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quinta-feira, 7 de março de 2019

Impressões 3D e playmats da Acessórios BG


A pouco tempo atrás passeando pelos grupos de jogos no facebook, vi uma foto de um usuário com as pecinhas do Tzolkin impressas em 3D e achei lindas, fui procurar o fabricante e descobri a página do pessoal da Acessórios BG.

Entrei em contato com eles e peguei as pecinhas do Tzolkin, os templos do Rising Sun e o playermat do Saboteur e fiquei super impressionado com a qualidade do material enviado.

Eu até nem sou tão fã de ficar dando upgrades visuais aos jogos, mas playermats em geral eu corro atrás e tento imprimir (eu tenho um do Boss Monster que uso sempre, além do mat gigante pro X-Wing), mas as pecinhas 3D foi a primeira vez que me ocorreu de adquirir.

 Apesar da diferença de cor, os templos ficam lindos na mesa.

Como já citei, as do Tzolkin substituem totalmente as pecinhas de madeira e são muito bonitinhas, além de terem uns templos para colocar nos discos de produção.

Agora, os templos do Rising Sun eu tinha visto na versão Kickstarter e sempre quis ter os templos do Clã da Tartaruga, e a impressão delas ficou muito bonita, e ainda que as cores não sejam fieis às do jogo, atendem totalmente na substituição dos templos cartonados.

Adorei as peças do Tzolkin.

Outra aquisição que me deixou bem feliz e que é muito útil, é o playmat do Saboteur que marca bem o caminho que precisa ser preenchido até os tesouros e por ser impresso em material de banner (mais fininho) fica fácil de carregar para os lugares.

Além de todos os itens citados, o pessoal da Acessórios BG ainda tem um monte de outros produtos bacanas, como os meeples do Lords of Waterdeep, o playmat do Colt Express, um kit irado pro Puerto Rico entre outras coisas.

O mais difícil de começar a dar um "pimp" nos seus jogos, é conseguir parar, uma vez que você começa daqui a pouco as pecinhas normais não vão mais te deixar tão satisfeito assim, então fica a dica, deem uma olhada no site da Acessórios BG e vejam, a qualidade do material deles realmente é excelente e tem jogos que ganham muito depois de um upgrade mesmo.

Fica muito mais fácil jogar o Saboteur assim.

https://www.acessoriosbg.com.br/

quarta-feira, 26 de setembro de 2018

Dissecando Pélaghos e Os Incríveis Parques de Miss Liz


Nesses últimos dias recebi em casa dois jogos nacionais que saíram via Financiamento Coletivo, o Pélaghos dos amigos Thiago Mello, Roice Mello e Ney Alencar, o outro foi Os Incríveis Parques de Miss Liz do amigo Diego de Moraes.

Os dois foram resenhados enquanto protótipo aqui no blog (os links aqui para o Pélaghos e aqui para o Miss Liz) e nessa postagem vou me ater a produção e ao produto que foi entregue aos financiadores.

PÉLAGHOS

O jogo teve produção 100% nacional feita pelo pessoal da Ludens Spirit que está cada vez melhorando mais em impressão e qualidade dos punchs.

Pélaghos é um jogo com uma quantidade enorme de cartas, e todas elas estão muito bem impressas, e apesar de não ter curtido muito a arte, elas estão com uma diagramação clara e excelente leitura.

Os tiles também estão muito bons, com uma espessura boa, e também muito bem impressos, assim como os player boards que eu achei mais legais do que protótipos.

 Cartas, tokens e tiles muito bem impressos.

Como falei acima, a Ludens está cada vez melhor nos punchs boards. No Pélaghos temos marcadores pequeninos e apesar de termos que destacar vários deles, em nenhum eu tive problema de rebarba.

Para finalizar fiquei surpreso ao receber o jogo com um insert plástico, que mesmo não sendo muito desenhado para o jogo, funciona super bem para acomodar todos os componentes, acho que todos os apoiadores e futuros compradores do jogo vão ficar bastante satisfeitos com o resultado apresentado.

OS INCRÍVEIS PARQUES DE MISS LIZ

Já o Miss Liz, apesar de ter a produção 100% nacional também, teve a parte gráfica toda feita pelas competentes mãos da Copag, enquanto as peças plásticas vieram da Ludes Spirit.

Esse é um jogo com apelo gráfico muito maior, temos a arte sensacional do João "Raulex" que dá vontade de colocar num pôster, e isso foi muito bem reproduzido nos componentes, que estão muito bem impressos e com acabamento impecável.

A iconografia final, e a leitura das cartas e dos componentes está super boa, vale destacar que os player boards estão com uma espessura ótima e mesmo sendo grandões (devem ter uns 28x28) não empenaram.

 Impressão excelente valorizando a arte do jogo.

Duas coisas só valem ser observadas, os punchs da Copag eu achei que ficaram com as bordas levantadinhas, mas depois de soltos você não percebe mais isso, e nas cartas de objetivos a impressão do verso está invertida, é uma coisa que não interfere na jogabilidade mas acho que vale ser avisado.

Agora, o insert do Miss Liz, esse sim vale um comentário, ficou demais, bastante resistente, com espaço para todas os componentes, cabendo as cartas todas do jogo com sleeve, ficou realmente bem bonitão e acho que os apoiadores aqui também vão ficar muito felizes por terem ajudado ao projeto sair do papel.

Enfim, foram dois projetos de sucesso, que chegam ao apoiadores e às lojas com uma qualidade excelente, mostrando duas coisas : que dá sim, para produzir jogos no Brasil e que dá sim, para confiar nos financiamentos nacionais feitos por pessoas sérias.

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Abrindo a caixa : Lisboa


Recebi a minha cópia do Lisboa, que a Mandala trouxe para o Brasil, e frente a polêmica toda em relação a produção, achei justo fazer uma postagem tentando mostrar tudo que vem dentro da caixa do jogo para você se decidir se vale a pena investir no jogo.

Ao receber a caixa você percebe logo de cara porquê o jogo está com um preço acima da média, são uns 3kg (ou mais) de cartolina e pecinhas de madeira, numa caixa enorme, muito bem acabada com verniz localizado e uma arte linda demais.

Logo a primeira impressão ao abrir é uma das melhores possíveis, o insert é muito legal e funcional, as folhas de punch vem todas lacradas e tudo fica super bem arrumadinho na caixa.

 Insert lindão com tampinha e tudo.

Outra coisa que chama atenção logo de cara, mas isso é uma observação em relação ao jogo, não a produção, são os player-aids que são livretos de 8 páginas!!!

Ao desembalas os punchs a primeira impressão também é muito boa, os cortes estão perfeitos, e a gramatura deles é acima do habitual, e aí que começam os problemas gráficos do Lisboa.

O jogo foi todo impresso no Brasil, o que veio de fora foram apenas os componentes de madeira, e o grande problema é que não temos ainda materiais com a espessura igual ao que foi produzido lá fora, então os punchs tiveram que ser empastados para chegarem na mesma grossura e isso fez que em alguns casos a cola não pegasse direito soltando partes do punch.

Os player boards ficam lá guardadinhos e são irados.

No meu caso, isso aconteceu em apenas uma das folhas, o resto do material veio perfeito com corte, alinhamento, cores e colagem.

Outra reclamação foi a questão das cartas com cores diferentes, e isso realmente acontece em algumas das cartas com fundo azul, onde há uma diferença de tonalidade principalmente nas cartas grandes, nas pequenas até existe mais é muito suave.

Mas voltando a pontuar o jogo positivamente, os tabuleiros individuais são lindos, com aquele espacinho maroto para as pecinhas não caírem, e nenhum dos meus veio empenado ou mal acabado.

 Mas a impressão podia ter ficado melhor.

Outra das reclamações recorrentes (da versão nacional) é a falta de um "terceiro andar" nos tabuleiros individuais. Bem, eu particularmente não vejo a necessidade, MAS uma vez prometido na campanha houve realmente uma falta de informação por parte da Mandala em não avisar que a versão brazuca só teriam dois andares, mas isso em nada interfere na jogabilidade ou na beleza do jogo.

No final das contas o Lisboa está lindo demais, os erros gráficos com certeza não deveriam acontecer, mas aconteceram, vão servir de aprendizado a Mandala, e ao me reportar ao SAC deles fui prontamente atendido e agora tenho um jogo em perfeito estado.

Acho que a Mandala conseguiu trazer um excelente jogo para o nosso mercado, com lançamento praticamente simultâneo as versões lá de fora, a lição que fica é somente em relação a produção gráfica e a comunicação junto aos clientes, mas no restante mais um grande lançamento no mercado.

Muito legal o board individual com o espacinho para as peças.

Um dos tabuleiros mais lindos da coleção!

segunda-feira, 27 de março de 2017

Dissecando Os Reinos de Drunagor


Pra início de conversa, quando eu joguei Os Reinos Drunagor achei um jogo bacana (tem até resenha), mas que não era pra mim, ele é um gateway bacana, mas inicialmente não peguei o projeto, até ver o resultado final, aí não tive pra onde correr e ao receber a minha cópia não me arrependi pelo investimento.

A Histeria está conseguindo, a cada projeto, ganhar mais crédito com o público, dessa vez entregou um jogo com mais de 70 miniaturas, dentro do prazo e com qualidade.

A parte gráfica foi feita no Brasil e ainda não estamos alinhados 100% com o que é feito lá fora, alguns deslizes aconteceram, mas no geral impressão, corte e laminação estão bastante bons, a caixa está resistente a abrindo fácil e pasmem, tem um insert que não tinha nem foto meramente ilustrativa e foi uma surpresa excelente.

Produção show de bola, com um insert inspirado.

Agora falando especificamente das miniaturas, a aposta na produção chinesa é sempre algo temeroso, desde grandes designers (como o Martin Wallace) aos iniciantes, como o Daniel, o lance é mandar fazer e torcer pelo melhor, pois as vezes mesmo tendo conhecimento do trabalho dos caras, nem sempre o resultado agrada ou o pior, chega no prazo.

Dessa vez tudo deu certo, o prazo foi cumprido, as miniaturas ficaram excelentes mesmo, todas elas com o nível bacana de detalhamento e para a galera que curte pintar, vão ter um prato cheio para se divertir com elas.

Fechando meus comentários sobre a produção, só não curti as pecinhas plásticas "tipo jujuba", realmente não entendo essa predileção que o pessoal tem por elas, pra mim elas são feias e as cores confusas (marrom e preta são praticamente iguais), tirando isso mais uma vez a Histeria consegue entregar o jogo prometido no prazo e com qualidade.

As miniaturas produzidas na China, ficaram excelentes.

E pra não dizer que não falei do manual, bem, esse é ainda o "Calcanhar de Aquiles" da empresa, o manual do Drunagor não é dos piores, mas falta linearidade na explicação, maior detalhamento dos elementos e melhores exemplificações, mas deu pra ler e jogar sem ficar em dúvida das regras (eu realmente não lembrava de praticamente nada).

Sobre a inclusão da expansão com regras para partidas solo e cooperativas, as duas novas versões de partida são bem interessantes. A solo traz níveis de desafios bacanas, tem um mercado de artefatos únicos que dá uma ajuda ao valente herói e um sistema de movimentação/respawn dos monstros que funciona e faz o mapa ficar apertado e perigoso.

Parte gráfica se ainda não tá 100%, está caminhando pra isso.

A versão cooperativa tem uns detalhes bacanas como prédios comuns aos jogadores participantes, e um aumento grande da força dos monstros baseado na quantidade de jogadores, além do enfraquecimento do Dragão pelo set-collection dos artefatos.

Das outras adições da expansão Reinos Ancestrais, ainda não testei os prédios dos Reinos Independentes, nem as classes dos heróis, mas parecem coisas que valem à pena colocar logo de cara, tanto que todos os componentes já estão juntos na caixa base.

Partidinha solo pra testar, tensão até a última rodada.

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Dissecando : Zombie Dice


A Galápagos Jogos fez uma pré-venda do Zombie Dice prometendo o envio à partir do dia 29, qual não foi minha surpresa ao chegar em casa ontem (dia 29) e já receber o pacote dos caras!!!

Primeiro vale ressaltar o blister bonitão que vem o jogo, depois componentes iguais a versão americana e um manualzinho (todo dobrado) em português e espanhol, além claro dos 13 dados tudo no copinho padrão do jogo.

Todos os componentes da versão brasileira do Zombie Dice.

Para quem não conhece, o Zombie Dice é um filler de dados que se aprende em um minuto e se joga em 10 (no máximo). Nele os jogadores precisam guardar cérebros nas rolagens de dados e evitarem os tiros que por acaso apareçam.

Ele é um jogo puramente de sorte e serve bem para jogar enquanto esperamos os amigos atrasados, ou na hora da pizza (com os dedos engordurados mesmo).

E como eu sou legal com vocês, deixo um link com um arquivo para vocês imprimirem e irem marcando os seus cérebros. Preto e branco mesmo para poupar o cartucho dos amigos.

Presentinho pros amigos, um score-track de cérebros!! By BGG.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Abrindo a caixa : The Witches - A Discworld Game

Tudo que vem na caixa da edição especial do The Witches.

Segundo jogo da trilogia Martin Wallace baseada nos livros do autor Terry Pratchett, The Witches - A Discworld Game saiu pela Mayfair ano passado, mas meses depois teve uma edição de colecionador saindo pela Treefrog.

Eu (como sou colecionador), peguei a edição da Treefrog, e apesar dos problemas de envio (acabou chegando só a segunda postagem, depois de vários meses) valeu a pena.

As quatro bruxinhas que vem no jogo.

Os componentes estão LINDOS, a arte do Peter Dennis tá irada, o jogo vem com as 4 bruxinhas esculpidas em chumbo e ainda acompanha um poster com a arte da capa e de todas as cartas do jogo (como aconteceu na edição de colecionador do primeiro jogo o Ankh-Morpork).

Quanto ao jogo, as regras são rapidinhas de ler e basicamente as bruxinhas tem que correr atrás de vários pontos na cidade de Lancre e resolver os problemas que estão acontecendo para poder ganhar pontos.

O The Witches comporta de um a quatro jogadores e parece ser bem light e divertido. Agora é começar a botar na mesa essa penca de novidades que eu recebi ultimamente.

Agora é esperar pelo terceiro jogo da coleção.

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Abrindo a Caixa : Dungeon Fighter

Todos os componentes do Dungeon Fighter.

Peguei ontem como resultado de uma Math-Trade o Dungeon Fighter, que é um dice-game onde os jogadores tem que cooperar para derrotarem o chefe da masmorra e saírem com vida.

Premissa vista em zilhões de outros títulos, o que torna o Dungeon Fighter diferente é que os combates são através de arremessos de dados num tabuleiro que parece um grande alvo.

A torre onde ficam dispostas as cartas a serem usadas.

Os componentes são lindos : tabuleiro em 4 partes formando um alvo, dados personalizados, muitas cartas e uma torre onde elas são dispostas e uma arte caprichada.

O Dungeon Fighter tem tudo para ser daqueles party-games que divertem e não comprometem. Já lí as regras e realmente a ideia é bem simples com muitas maneiras diferentes (e engraçadas) de lançar os dados , acho que vai fazer algum sucesso no Castelo ou nas jogas mais light.

Dados, moedas e as criaturas (com desenhos irados).

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Abrindo a Caixa : Madeira

Todos os componentes do Madeira.

Finalmente recebi o meu Madeira, criação dos amigos Paulo Soledade e Nuno Sentieiro. Esse jogo foi muito badalado em Essen 2013 e o pessoal daqui que já jogou, o colocou como TOP 5 das novidades da feira.

A What's is Your Game? fez um trabalho bem bacana e os componentes estão de excelente qualidade. Os dados são em relevo e o tokens estão com uma espessura bacana (apesar de uma das folhas ter vindo com o corte um pouco prejudicado, mas nada demais).

Dados e meeples, a "engrenagem" do jogo.

A caixa vem com o manual em inglês e alemão e todos os componentes são sem texto, o que facilita pra caramba para apresentar aos amigos que tem alguma dificuldade com outros idiomas.

Estou ainda lendo as regras, mas até agora o que eu senti foi que é um jogo de "gente-grande". Mas estou achando que deve ser um work/dice placement bem legal.

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Abrindo a caixa do Last Night on Earth: Timber Peak

Todo fã de zumbis gosta de ter filmes, quadrinhos, livros e outras traquitanas sobre o tema, se você também for adepto aos jogos de tabuleiro não pode deixar de ter na sua coleção uma cópia do Last Night on Earth. Eu corrigi essa falha e comprei o mais novo jogo base da séria, o Timber Peak.

Tudo que vem na caixa do Timer Peak (já sem o insert).

Como todos os jogos da Flying Frog, a qualidade dos componentes é de encher os olhos. Todas as imagens de cartas, personagens e tals são realizadas com produções fotográficas exclusivas e o resultado é um jogo caprichado e que te deixa dentro do tema.

Além disso os componentes são todos acima da média. Cartas com alta espessura e laminação, tiles rígidos e com corte perfeito, miniaturas bem acabadas e detalhadas, tudo para que você tenha certeza que investiu seu rico dinheirinho da melhor forma possível.

Zumbis verdes e marrons que vem na caixa.

Já o jogo, ele tem algumas diferenças sobre o Last Night on Earth - The Zombie Game. As mais notáveis são os pontos de experiência para os heróis e zumbis, os tiles de fogo que vão se alastrando pelo tabuleiro e ítens que vem com marcadores para serem usados diversas vezes.

É isso, se você é fã do tema tem que ter uma cópia do Last Night on Earth na sua coleção, pois ele é com certeza um dos melhores jogos de zumbi do mercado.

Os personagens (3 novos e 3 sobreviventes do LNoE antigo).

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Resenha : Cyclades

Ontem rolou um "Shamouzão" e tivemos uma mesa com Runewars e eu joguei mais uma partida de Cyclades com o Groo e o Filipe. A partida foi boa pra caramba, pegada até o final e decidida nos detalhes do último leilão dos deuses.

Depois da segunda partida decididamente o Cyclades entra no seleto patamar de jogões e vale uma resenha mais detalhada, então taí para vocês.



Essa é a mais recente criação da dupla Bruno Cathala e Ludovic Maublanc (mesma dupla de Mr. Jack e Dice Town) e tem o padrão de produção da Matagot (Giants, Khronos e Utopia).

No Cyclades os jogadores lutam para, através de favores dos deuses, conseguir evoluir com as suas civilizações e serem os primeiros a construir duas metrópolis.


Mapa modular, aí na configuração para 2 ou 3 jogadores. Foto BGG.

Para isso contam com Zeus, Athena, Ares, Poseidon e Apollo cada um com uma característica diferente e é claro com a ajuda de criaturas mitológicas como Medusa, Cíclope, Leviatã entre outras.

A mecânica do jogo é muito simples de explicar. No início de cada rodada abrimos uma carta de criatura (ficam sempre três disponíveis), sorteamos a ordem dos deuses (exceto Apollo que é sempre o último) e fazemos um leilão para saber com que deus cada jogador irá jogar naquela rodada e realizamos as ações na ordem. Simples assim.

Os combates são bem resolvidos (número de tropas + variantes + dado quem tirar o maior leva se empatar os dois perdem unidades) e as ações de movimentação foram feitas de forma bem inteligente.


As 5 criaturas (pintadas posteriormente). Foto BGG.

Os componentes são um destaque à parte. Além de cada civilização ser representada com miniaturas diferente ainda temos 5 criaturas fixas que são lindas (apesar de as vezes nem aparecerem no mapa).

Resultado, um jogo muito bom, estratégico, bonito com alta rejogabilidade e simples de explicar. Vai agradar aos gamers e aos jogadores novatos.

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Depois que eu entrei no esquema "comprar pra vender" nunca mais coloquei nada de novidades que chegam lá em casa justamente por não saber o que realmente vai ficar na prateleira.

Mas acho que desse apanhado dos últimos 5 meses nenhum deve ir embora por algum tempo.

o RISK 2210, Warcraft, Pueblo e Dread Pirates eu peguei em Math-trades internacionais, dos 4 eu ainda não joguei o Dread Pirates (que eu recebi ontem), mas desse eu não me desfaço mesmo que seja ruim pois é com certeza o jogo mais bonito que eu tenho agora.

O RISK foi dado pelo pessoal da Hasbro para fazer uma resenha (coisa que eu farei em breve). Chaos, Dungeon Lords e o Abalone (que esqueci de fotografar) foram presentes de aniversário.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Sáb. 28 - Castelo das Peças


Mas uma edição de casa cheia.

Nesse último sábado rolou a 25ª edição do Castelo das Peças e apesar de termos que dividir o andar com um evento do próprio SESC não tivemos problemas com espaço e com a quantidade de gente (essa foi uma edição mais "light" com "apenas" 50 pessoas).

Logo de cara percebi vimos que o povo veio pra jogar novidades, tínhamos disponíveis, Dungeon Lords, Carson City, Shipyard, The Adventurers, At the Gates of Loyang, BoardGameGeek the Game, efim, a nata das novidades estavam lá.


Carson City ainda no comecinho do jogo.

Como a mesa do Dungeon Lords já estava rolando, aproveitei para mostrar o Carson City pra galera e foi outra partida muito boa, estou gostando cada vez mais do jogo. Dessa vez jogamos com o índio (promo distribuído na Essen) e ele dá uma crescida legal no número de lotes que vão ao jogo.

O Camilo investiu nas pistolas e na pontuação com elas, acabou ganhando com uma larga vantagem para o Romulo (2º) e pra mim (3º), seguidos pelo Rogério e o Filipe.

Depois dessa partida fomos almoçar e na volta mais novidade, o The Adventurers. O jogo é um "party-game" disfarçado de jogo sério. Estilão Indiana Jones (até com a pedrona rolando) onde os jogadores tem que passar pelo templo recolhendo tesouros. Diversão certa (mas com prazo de validade).


The Adventurers correndo para não serem esmagados.

Depois ainda joguei um Crokinole (tomei uma coça arrasadora da dupla Flávio/Rogério) e ainda joguei um Jenga Donkey Kong. Variação muito maneira de um jogo bacana, nesse além de tirarmos as peças ainda temos que subir com o Mário para salvar a menininha das garras do macacão.

Novamente um evento de qualidade com a galera se divertindo pra caramba (devem ter rolado umas 6 mesas de The Adventurers), agora é esperar a última edição do ano.

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Mais novidades na ludoteca. Vindos da math-trade chegaram o Sylla e o Hansa (esse velho conhecido), outras novidades são expansões, as duas do Small World (Cursed e Grand Dames) e a Steam : Barons. Ainda temos PÜNCT e de home-made o Mosaix, um dice-game divertidinho.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Resenha : Carson City

Ontem rolou no Calabouço a primeira partida de uma das novidades de ESSEN que chegaram às mesas cariocas, o Carson City.



INTRODUÇÃO: Segunda criação de Xavier Georges (a primeira foi o Royal Palace), nesse jogo somos desbravadores que chegam o território de Carson City para prosperar com prédios e minas. Para isso temos uma série de pessoas influentes na cidade de quem recebemos ajuda para conseguir certas vantagens.

COMPONENTES: O jogo é bonito pra caramba, tem uma mapa bem grande com uma arte caprichada. Temos os cowbeeples (hehehehehe) e os papeis a serem selecionados que também são bem bacanas. Produção nota 10.

MECÂNICA: O jogo é um misto (bem balanceado) de três mecânicas bem familiares aos euros, divididos em 4 rodadas onde ao final delas quem tiver mais pontos de vitória é o vencedor.


Caixa do Carson recém aberta.

A primeira a ser usada é a seleção de papeis, existem 7 no jogo e cada jogador escolhe um deles e se beneficia daquela ação no turno. A numeração dos papeis também vai definir a ordem do turno.

Entramos aí na segunda fase da rodada que é a colocação dos cowboys no tabuleiro para: realizar ações e para comprar lotes no terreno de Carson City.

As ações seguem uma ordem pré-definida, e na maioria dos casos mais de um jogador pode colocar um cowboy na mesma ação, com isso vão acontecer alguns "duelos" que vão definir quem vai ter o direito de realizar a ação escolhida.


O mapa do jogo com uns lotes ainda sem construção.

Nisso damos entrada para a terceira mecânica, a de tile placement. O tabuleiro mostra o terreno de Carson City apenas com uma casinha, dela vão partir todos os outros prédios (que são comprados durante a fase de ações). Os jogadores só podem construir prédios depois de terem comprado um lote de terreno, e a maioria dos prédios precisam que tenham estradas para que possam ser construídos.

Os prédios são a forma de ganhar dinheiro (que acabam virando pontos de vitória) e eles foram idealizados para trabalharem em conjunto com as suas vizinhanças, isso faz a com que suas escolhas sejam bem pensadas para não perder tempo e dinheiro nas suas construções.

DIVERSÃO E REJOGABILIDADE: Enfim, o jogo se desenvolve bem, e apesar de ter sido uma primeira partida para todos, da metade para o final todos já tinham mais ou menos uma idéia de como trabalhar, e o jogo acaba deixando aquela vontade de jogar novamente.


A área de ações do jogo.

Como o setup inicial é totalmente aleatório, cada partida vai funcionar de uma forma diferente, dando vantagens para uma ou outra construção em especial.

Realmente um bom jogo, não estava na minha wish-list inicial de Essen, mas acabou virando uma aquisição bem-vinda a coleção, acho que vai ver bastante mesa.

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Junto com o Carson City mais dois jogos entraram no pacote Essen de novas aquisições. As outras duas novidades são expansões, uma é o Agricola: Farmers of the Moor e a outra o Dominion: Seaside. Esses vou tentar estreiar no fim de semana.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Novidades na ludoteca



Hoje recebi umas novidades e aproveitei para bater uma fotinho junto com alguns jogos que eu recebi entre julho e agosto.

Dentre as apostas o Alexander, The Great e o FITS, um por ser um controle de área que usa uma mecânica diferente (e na pior das hipóteses tem um monte de cubinhos pra canibalizar) e o outro um abstrato do Knizia que é a cara do Tetris (e concorreu ao Spiel des Jahres desse ano).

O Oceania e o Duck! Duck! Go! eu já conhecia e gosto deles. Na "seara" dos home-made tem o 18AL que já estava pronto a algum tempo, mas eu ainda nem joguei nem tinha tirado foto, fica aí o registro, agora é colocar eles na mesa.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Ter. 07 - Casa do Gurgel

Ontem foi dia de rever alguns amigos, depois de muito tempo dei um pulinho na casa do Gurgel para jogar com a galera de lá. Chegando lá já estavam além do dono da casa, o Bruno e o Filipe (novos jogadores), o Marcelo e o Lucas. Puxei o Small World pra apresentar ao povo.


Small World logo no início da partida.

Mesa cheia de Small World é sempre divertida, e sairam umas combos interessantes, como Gigantes Voadores, Ratos com Pilhagem e Ghouls Bersekers. Eu caí na asneira de pontuar muito bem em uma rodada, essa foi minha sentença de morte (fiz 15 em uma e 4 na rodada seguinte). Já o Marcelo foi pontuando bem e pegou umas combos interessantes o que garantiu a vitória dele, eu fiquei em segundo, o Filipe em terceiro (graças aos Trolls que pontuaram bem e ficaram pontuando praticamente o jogo todo), o Gurgel em quarto e o Bruno em último.

Enquanto jogávamos mais uma galera chegou, jogou um Nexus Ops e depois do pit-stop para comida e bate-papo puxamos uma mesa com 11 de Bang!.


Mesa grande de Bang!, não deu pro xerife.

Ao contrário do que se possa imaginar, foi uma partida longa com o Marcelo de xerife e tiros comendo solto. Eu comecei com um papel de 3 de vida achando que não conseguir nem chegar na minha vez, mas até que eu durei muito, até pensei que poderia divir a vitória com os bandidos, mas um "comparsa-cubra" acabou me matando. Final, Gurgel ganhou com a morte do xerife, não antes da cidade-fantasma fazer a festa dos mortos.

Pra fechar a noite dividimos a mesa, uma galera foi pro Red Dragon Inn e outra resolveu jogar o Bootleggers.


Bootleggers, jogo bonito, mas chatinho.

Nesse jogo, somo mafiosos na época da lei-seca tentando vender nossas bebidinhas nos bares e sem entrar muito em conflito com os outros mafiosos. As regras são bem simples: leilão para cartas especiais, colocação de influência nos bares, produção de bebidas, venda e vida que segue, quem tiver mais grana no final ganha.

O jogo é muito chatinho e mecânico, e mesmo com bastante interação entre os jogadores ele não empolga, já tinha jogado ele uma vez a muito tempo atrás e ontem reforcei minha opinião sobre ele. No final acabei ganhando mas nem conta muito pois já queríamos que o jogo acabasse mesmo, e a última rodada nem foi tão séria assim.

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Chegou a encomenda que eu fiz na Alemanha, e veio sem taxação, o que é sempre uma felicidade. Na caixa a expansão do Tribune, o Alea Iacta Est (novo "medium-box" da Alea), o Pack & Stack e o Fire & Axe. Agora com tanta coisa nova na coleção, é ficar um tempo sem comprar nada e gastar esses que chegaram, ou como diz o meu amigo Victor "zerar os jogos novos".