sexta-feira, 24 de maio de 2019

Reykholt


Se tem um cara que sabe fazer jogo de fazendinha, esse cara é o Uwe Rosenberg, e se você, assim como eu, é fã do cara e dos jogos dele, deve ter ficado super feliz quando a Galápagos anunciou que traria o Reykholt para o Brasil.

Em Reykholt sobre levados a Islândia, onde graças a sua energia geotérmica, temos um paraíso para o cultivo de vegetais, e onde turistas vão saboreá-los e você precisa ser esperto para a dura concorrência com os outros produtores locais.

Dito isso, temos um jogo de alocação de trabalhadores, onde a cada rodada temos quatro momentos (fases) onde os jogadores se revezam em turnos para irem aos espaços realizarem ações, colhemos nossos vegetais, alimentamos os ávidos turistas e descansamos (porquê ninguém é de ferro).

 No tabuleiro principal, ficam as ações do jogo.

Durante o momento de trabalho, usamos os nossos três trabalhadores para irem no tabuleiro principal onde temos uma série de ações disponíveis, basicamente vamos lá para conseguirmos as estufas onde plantamos os vegetais, conseguimos as ações de plantio e colheita ou pegamos cartas de serviços, que são melhorias à serem usadas durante a partida.

O lance do Reykholt é que temos uma assinatura do Uwe nele, que é você querer fazer mais ações do que vai realmente conseguir, nisso ele é um dos mestres, e nesse jogo, ele não foge a regra, você só tem três trabalhadores pro jogo todo, e três ações por turno não dá pra nada e você precisa fazer mágica e calcular muito bem o que vai ter que deixar pra próxima rodada.

 Os jogadores precisam ir plantando em suas estufas
(aqui uma estufa bombada pelas cartas de serviço).

Uma vez que o momento do trabalho acaba, os jogadores tem direito de colherem nas suas estufas, para depois seguirmos para o momento do turismo.

Aqui os jogadores precisam pagar os vegetais solicitados nas mesas para avançarem na trilha de pontuação, e uma vez por rodada você pode ao invés de pagar o que a mesa pede, pegar aqueles produtos como bônus, fazendo que o jogador sempre avance pelo menos um espaço na trilha.

Essa trilha de pontuação dele é genial, mas extremamente difícil de acompanhar, uma vez que conforme você avança, mais difícil fica de atender aos turistas que começam querem um ou dois vegetais e terminam pedindo cinco ou seis, deixando o jogo bem tenso.

 A trilha de "pontuação" são as mesas com os pedidos
dos turistas que vão a Reykholt.

A partida avança durante sete rodadas, ao final do momento de descanso da sétima ela acaba e o jogador que estiver mais avançado na trilha de turismo é o vencedor.

Reykholt lembra um dos melhores jogos do Uwe, o At the Gates of Loyang (que está no meu TOP3 do autor), mas de uma forma mais leve, mas ainda assim é um euro desafiador e para quem curte tanto o tema, quanto o autor, é uma excelente oportunidade de ter um grande jogo na sua coleção.

Durante a partida, geral tenso tentando programar o que fazer
mesmo sabendo que não consegue fazer tudo.

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quinta-feira, 23 de maio de 2019

TOP3 Pra Usar na Escola


Quando eu subi a resenha da Lebre e da Tartaruga outro dia, um leitor da Ludopedia disse que pretendia usá-lo na escola onde trabalha e pediu pra elencar um TOP 10 de jogos que poderiam ser usados dessa forma, não vou chegar a tanto, mas na nossa coluna TOP 3 vou deixar alguns aqui que ao longo desses anos de hobby acho que cabem bem.

Um dos primeiros jogos modernos que eu joguei, SET é um card game super inteligente onde precisamos formar grupos de três cartas onde padrões se repitam em todas ou sejam diferentes em todas em um grid de 3x4.

O grande lance dele é que além de bom observador, você precisa ser super rápido, pois quem identificar primeiro, leva o SET para si, e isso lhe garante pontos ao final da partida.

Genial pode ser chamado do dominó moderno, criado pelo mestre Reiner Knizia, no jogo precisamos baixar nossas peças e ao juntarmos símbolos iguais, os pontuamos, o grande barato do jogo é que você pontua cada um dos seis símbolos isoladamente, e no final do jogo ganha só vale a pontuação do seu pior símbolo.

Genial faz jus ao nome, é um jogo brilhante, e que chama atenção não só pelas mecânicas, mas também bela beleza.

Agora pra mim em matéria de jogos para se usar na escola, não dá para competir com a série Blokus, nele os jogadores usam peças de formatos diferentes e precisam colocá-las no tabuleiro, sem que elas esbarrem ortogonalmente em outras peças da mesma cor colocadas anteriormente.

É desafiador, inteligente e lindo, ele já é usado pelo pessoal do MindLab na escola do meu filhote e a versão 3D já foi utilizado em versão gigante aqui no Rio por professores do Oi Futuro, fazendo enorme sucesso nos dois casos.


Mas existe uma quantidade absurda de bons jogos, principalmente os abstratos, que podem ser usados de alguma forma junto aos alunos para desenvolverem várias gamas de conhecimentos, aqui no Brasil tem muita gente que trabalha com jogos didáticos de qualidade, fica até difícil citar pra não ser injusto, mas eu deixo como referência o divertido Pit Crew, que usa fórmulas matemáticas para o desenrolar do jogo, e é muito divertido.


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segunda-feira, 20 de maio de 2019

Silk


Chegando agora ao Brasil pelas mãos da Devir, em Silk os jogadores são pastores dos bichos-da-seda de Akaishi, que produzem a seda mais delicada e cara do mundo, mas o pastoreio dessas criaturas não é uma tarefa fácil, pois o terrível ookami está sempre a espreita tentando abocanhar nossos bichinhos para seu suprimento de inverno.

No jogo temos um "tabuleiro" formado por tiles de vegetação em uma grade que varia pela quantidade de jogadores, na preparação inicial são colocados uma quantidade de bichos-da-seda, o pastor e o simpático mastim de cada jogador, além do tile com a toca do ookami.

O jogo tem regras super simples, no seu turno você tem como primeira ação colocar um dos seus bichos-da-seda no tabuleiro, e após essa colocação você rola dois dados que lhe dirão as suas ações possíveis.

 Os bichinhos-da-seda ficam ali de boas, até
que os ookami vem se alimentar deles.

Existem basicamente seis tipos de ações possíveis : colocar mais um bicho-da-seda no tabuleiro, mover o pastor ou o mastim, colocar cercas, colocar um dos seus viveiros ou recuperar uma terra árida, pastar em um dos tiles onde tenham bichos-da-seda ou mover o ookami.

Um dos grandes baratos do Silk fica por conta da movimentação das criaturas pelo tile. A mover seu pastor ou o mastim para um tile com bichos-da-seda, esses são empurrados para outro tile e isso pode transformar a jogada numa cascata de eventos que se bem planejada, faz com que o ookami acabe se alimentando de peças dos outros jogadores.

 As ações usam dados, mas você pode pagar pontos
de seda, mas alterar as suas faces.

O lance do jogo é tentar colocar bastante bichos-da-seda no jogo, pois ganhamos muitos pontos quando eles pastam. Existem 3 tipos de terreno fértil dando pontos, e ao usarmos a ação da pastagem multiplicamos o número de criaturinhas do jogador que realizou a ação pelo tipo de terreno, depois movemos os bichinhos para tiles adjacentes e viramos aquele tile para o lado árido.

Você deve estar achando que as ações são muito dependentes de sorte por conta dos dadinhos, mas você pode alterar os lados deles gastando seus pontos de seda, o que deixa as suas opções de jogadas muito mais abertas.

As rodadas prosseguem até que uma quantidade de pontos de seda é atingida (dependendo do número de jogadores) disparando o final do jogo, que dura mais uma rodada.

 O jogo é muito gostoso, inteligente e bonito.

Temos uma pontuação então das áreas cercadas multiplicadas pelos viveiros que estiverem nela, pontos pelos tiles com bichos-da-seda que não estejam com o lado árido virado e finalmente deduzimos os bichos que foram comidos pelo ookami e quem tiver a maior pontuação é o vencedor.

Mais uma vez a Devir traz uma grata surpresa para a mesa, Silk é um jogo bem gostoso de jogar, tem uma ilustração lindíssima que lembra muito os desenhos do Moebius, e é o tipo de jogo tranquilo de ensinar e jogar, mas que de bobo não tem nada.

http://hamburgueriabeb.com.br/

quinta-feira, 16 de maio de 2019

Coleção Contos & Jogos : A Lebre e a Tartaruga


A FunBox Editora está voltando a ativa, e para começar traz finalmente para o Brasil os jogos da série Contos & Jogos, e como "cartão de visita" chega A Lebre e a Tartaruga.

Lançado lá fora pela Iello em 2011, originalmente ele é o terceiro volume dessa série que tem como característica fazer um paralelo com a obra apresentada, inclusive um dos destaques das edições, é ter um livretinho com a história em questão.

Nesse volume da Lebre e da Tartaruga, o autor transforma a fábula da persistente tartaruga enfrentando a prepotente lebre em um jogo de aposta/corrida, mas aqui temos a inclusão de outras criaturas : um lobo assustador, a sedenta ovelha e a raposa no seu passinho de cada vez.

 As cartinhas nas mãos fazem você disparar
a fase de movimentação.

Durante a preparação do jogo, monta-se o percurso da corrida, então secretamente cada jogador recebe uma carta que será o personagem que você tentará ajudar a ganhar a corrida, além disso, todos os jogadores recebem outras 6 cartas para usar na corrida, e uma dessas você também separa para apostar, podendo ser igual ou diferente da que você recebeu previamente.

A rodada do jogo é muito interessante, na sua vez o jogador escolhe um dos personagens e baixa de uma a quatro cartas daquele bicho, se por acaso forem baixadas já quatro cartas, a fase de corrida é iniciada, mas caso ainda esse número não seja alcançado o próximo jogador tem a oportunidade de baixar cartas de outro bicho ou até mesmo do que foi colocado pelo jogador anterior.

 Uma vez disparada, cada

Prosseguimos indo de jogador à jogador até que quatro cartas iguais ou oito no total já tenham sido abertas, então a fase da corrida é iniciada.

Existem dois tipos de dificuldade no jogo A Lebre e a Tartaruga, no nível fácil, contam-se as cartas de cada personagem e avançamos um espaço para cada baixada, mas no nível avançado, cada criaturinha tem um poder especial, e é aí que o jogo brilha.

A combinação das cartas e a hora certa de colocar a carta que você quer que avance mais ou menos e até mesmo forma de descartar cartas de personagens que você não quer que ganhe faz de um jogo potencialmente bobinho, uma experiência bem divertida.

 No pódio, somamos os pontos de cada posição
para definirmos a aposta vencedora.

O jogo prossegue até que três dos cinco personagens cruzem a linha de chegada, uma vez que isso acontece os jogadores revelam suas apostas e contam os pontos, quem tiver mais pontos de aposta é o vencedor.

A Lebre e a Tartaruga só tem pontos positivos, é um ótimo jogo introdutório, tem uma produção caprichadíssima (a caixa em formato de livro e um insert que cabe tudo), regras que cabem para todas as idades, enfim, é o tipo que você precisa ter na coleção.

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terça-feira, 14 de maio de 2019

Coletivo Geek, um espaço para se passar horas!


Durante a minha passagem em São Paulo, o pessoal da Encounter Board Games me convidou para conhecer o novo endereço deles, então no sábado à noite fui conhecer o Coletivo Geek, e se não fosse pela família no Rio, tinha ficado para morar lá.

Localizado num bairro bacana da cidade, o Coletivo Geek reúne em um só espaço, praticamente tudo de mais legal que qualquer nerd possa querer.

Logo ao chegar temos um food truck com um hamburgão super cheiroso que já deu água na boca, mas como manda a boa educação, fui primeiro conhecer o espaço da Encounter, que fica situado no subsolo do Coletivo Geek.

O excelente espaço destinado aos boards que é
capitaneado pelo pessoal da Encounter.

A Encounter ficou responsável pelo espaço destinado aos jogos de tabuleiro, e fizeram um excelente trabalho, a área é super agradável, com bastante mesas e um acervo muito bom de jogos para a galera chegar e jogar, e a galera que faz a monitoria manda super bem e são super simpáticos.

Mas nem só de jogos de tabuleiro vive o nerd, então o Coletivo Geek ainda tem um espaço com camisas, almofadas, meias e todo tipo de acessória com temática de jogos, filmes e séries.

Subindo mais um andar, temos a área destinada as action figures, e cara, ainda bem que eu fui já como tudo fechado, senão era papo de voltar com o cartão estourado, vários Funkos muito legais (inclusive um do Chaves), deu vontade de levar tudo.

 Funkos e action figures, uma covardia!

Se você pensa que o passeio acabou aí, está enganado, no andar acima tem a área destinada a video-games retrô, com uma farte disponibilidade de cartuchos para praticamente todos os consoles, incluindo cartuchos da Atari ainda na caixa.

E o mais divertido desse andar, são as máquinas de fliperama da época, não são aqueles emuladores com milhão de jogos, deu pra matar a saudade e jogar uma partidinha de Metal Slug.

Pra finalizar, uma escadinha caracol nos leva ao último espaço, destinado aos quadrinhos, que também tem uma vasta coleção de itens sendo vendidos, tudo muito organizadinhos com cada edição no seu plástico protetor, e na área de quadrinhos é o único espaço de todo o prédio onde não podemos entrar com comida ou bebida.

 Os amigo Alan Farias (Direto ao Ponto) e o
Leandro Zombie (Meeples & Nipples) no fliper.

Depois de ver tudo e ficar maravilhado, falei que ali só faltava um espaço destinado a um dos meus hobbys preferidos, que é a coleção de discos de vinil, bem, o Rafael da Encouter então me disse que tem a possibilidade de ter um espaço pra eles lá no Coletivo também.

Sério, o espaço do Coletivo Geek é de cair o queixo, tudo muito legal, despertando aquele colecionador ou aquele apreciador de coisas bacanas que fica aí dentro de você, e vale muito à pena conhecer e ficar umas horinhas por lá.

Ah! E lembra do hambúrguer cheiroso lá do início da matéria, pois bem, os amigos da Paper Games gentilmente ofereceram aos canais que foram conhecer o Coletivo Geek um deles para apreciarmos, e rapaz, que delícia, foi realmente a "cereja" do bolo nessa visita a um espaço tão bacana.

A área destinada a quadrinhos é muito legal também.

sexta-feira, 10 de maio de 2019

Sereias


Em Sereias, criação da Sabrina do Valle e Jorge Luis, os jogadores serão regentes no concorrido ramo de corais destas que tem as vozes mais lindas dos Sete Mares, e para definir quem tem as melhores cantantes sob sua tutela, nada mais justo que uma competição de quem atrai mais navios para seu fatídico destino.

O jogo é um card-game onde inicialmente formamos uma linha onde entrarão os navios que serão as vítimas do canto das Sereias, mas nem todos estarão despreparados, existem os caçadores que são especializados em determinado tipo de sereia, e os regentes precisam ficar espertos.

Para ajudá-los a serem os melhores, você precisa ter o coral certo na hora de escolher seu navio, existem quatro tipos diferentes de sereias para formarmos o coral, além disso, os jogadores terão a sua disposição cartas de artimanha, que te ajudam ou atrapalham os outros regentes.

 Você precisa de uma boa combinação de sereias
para encantar os navios. Fotos divulgação.

A rodada é super simples, se você for o jogador de posse da Cartas dos Ventos, vai fazer com que as linhas de compras e embarcações se movam, depois disso o jogador da vez compra duas cartas e pode começar a realizar ações.

As ações possíveis são : Cantar para um navio, sabotar um caçador, usar ou trocar uma artimanha ou usar efeitos das sereias.

Com essas ações é que os jogadores conseguem usar suas sereias para capturarem os navios e assim somarem chapéus, que são os pontos de vitória do jogo, mas para isso, você vai precisar atender aos requisitos do navio, e descartar a combinação correta de sereias para pegar o navio para si.

 Durante o Diversão Offline as mesas não pararam.
Fotos divulgação.

No caso dos caçadores, o jogador precisa descartar um quarteto de sereias que não seja da cor que o caçador está procurando, conseguindo assim trazê-lo para o seu "show" e contabilizando mais chapéus para sua coleção.

O jogo se desenvolve passando os turnos até que um dos jogadores consiga juntar a quantidade de navios indicada pela quantidade de jogadores na mesa, a pontuação é realizada com base nos navios e o jogador com mais pontos é o vencedor.

Sereias é um jogo rápido, divertido, que desde a primeira vez que eu joguei ele no Diversão Offline de 2017 foi bem lapidado, ganhou uma arte linda, e está com uma campanha de sucesso no Catarse e chega já-já na sua mesa pelas competentes mãos da galera da Potato Cat.

Os super simpáticos Jorge e Sabrina
(com uma representante do coral), autores do jogo.

Fotos divulgação.

quarta-feira, 8 de maio de 2019

Fae


Fae é uma reimplementação do clássico Clans de 2002, nele os jogadores precisam marcar pontos para a sua cor, só que as jogadas fazem com que outras cores também pontuem, e como os jogadores não sabem qual a cor do outro, saber como pontuar é uma grande sacada.

No jogo existem cinco cores de druidas, o mapa tem vários territórios que vão receber durante o setup inicial, um druida.

Depois dessa distribuição, cada jogador recebe uma cor e a mantém secreta dos outros jogadores, as cores não utilizadas são guardadas para que ninguém saiba qual sobrou, à partir de agora o jogo funciona da seguinte forma.

 As cartas bônus ajudam durante as pontuações.

No seu turno, o jogador da vez escolhe um espaço e move todos os druidas para um novo espaço onde hajam outros druidas (nunca para espaços vazios), se ao fizer isso o espaço de destino ficar totalmente isolado, ele pontua.

A pontuação é baseada na quantidade de druidas naquele espaço, então se no espaço temos quatro druidas, esse espaço vale quatro pontos, que serão distribuídos pelas cores dos druidas lá presentes.

Existem cartas que fazem com que essa pontuação tenha bônus ou até mesmo faça com que o terreno em questão não pontue, então a hora de fazer com que determinada cor pontue ou que você consiga jogar um grupo que não é da sua cor para um terreno micado é bem importante.

 Ao isolar um grupo de druidas, eles pontuam, mesmo não
sabendo a cor dos outros jogadores, você precisa ganhar seus pontinhos.

O jogo segue até que não haja mais movimentos possíveis, ou que a última carta bônus seja executada, os jogadores revelam as suas cores, recebem pontos pelas cartas de bônus que tenham sido disparadas por eles, e quem tiver mais avançado na trilha de pontuação é o vencedor.

Fae é um jogo muito gostoso, bom para jogar rapidinho com novatos, ou para passar o tempo enquanto, mas ainda assim não é um jogo bobo, que diverte, minha única ressalva a essa nova versão fica por conta do mapa que tem uma visualização complicada em relação aos terrenos e limites, mas não é algo que afete a jogabilidade.

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