quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Abrindo a Caixa : Madeira

Todos os componentes do Madeira.

Finalmente recebi o meu Madeira, criação dos amigos Paulo Soledade e Nuno Sentieiro. Esse jogo foi muito badalado em Essen 2013 e o pessoal daqui que já jogou, o colocou como TOP 5 das novidades da feira.

A What's is Your Game? fez um trabalho bem bacana e os componentes estão de excelente qualidade. Os dados são em relevo e o tokens estão com uma espessura bacana (apesar de uma das folhas ter vindo com o corte um pouco prejudicado, mas nada demais).

Dados e meeples, a "engrenagem" do jogo.

A caixa vem com o manual em inglês e alemão e todos os componentes são sem texto, o que facilita pra caramba para apresentar aos amigos que tem alguma dificuldade com outros idiomas.

Estou ainda lendo as regras, mas até agora o que eu senti foi que é um jogo de "gente-grande". Mas estou achando que deve ser um work/dice placement bem legal.

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Feriadão cheio dos jogos

Aqui no Rio esse fim de semana teve um feriadão nota 10 para os cariocas. Eu dei uma fugida com a família e os amigos para a serra de Petrópolis e obviamente a mala foi cheia de jogos.

Mala cheia dos joguinhos, mas nem todos viram mesa.

Mas na casa onde ficamos, tinham várias surpresas : um xadrez ENORME todo entalhado, um jogo "roll and move" do MAD onde o objetivo era perder (!!!), fora os lugares comum que geralmente achamos em casas de campo, como Imagem & Ação, Banco Imobiliário, WAR e afins.

A turma que foi curtiu muito as partidas do Timeline e do King of Tokyo, que viram mesa todos os dias, até com a criançada jogando.

Xadrez "boladão" todo entalhado em madeira.

Outro que sempre faz sucesso é o Jenga, mas também tivemos tempo para um joguinho mais "pesado", e o escolhido foi o Guerra dos Tronos LCG.

O problema é que acabamos começando a partida muito tarde, então às 3 da manhã, com a minha os Lannisters ainda com 8 pontos de vitória (dos 15 para o final da partida), resolvemos que já tinha dado.

Os Lannisters bem que tentaram, mas como a saga nos livros,
a partida também não terminou.

Como sempre, na companhia dos amigos, criançada dando uma canseira (mais alegrando a casa) e com joguinhos por perto, o feriado foi muito bem aproveitado.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Resenha : Amerigo

Ontem, apesar do temporal, os amigos aparecerem para mais um CACÁbouço e de quebra trouxeram o Amerigo, novo jogo do Stefan Feld e que está na minha lista de desejos desde Essen.


O jogo tem uma produção super caprichada (a caixa é enorme e toda bem dividida) e as regras, como é um costume dos jogos do Feld, é bem tranquila de aprender, o "diabo" está nos detalhes.

Temos 6 turnos de jogo, divididas em 7 rodadas cada. As ações são as mais variadas e vão desde navegação à construção de prédios passando por incrementar seu canhão (por conta dos piratas).

O tabuleiro central com as ilhas e o tabuleirinho de ações e tiles.

No entanto, o mais bacana no Amerigo é a forma com que o autor utilizou o mecanismo da torre de cubos da Queen Games. No início de cada rodada jogamos a quantidade disponível de cubos na torre, as cores que saírem são as ações a serem realizadas na rodada.

As formas de pontuar são as mais variadas. Durante o jogo temos as construções nas ilhas e alguns tiles especiais, e no final do jogo temos uma série de pontuações para definir o vencedor.

A torre onde são jogados os cubos que vão definir as ações da rodada.

Na nossa partida o Warny terminou na casa dos 190 pontos (fazendo mais de 90 pontos só no final do jogo), o Victor em segundo na casa dos 180 e eu e a Lu na rabeira com pouco mais de 140 pontos.

Durando pouco mais de 2 horas (com a explicação), o Amerigo entrou na minha lista de desejos e tem grandes chances de virar TOP 5 dentre os jogos do Stefan Feld.

E com essa partida eu comecei o meu desafio de 10 jogos 10x.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Resenha : Taj Mahal


Um clássico do autor Reiner Knizia, Taj Mahal é um jogo de leilão e controle de área muito peculiar em alguns aspectos e que agrada bastante à quem experimenta ele.

Lançado em 2000 nele temos como objetivo ganhar pontos de influência, e para isso precisamos de presença no tabuleiro, conseguir "produtos" para no final desbancar os adversários.

O tabuleiro ainda no início do jogo, com poucas regiões pontuadas.

O bacana do Taj Mahal é o seu leilão bem diferente onde temos cartas com cores e símbolos (que são efetivamente o que vamos ganhar no leilão).

Na nossa jogada podemos baixar uma carta de cor (acompanhada ou não por uma branca) ou passar. A rodada segue até chegar novamente em você que pode continuar no leilão baixando outra carta da mesma cor anterior ou passar.

Uma vez que você passa verifica se levou algum dos 6 itens sempre abertos na rodada. Os itens são basicamente o tile da rodada e o personagens de influência (que são responsáveis por colocar peças no tabuleiro).

As cartas responsáveis pelo leilão de cada rodada.

Terminada a rodada pontua-se os templos (baseado nos setores do tabuleiro) e segue-se o jogo até o final da 12ª rodada para definirmos o vencedor.

Taj Mahal é um jogo com regras enxutas e decisões interessantes a cada rodada, num tempo de jogos cheios de detalhes vale sempre conhecer esses jogos mais "antigos" porém classudos.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Resenha : Chinatown


Chinatown é um jogo de negociação onde temos espaços para construir estabelecimentos de comércio que vão nos dar dinheiro que são os pontos de vitória do jogo.

As regras são super simples : No início de cada uma das 6 rodadas os jogadores recebem cartas de setores do bairro de Chinatown, escolhemos algumas, e colocamos nossos marcadores no tabuleiro.

As áreas do bairro de Chinatown prontos para serem especulados.

Depois recebemos algumas lojas que serão construídas nos nossos espaços. O lance é que as lojas tem quantidades de tiles que se estiverem juntos formam um estabelecimento completo e darão muito mais lucro durante as rodadas.

Nessa segunda fase está o coração do jogo, nela os jogadores podem negociar de tudo, grana, localização no tabuleiro, lojas construídas e à construir, enfim a regra permite praticamente todos os tipos de negociação. Só temos a restrição de não destruirmos nada que já foi construído.

E todos os diferentes tipos de negócio que podem ser construídos.

Passando por essa etapa, vamos construir quantas lojas quisermos e depois ganhar o lucro delas de acordo com a quantidade de tiles.

Para quem (como eu) curte jogos de negociação, o Chinatown é um prato cheio. A minha partida de estreia foi com 3 jogadores, o que diminui drasticamente o caos, mas acho que com a mesa cheia (5 jogadores) o jogo deva ficar bastante divertido também.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

CACÁbouço de volta

Uma das minhas resoluções de ano novo foi voltar com as jogas lá em casa, e ontem, apesar do quorum baixo, consegui recomeçar a jogar durante a semana no salão do meu prédio (ou CACÁbouço como foi "carinhosamente" apelidado).

Seguindo os desafios de 2014 já comecei estreando um dos jogos da minha coleção que ainda não tinham visto mesa, o Chinatown (1999).

 Tabuleiro com os quarteirões e seus comércios no Chinatown.

Ele é um jogo de negociação e controle de área bem caótico mas interessante também. Na nossa partida éramos 3 o que reduz um bocado o falatório na hora do mercado, e o jogo fluiu bem numa partida de pouco menos de duas horas (contando a explicação).

Depois com a chegada de mais um amigo passamos para outro clássico que não via mesa a bastante tempo, o Taj Mahal (2000) do mestre Reiner Knizia.

 E os setores de pontuação no Taj Mahal com seus prédios "bunitinhos".

Nesse temos uma das marcas registradas do Knizia, seus leilões, e no Taj Mahal o leilão é bem peculiar e interessante, ainda temos o elemento do controle da área por setor e algumas outras pontuações. Outra partida bem rapidinha (coisa de pouco mais de uma hora).

Durante a semana que vem faço uma resenha melhor dos dois, vale dizer que foram duas partidas bem agradáveis e recomendo os dois jogos. Um para fãs de negociação e caos e o outro para fãs de jogos "classudos".

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Desafios lúdicos em 2014


Começamos 2014 e como todo bom gamer, cheios de expectativas quanto aos jogos novos, lançamentos nacionais e aquela vontade de jogar muita coisa no tempo que temos disponível para dedicar ao nosso hobby.

Não conhece muitos jogos? Terra Mystica tem que conhecer!

Com esse pensamento o BoardGameGeek fez uma série de listas com desafios aos jogadores e eu vou destacar três que eu achei bacanas e que podem ser feitas por qualquer um que está começando no hobby ou já é macaco velho.

A primeira é mais para galera novata : Se você conheceu até 100 jogos o seu desafio é conhecer mais 50 jogos novos em 2014.

 Memoir '44 certamente vai estar no meu desafio 10/10x.

Essa agora é para galera cascuda : Se você já jogou mais de 300 jogos diferentes, o seu desafio agora é escolher 10 e jogar eles 10 vezes em 2014.

E por último um desafio para todos : Olhe sua coleção, aposto que tem algum(s) jogo(s) que você ainda não jogou. Então o desafio é zerar esses jogos que só estão ocupando espaço.

 E o Bruges no desafio de zerar os jogos da coleção que ainda não foram jogados.

É isso, eu vou começar a fazer minha lista dos 10 jogos para jogar 10 vezes e do que ainda não viu mesa na minha coleção e botar os workers para trabalhar e os dados para rolar.