quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Ludoteca Básica : Small World


Lançado em 2009 pela Days of Wonder, Small World é uma releitura de um jogo de 99 do Philippe Keyaerts chamado Vinci que ganhou um banho de loja e desde então vem colecionando prêmios, fãs e expansões.

O básico do jogo é simples demais, na sua jogada você pega seus marcadores e vai dominando novos territórios com a sua raça, os combates são determinísticos até o momento em que você pode arriscar com um dado de reforço para tentar aquela última conquista, e é ISSO.

Fosse só isso ele seria um jogo qualquer, mas o que torna o Small World tão maneiro são as combinações raças!

Expansão Underground com novas raças, mapas e regras.

O jogo trabalha com uma junção de raças e poderes especiais para serem escolhidos pelos jogadores, cada combinação dessas dá direito a uma quantidade diferente de marcadores e também de formas diferentes de pontuação.

Aqui você vai poder encontrar Elfos Voadores, Trolls Alquimistas, Orcs Espirituais, entre outras combinações bizarras, e que mudam de uma partida para outra e é assim que você vai definir a quantidade de marcadores que você vai usar.

Além de ser um excelente jogo, ainda tem uma arte lindona.

Só que esses marcadores são limitados, e chega uma hora que sua raça precisa virar história para que novas raças apareçam em Small World, e esse é outro charme, você escolhe a raça ativa, entra em declínio com ela (ela continua pontuando, mas para de se expandir) e escolhe uma outra raça para começar um novo avanço territorial para no final o jogador que somou mais pontos ganhe o jogo.

Desde o seu lançamento o jogo (lá fora) teve muitas expansões, desde um novo core, o Small World : Undergroud, até expansões menores de terrenos e novas raças e poderes especiais e ainda esse ano sai mais uma promoção, a Small World : Sky Islands.

A combinação de raças, o charme do Small World.

Em 2013 foi lançada uma versão digital para o jogo, que traz toda a experiência para o mundo dos app's. Muito bem implementada pela Asmodee Digital (resenhada aqui), além da arte ser igual, a jogabilidade também é perfeita, sendo fácil uma das melhores adaptações de jogos de tabuleiro para plataformas digitais.

Aqui no Brasil ele foi trazido pela Galápagos Jogos, que ainda não se pronunciou quanto às expansões, o que é uma pena uma vez que o jogo é um excelente jogo de entrada para novos jogadores por ter regras tranquilas de ensinar, e uma arte super convidativa, assinada pelo grande Miguel Coimbra.

Próxima expansão Islands, programada para esse ano.

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Zombicide S03 + Angry Neighbours

A galera que vem sempre por aqui, sabe que eu sou fã da família Zombicide, já falei da Season 1 muito antes de chegar no Brasil e da Black Plague, e esses dias tive a oportunidade de pegar a Season 3 da Galápagos Jogos completa, que são o core Rue Morgue e a expansão Angry Neighbors.

No Rue Morgue já temos algumas novidades bem bacanas já nos astros do espetáculo, agora existem os zumbis calejados, a abominação bombada e os rastejadores.

Os zumbis calejados são bem parecidos com o da Season 1, com a diferença que se durante o combate dentre os dados de erro você tirar algum número um, os zumbis que foram acertados não morrem, viram rastejadores, e você precisa matá-los novamente.

Helicópteros, novos zumbis, regras pvp.
Novidades da Season 3.

Já a abominação bombada é sinistra de matar (só com molotov ou lança-chamas) e tem a ação de agarrar, que traz os sobreviventes de áreas adjacentes para a zona onde ele está.

Outras peças legais que vem nessa Season são as barracas, os ativadores de eventos e o helicóptero, os três abrem excelente possibilidades para mapas e missões bacanas.

Além disso, temos as cartas de ações conjuntas e uma coisa que todos os jogadores vinham pedindo desde a primeira caixa, finalmente apareceu, o modo de jogo "player vs. player", onde os jogadores são separados por times, e existem cenários específicos para serem usados.

Diversão pra família toda!

Já na expansão Angry Neighbors que completa a Season 3, as adições mais legais são os companheiros sobreviventes (quem já joga o Zombicide a muito tempo, já deve estar familiarizado com companheiros cachorros) que tem especializações e ajudam os jogadores de diversas maneiras.

Além deles temos os zumbis caçadores, que recebem ativações extras toda vez que uma carta de zumbis daquele tipo é sorteada na fase de entrada de zumbis.

Nova forma para entrada de zumbis, agora numerada.

Há também no Angry Neighbors a introdução ao modo ultra-vermelho, onde os jogadores podem ir além do nível de perigo vermelho e ganham equipamentos mais bombados, e a habilidade de Apodrecido, que concede aos jogador uma ficha que faz com ele possa andar entre os zumbis sem ser percebido (muito útil para determinadas missões).

Depois de jogar a Season 1 (que é muito boa) e a Black Plague (que é a minha preferida), a Rue Morgue é uma excelente adição ao jogo, principalmente se você prefere o jogo se passando nos dias atuais. Rue Morgue e Angry Neighbors andam meio fora de catálogo (está na hora do reprint hein Galápagos), mas se você tiver a oportunidade de pegá-la, não pense duas vezes.

Casa de fã do Zombicide tem até torre personalizada!

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

The Oracle of Delphi


Em Oracle of Delphi, Zeus estava de bom humor e resolveu dar um presente a um mortal que mostrasse seu valor realizando 12 trabalhos em seu nome.

A premissa do último jogo do Stefan Feld é essa e o jogo é uma corrida para ver quem consegue realizar os 12 trabalhos (que variam entre erguer estátuas, matar monstros, fazer oferendas e construir templos) antes dos oponentes.

Temos um tabuleiro modular e um tabuleiro individual, onde consultamos os oráculos (rolamos dados), colocamos nossas cartas de dano, vemos o nosso valor de escudo e vamos crescendo e adoração aos deuses para recebermos suas ações especiais.

O mapa central com vários pontos para se passar.

No tabuleiro principal, fica Zeus e nossos barquinhos, durante o setup inicial rolamos os dados de oráculos para sabermos quais cores poderemos utilizar na rodada e quais deuses subirão na sua escalada para conseguirmos posteriormente o seu poder especial.

Na sua rodada os jogadores podem realizar algumas ações, algumas sem relação com a cor tirada (como pegar cartas de oráculo, pegar favores dos deuses ou olhar duas peças de ilha escondidas) mas a grande parte das ações depende da cor tirada nos três dados.

Aí nós temos ações de movimento, explorar ilhas, construir templos, pegar ou entregar oferendas, pegar ou erguer estátuas, descartar cartas de dano, aumentar o nível de algum deus e lutar contra monstros.

Zeus tá de bom humor e quer dar presentinho pra geral.

Algumas das ações são bem simples, só a lutar contra monstros é que depende mais de sorte, pois gastamos um dado para escolher o monstro, e depois precisamos rolar um dado para ver se o derrotamos, baseado na força dele subtraído ao nosso valor de escudo.

Mas como em todo bom euro com dados, existem diversas formas de atenuarmos a ação caótica dos dados, para isso temos cartas de oráculo com cores definidas, no combate podemos tokens de favor para conseguirmos novas rodadas de batalha (enfraquecendo o monstro) e também usamos esses tokens para mudar a cor dos dados (seguindo um rondel).

No tabuleiro de cada jogador, consultamos o oráculo.

The Oracle of Delphi vai rodando dessa forma, com todos alternando turnos usando suas ações, até que o primeiro jogador consiga realizar os 12 trabalhos e volte ao encontro de Zeus, se ao final da rodada apenas um jogador tenha feito isso, ele é o vencedor, em caso de empate existem critérios para resolver isso.

Eu sou fã do Stefan Feld e estava muito curioso para jogá-lo, apesar de ser um jogo bacana, acho que ele é muito repetitivo e demora mais do que deveria (jogamos a versão curta com 8 trabalhos, o jogo fica ideal assim), vale para conhecer, mas não sei se esquenta estante não.

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Jogo bom tem que ser divertido?

Jogo de tabuleiro é pra divertir e entreter.

Outro dia alguém da fanpage da Boardgames Brasil levantou a bola sobre se todo jogo para ser bom tem que divertir, achei que valia escrever um pouco sobre isso e eis aqui minha opinião sobre o assunto.

Vamos partir do princípio de que as coisas que me divertem, não necessariamente vão divertir outra pessoa, passando isso pros jogos tenho vários exemplos de amigos que se divertem fazendo contas, pensando em probabilidades e outros que simplesmente se divertem em destruir a base inimiga.

Tendo isso como pensamento, o que podemos chamar de diversão nos jogos de tabuleiro?
 
Imagem & Ação, me divertiu por anos, hoje já não mais.

Desde tempos imemoriais, os jogos de tabuleiro são um instrumento de entretenimento, tanto para as crianças, quanto para adultos, e trazendo para minha realidade, já me diverti muito com WAR e Imagem & Ação, que hoje já não me divertem mais.

Nos jogos modernos vejo mesas se divertindo horrores com Munchkin, e ele é um jogo que me irrita profundamente, já outro dia passei quase 5 horas jogando Twilight Imperium 4ªed. me divertindo pra caramba.

Mas você vai dizer que são jogos totalmente diferentes, que não dá pra comparar se são bons e divertidos, então eu vou te dar dois exemplos : Caylus e Agricola.

Agricola é muito mais que Caylus (mas há quem conteste).

Ambos são worker-placement "raiz", só que uma partida de Agricola me diverte, eu termino uma partida dele querendo jogar de novo, enquanto eu não consigo jogar Caylus mais, o jogo me deixa entediado e torcendo para que acabe logo, mas não tiro o mérito dele.

O lance é que o jogo pode ser bom sem ser divertido, acontece muito, MAS pra mim jogos que divertem terão sempre primazia na hora de escolher uma partida, sendo assim é certo que eu vá sentar numa mesa de Pablo ao invés de uma de Tigris & Euphrates, mesmo sabendo que esse segundo é um jogão, mas pra mim ele é chato que doi.

Então, depois de escrever um monte, a minha resposta para o amigo do Face : Jogo bom deve ser divertido pra quem joga, a experiência tem que ser boa, se ele não for divertido pra ninguém com certeza ele não será bom.

Mas nem sempre todos se divertem jogando.

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Dice Forge


Vocês já devem ter ouvido falar em dice building, alguns bons exemplos são o Marvel Dice Masters e o Quarriors!, mas eles vão precisar de outra descrição depois de Dice Forge, esse sim é um dice BUILDING!

Em Dice Forge cada jogador começa com 2 dados com as mesmas faces, e precisa durante uma quantidade de rodadas (definidas pela quantidade de jogadores) fazer pontos, e para ajudar nesse processo você pode comprar cartas ou comprar faces para seus dados e melhora-los.

Área de cada jogador, dados, cartas e marcadores!

As rodadas são extremamente simples, os jogadores todos rolam seus dados e ajustam seus marcadores de ouro, sol, lua e pontos, dependendo do que saiam nos dados, aí o jogador da vez faz as suas ações.

São duas ações possíveis, a primeira fazer uma oferenda aos deuses. Essa é a ação que faz do Dice Forge um jogo único.

Nessa ação o jogador gasta ouro para comprar uma ou mais novas faces para o seus dados, podendo assim ir otimizando resultados fazendo upgrades de cada uma das 12 faces iniciais.

 
Aqui você pode comprar novas faces para os seus dados.

A segunda ação é fazer um ato heroico. Nessa ação vamos até o display de cartas, onde temos disponíveis 15 cartas que vão ajudar aos jogadores a fazerem pontos, a terem melhor desempenho na hora da obtenção de recursos pelos dados, entre outras coisas.

Para isso você vai com o seu peão até o lugar escolhido, paga os recursos e pega a cartinha em questão. Essas cartas tem quantidades limitadas, então é legal você se planejar para pegar as melhores para não dar chance aos seus adversários.

E simples assim, você tira uma e coloca outra.

E o jogo é isso, no final das rodadas definidas os jogadores somam os pontos que ganharam durante a partida aos pontos de cartas, e quem tiver mais pontos é o vencedor.

Dice Forge é daqueles jogos que agradam muito, regras simples, alguma interação entre os jogadores, arte muito bonita, produção caprichadíssima, sem necessidade de ler os textos (tudo bem iconizado), é o típico jogo que faria sucesso no mercado nacional, agora é só esperar alguém trazer.

As cartinhas que te ajudam a pontuar, tudo lindão!

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Twilight Imperium 4th Ed.


Um fim-de-semana com a pessoa que você ama, assistir a trilogia do Senhor dos Anéis estendida, ler o seu livro preferido de novo, acompanhar seu time do coração ser Campeão do Mundo e uma partida de Twilight Imperium são experiências que você tem que ter na vida.

Eu sou fã do jogo desde que joguei a primeira versão e depois com a terceira ele virou uma das experiências lúdicas mais completas desde que eu voltei aos jogos de tabuleiro, o único problema, é que cada partida demorava em média de 6 a 8h, o que afasta um pouco (pelo menos a mim) de jogá-lo tantas vezes quanto eu gostaria.

Então quando a Fantasy Flight anunciou no mês passado a quarta edição falando que o jogo tinha ficado mais enxuto, bem, é claro que eu fiquei super animado, não só por ter um dos melhores jogos de todos com uma roupagem nova, mas com a possibilidade de conseguir jogá-lo em menos tempo, e ontem rolou a primeira partida e eu vou falar um pouco dessa experiência pra vocês.

Começando o jogo, no seu home-system.

Twilight Imperium é um jogo-evento, onde cada jogador comanda uma raça que tenta se expandir pelo universo, e para isso precisa colonizar novos planetas, arrumar encrenca ou fazer política com as outras raças, avança seu conhecimento com novas tecnologias, enfim, um 4X com todos os seus elementos.

O jogo funciona inicialmente em três fases distintas, a Strategy Phase, onde os jogadores vão escolher os papeis que usarão, a Action Phase, onde efetivamente fazemos as ações do jogo e a Status Phase onde verificamos se cumprimos algum dos objetivos, ganhamos cartas de ação e outras coisas.

Um dos grandes baratos do Twilight Imperium são essas cartas, são 8 Strategy Cards que você usa para as mais diversas ações dentro do jogo : Ganhar novos tokens de comando, evitar que algum sistema seu seja invadido, escolher as agendas políticas, fazer construção de novas Space Docks e PDS, produzir bens de troca, conseguir maior maleabilidade com tokens, fazer novas tecnologias e ganhar ponto durante Action Phase.

Muitas cartinhas, muitas figura, muito amor!

Essas cartas são a alma do jogo, e assim como no clássico Puerto Rico, além da ação principal, permitem que os outros jogadores façam ações secundárias que lhes darão benefícios também, e para isso uma boa distribuição entre os tokens de comando (que você usa para ativar sistemas, quantificar sua frota e para usar as secundárias) é muito importante.

Outras ações mais "simples" são feitas sem as cartas. Movimentação, invasões, produção entre outras, também são feitas durante a Action Phase e fazem com que o jogo aconteça, que as porradas apareçam e que planetas sejam conquistados.

Uma adição bacana da quarta edição foi a inclusão de uma quarta fase à partir do momento em que o planeta centra (Mecatol Rex) seja dominado por alguém, essa é a Agenda Phase, e coloca uma fase política ao jogo que torna bem importante ter planetas que te forneçam influência para poder participar ativamente e não ficar prejudicado em alguma das duas votações que sempre acontecem.

Um mapa para 3 jogadores, partida de pouco mais de 4h.

O jogo vai evoluindo dessa forma até que um dos jogadores faça 10 pontos ou até que não se consiga abrir mais nenhum objetivo público e aí o jogador com mais pontos ganha.

As diferenças da 3ª edição para a 4ª fizeram com que o Twilight Imperium ficasse mais fluido, com algumas coisas bem sutis e outras mais contundentes, mas que mostraram que em mais de 10 anos entre uma versão e outra praticamente todas as arestas que tinham para serem cortadas, fossem cortadas.

O jogo melhorou em tempo, produção, beleza e jogabilidade, e hoje é sem dúvida o 4X definitivo para você ter na sua coleção.

As vezes, a porrada é sangrenta!

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Dead of Winter


O apocalipse zumbi está rolando, o inverno chegou e você faz parte de uma colônia de sobreviventes tentando sobreviver e completar objetivos comuns, mas situações extremas fazem com que as pessoas as vezes olhem para o próprio umbigo e esqueçam dos outros.

Com essa premissa, Dead of Winter, lançado no Brasil pela Galápagos Jogos, é um jogo cooperativo onde todos jogam com um objetivo comum e um objetivo pessoal, só que ele também traz a figura do traidor, que pode ou não aparecer, mas deixa o jogo tenso por não sabermos se ele existe.

As regras são simples, no início do jogo cada jogador vai receber uma quantidade de sobreviventes (que vão dar dados de ação), separamos o cenário que vamos enfrentar e quantas turnos teremos para cumprir o objetivo comum à colônia, depois disso cada turno se alterna entre a fase dos jogadores e a fase da colônia.

Na colônia várias informações : crise, lixo, objetivo, etc.

Na fase dos jogadores são reveladas cartas de crise, que são geralmente situações ruins que precisamos resolver para não perdemos moral (quando a moral da colônia chega a zero, todos perdem), depois todos os jogadores rolam seus dados e realizam as ações disponíveis.

Essas ações, podem ser atacar os zumbis (ou sobreviventes), fazer barricadas, limpar o lixo (cada carta usada vai pro lixo, se chegar a uma quantidade grande de lixo a moral cai), jogar cartas, usar habilidade dos sobreviventes, votar para exilar um sobrevivente, doar cartas para resolver a crise entre outras.

O Dead of Winter tem tabuleiros separados para cada localidade (com cartas especiais para cada uma delas) e o tabuleiro da colônia, e em cada localidade você pode encontrar coisas determinadas, então é sempre legal pensar bem para onde enviar seus sobreviventes de acordo com os itens que você precisa conseguir.

Nas localidades tentamos coletar itens importantes
e sobreviver aos ataques zumbis.

Além da crise, dos objetivos, dos zumbis, e do traidor, ainda temos as cartas de encruzilhada, essas cartas vão sendo abertas pelos jogadores e só são ativadas quando algum gatilho seja disparado, aí antes de continuar o jogo essa carta deve ser resolvida.

Depois de terminada a fase dos jogadores, vem a fase da colônia, onde precisamos alimentar os sobreviventes, verificamos se tem lixo demais, resolvemos (ou não) a crise, chegam zumbis, vemos se o objetivo principal foi resolvido e andamos com o marcador de turno.

Na área dos jogadores, a cartinha referente a cada
sobrevivente e os dados de ação.

O jogo segue até que a moral ou o marcador de rodadas chegue a zero (onde todos perdem) ou quando a colônia consegue realizar o objetivo principal, aí os jogadores que conseguiram completar seus objetivos pessoais ganham, caso contrário, mesmo que o objetivo geral seja atingido, aquele(s) jogador(es) perde(m).

Eu demorei muito para conhecer o Dead of Winter, mas agora ele entrou na lista de grandes jogos com tema de terror (possivelmente me fazendo mexer no Top3), ele é bem imersivo, tenso, e mesmo na versão onde sabemos que não tem traidor, temos que ficar cuidando da colônia para não diminuir a moral, tudo muito sinistro, fazendo com que ele seja um daqueles jogos que valem a experiência.

Eu achei a opção dos personagens cartonados mais
legal do que se fossem miniaturas, ponto pro jogo!


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