 rodadas quem tiver mais pontos de vitória ganha. Esse é um típico jogo que me agrada, tem sorte, tem mecânica maneira e é tranquilo de aprender e de jogar.

Na nossa partida como eu era o único novato não consegui me manter muito tempo na liderança, que revezou entre Fel, Cadu e Zé. Até que o Zé começou a abrir vantagem e ganhou com uma boa diferença para o segundo que foi o Fel, seguido do Cadu, eu e o Camilo.

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A noite também foi de recebimento de novidades na coleção. Peguei o meu Carcassonne : The Castle e o Bosworth. O primeiro eu já falei, o segundo é um Xadrez que dá para até quatro pessoas e onde as peças vão aparecendo durante a partida. Ainda vou ler as regras com mais cuidado e tentar uma ou duas partidas para ver qualé, depois falo mais dele.


Novidades na coleção.

Outra novidade foi que eu terminei minha versão caseira do Pickomino, que ficou bem bacaninha e vai entrar na lista de jogos para levar nas viagens de fim de semana (junto do Cloud 9 e o 6 Nimnt!).

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

14º Castelo das Peças

Sábadão de sol no Rio e mesmo assim a galera compareceu em peso no Castelo das Peças. Dessa vez vou mudar um pouco da linha do meu post e falar mais do evento do que dos jogos que eu joguei.

Foi muito legal encontrar uma galera que só dá pra ver nesses eventos, e a presença sempre renovada de jogadores querendo conhecer o jogos além do Banco Imobiliário.


A galera compareceu em peso, mesmo com o solzão que fez.

Nas mesas a vedete era o Agricola, chegou a ter 3 mesas simultâneas com o jogo, não vou ficar aqui falando dele pois tudo que tinha que ser dito já foi dito, mas aposto que desde sábado mais uma galera já colocou na sua lista de desejos uma cópia desse jogão.

A mesa de jogos estava com bastante opção e infelizmente não dá pra jogar tudo que se deseja, mas pelo menos dá pra ter uma noção do que está acessível aos jogadores cariocas.


Muita opção de jogos, para todos os níveis de jogadores.

No auxílio a novos jogadores, fiz minha parte ensinando a um casal (desculpem-me ter esquecido o nome de vocês) o Blokus, percebi que eles gostaram bastante do jogo, e já falei com eles pra na próxima edição chegarem mais cedo, para aproveitarem mais as opções.

Pra não dizer que não falei do que eu joguei, comecei com um partida arrastadíssima de Catan, os dados não me ajudaram de jeito nenhum e a partida demorou quase duas horas (o que é muito para esse jogo).


Pecinhas do Pickomino.

Depois conheci um jogo do Knizia divertidíssimo chamado Pickomino. Nele somos "galinhas" participantes de um churrasco de minhocas que ficam rolando na grelha. Para pegarmos elas rolamos dados com uma série de regrinhas bacanas. Muita cubreagem e risadas.

Depois rolou mais um Knizia, o Loot (que eu já falei por aqui). Mais tarde joguei uma boa partida do Vikings, partida essa que deve ter durado no máximo 40 minutos, e me dando a impressão de que o jogo vai ficar mais legal ainda com os tiles avançados.


Boa mesa de Amun-Re com Rogério, Carlos Salles,
Camilo, Filipe e eu.


E como último jogo da tarde aprendi o Amum-Re (mais um Knizia, hehehheheh), mas só conseguimos jogar a primeira era, mas ficou a impressão de ser um jogaço.

Mês que vem tem a última edição do ano e a primeira pós-Essen (o que virá de novo??), espero poder jogar mais com os amigos que eu vejo com menos frequência, e espero aprender novos jogos também (fiquei de olho no Bizantinum, Metropolys, Bucaneer, Fire & Axe e Ekertorp).


Uma das muitas mesas de Agricola do Castelo.

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Session Report : Out. 23 - Calabouço das Peças

Ontem tive que dividir meu tempo entre duas paixões, o meu FLAMENGO e os jogos. Primeiro fui ao Maracanã para ver uma vitória com "V" maiúsculo do meu time sobre o Coritiba, mantendo as nossas esperanças do hexa ainda vivas. Vamos MENGÃO.


Maior torcida do mundo no 5x0 contra o Coritiba.

Depois da partida fui para o Calabouço, que fica a 20 minutos andando do Maraca. E chegando lá me deparei com a casa praticamente vazia, só apareceram o Camilo, Fel e Carlão.

Dei sorte de chegar quando eles tinham acabado de terminar uma partida de Kingsburg, então enquanto o Carlão saiu pra comer um "podrão" na esquina nós três puxamos um Notre Dame para apresentar ao Camilo.

O Camilo como bom gamer que é percebeu o jogo rápido e não fez uma pontuação baixa não mas acabou em último assim mesmo, já o Fel nem deu uma de mosca-morta, afinal ele panca nesse jogo e já tava com a vitória na mão antes mesmo de começar a rodar o deck A e eu fiquei em segundo.


Partida do Notre Dame em andamento.

Depois volta o Carlão e chega o aniversariante do dia, que não era o Léo Moura do Mengão, e sim o Arthur, como estávamos sem idéias de jogos para 5 e estava quente pra cacete, resolvemos jogar um card rápido porém bom. Pegamos um Citadels.

Para quem não conhece, ele é um jogo de seleção de papeis e construção de prédios (cartas), para isso temos 8 papeis disponíveis, na partida com 5 inicialmente um é descartado aberto e um fechado, os outros 6 são escolhidos pelos jogadores o que sobra também é colocado escondido fora do jogo.

Na sua vez de jogar você pode pegar 2 de grana ou coletar duas cartas de prédio e ficar com uma para você descartando a outra e executar a ação do seu papel. Termina o jogo quando o primeiro jogador construi 8 prédios.


Meia cidade pronta no Citadels.

O jogo é de muita marcação e observação, dá pra mais ou menos premeditar dentre as cartas disponíveis o que o adversário vai fazer e se planejar. Isso funciona bem quando todos os jogadores estão focados no jogo.

Ontem a nossa partida começou um pouco atípica com o Carlão marcando o Fel, sem querer, e deixando ele duas jogadas sem fazer nada, eu fui fazendo minha cidade direitinho, sempre de olho no que a galera estava fazendo.

Resultado ganhei, com o Arthur em segundo, Camilo em terceiro, Fel em quarto e Carlão em último.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Dominion : Testando antes de comprar...

Um dos jogos que estão na maioria das listas de desejos da Essen desse ano, o Dominion, acaba de ficar disponível para ser jogado on-line, e eu sabendo disso acabei de jogar uma partida dele no BSW, e não é que o joguinho é interessante, mas com uma mecânica meio doida...



Jogamos eu e o André Felipe com o setup básico de cartas, a mecânica é a seguinte, os dois jogadores começam com a mesma mão de 7 cartas, onde você dispõe sempre de 5 para usar no roundo, existem umas cartas sempre abertas para serem compradas, essas cartas são divididas em cartas de ação e cartas de grana/pontuação.

No início de cada turno você pode usar as cartas ação, para se beneficiar dos poderes delas, como as cartas disponíveis são as mesmas para todos os jogadores, não fica aquela sensação de que a sua mão está ruim e a dos adversários muito melhor, então você faz a sua sorte e sua estratégia.


As cartas como elas vão ser realmente.

Depois que você usa as cartas de ação é hora de comprar novas cartas, e aí que entra um aspecto do jogo super interessante, as cartas que você compra não vão imediatamente para sua mão, elas começam a formar o seu deck (aquele que inicialmente tem apenas 7 cartas). Quando acaba a rodada, as cartas da mão que não foram usadas são embaralhadas juntamente com o restante do seu deck e uma nova mão com 5 cartas é aberta para o próximo round.

Então basicamente você compra as paradas para usar no futuro, no BSW como você não tem o visual custa um pouco para entender o que está acontecendo, mas tem o total controle do seu deck, já que sabe exatamente o que vai comprar para usar nas próximas rodadas.

O jogo acaba quando a pilha de pontos de vitória com valor 6 acaba (tam ainda a de 1 a de 3) ou três das pilhas de cartas quaisquer terminam (o jogo tem 25 tipos diferentes de cartas, mas só usamos 10 tipos por jogo), aí contam-se os pontos do deck quem tiver mais ganha.


A interface do jogo no BSW.

Nessa primeira partida fui pancado pelo Fel (que já tinha jogado outras vezes), por 62 x 20, mas deu pra pegar a mecânica e com o deck "avançado" devem rolar umas combos interessantes.

Pra quem tava ansioso para jogá-lo, taí a oportunidade de um test-drive, afinal com o dólar a 2,38 não dá pra sair comprando primeiro, e testando depois.

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Session Report : Out. 16 - Calabouço das Peças

Depois da quinta-feira passada de jogos mais leves, ontem foi dia de "queimar a mufa", começamos a noite numa mesa pra 5 estreando o meu Agricola.

De novato no jogo apenas o Roger e o Cadu, mas ambos aprenderam o jogo muito bem e fizeram uma partida bem interessante. Com jogadores bem nivelados o jogo foi muito bacana, eu recebi uma mão muito boa, mas aproveitei as cartas muito mal, em contrapartida o Cadu baixou tudo que podia e fez uma pontuação em bonus que eu nunca tinha visto ainda.


Agricola ainda no comecinho dos trabalhos.

O André Amiúne também ficou na dele e perto do final mandou uma ocupação que só desconta ponto pelo "mindingo" e pelos espaços vazios, boa carta e pra ele funcionou super bem. O André "mosca-morta-dissimulada-palhacenta-e-sem-vergonha" Felipe ficou a porra do jogo todo reclamando da mão, das ações, do tempo, do refrigerante e acabou ganhando ("Ih, eu ganhei, nem achei que ia conseguir"), deixando o Cadu em segundo, Amiúne em terceiro, Roger em quarto e eu com uma pontuação sem comentários em último.

Durante a partida do Agricola o resto da galera foi chegando, com a ilustre volta do Bouzada (que deve ter tido crise de abstinência e tudo esses dias sem jogos), e terminada a nossa partida fizemos uma reformulação das mesas.

Eu, Bouzada, Zé e Amiúne caimos dentro de mais um "brain-burner" e fomos conhecer o Brass.

Eu tava pra conhecer esse jogo a um tempão, afinal o Martin Wallace é notoriamente conhecido pelos jogos pesados e que valem cada momento na mesa, e eu já tinha lido muita coisa boa à respeito desse. E o jogo atendeu completamente as expectativas.


Brass no início da era das ferrovias.

A parada é construirmos fábricas de algodão, minas de carvão e ferro e arrumarmos um jeito de vender as paradas bem, antes dos adversários. O jogo é dividido em duas eras distintas, na primeira o transporte e a ligação entre as cidades é feita através de canais, as ações são feitas por cartas, quando acaba o deck muda a era, então as ligações são feitas através de ferrovias.

Assim como Age of Steam, o jogo é super apertado em matéria de grana, e tu tem que ficar pedindo dinheiro pro banco o tempo todo, e como eu acabei aprendendo mais tarde, tem que pedir grana que nem gente grande, já que vai se endividar enfia logo o pé na jaca.

O Bouzada já sabia bem o que tava fazendo e ganhou com uma certa folga, eu consegui um boa pontuação na segunda era e garanti o segundo lugar, com o Zé em terceiro e o Amiúne em último com uma diferença bem pequena entre os três.


O mais novo "xodó" do Fel, o Battlelore.

Outro destaque da noite foi a chegada do Battlelore do Fel, agora temos os dois commands & colors mais legais disponíveis no Calabouço, e o jogo foi devidamente estreado pelo Cadu x Fel, com vitória do "mosca-morta", que deve ter reclamado pra cacete das cartas, das tropas, dos dados, do refrigerante.... hehehehehehhehe...