terça-feira, 14 de julho de 2020

Gravity Superstar


Em Gravity Superstar, que chega ao Brasil pela Galápagos Jogos, os jogadores estão explorando um planeta onde a gravidade age de forma estranha e conseguir dominá-la será a chave para o sucesso na coleta das preciosas estrelas que lá aparecem.

Contando com um tabuleiro modular, no setup inicial montamos o planetinha de acordo com a quantidade de jogadores e distribuímos as estrelinhas por ele, além disso cada jogador recebe uma mão de cinco cartas, iguais para todos, e temos as fichas para jogar de novo que podem ser adquiridas durante a partida.

As regras do jogo são bem simples, na sua vez você faz uma ação entre três possíveis que são, entrar com o seu peão no planeta (caso ele esteja de fora), usar uma das cartas ou recolher as cartas já usadas de volta para a mão.

A orientação do seu explorador indica
a forma com que a gravidade vai agir.

Você entra no planetinha através de determinadas portas, e precisa ser bem atento a orientação dela, pois o jogo todo se baseia na gravidade agindo sobre o seu peão.

Você tem cinco cartas para se movimentar, elas podem ter o movimento básico de andar uma casa para o lado (esse é o verso de todas as cartas), ou quatro ações especiais que são pular uma casa para cima e uma para o lado, andar duas para os lados, rotacionar o seu peão ou atravessar o chão (a quinta carta é coringa e pode ser usada como qualquer uma das outras).

Aqui vem o grande barato do jogo, como eu falei a orientação do seu peão vai te guiar pelo tabuleiro, você vai caindo pelas plataformas para conseguir pegar as estrelinhas.

 Você se movimenta usando uma das cinco cartas disponíveis.

O lance é bem isso, você está seguro no seu chão, até que chega para um lado em que ele já não está lá, e vai caindo e caindo até encontrar outro chão para se manter, e nesse caminho você vai recolhendo estrelas e fichas de jogar de novo.

As cartas que você vai usando, vão ficando indisponíveis até que você decida gastar um turno para pegá-las novamente, ou então se um outro explorador te tirar para fora do tabuleiro.

Isso acontece se durante um dos movimento o explorador terminar a rodada no mesmo espaço que você, então ele tira você para fora do tabuleiro, rouba uma das suas estrelinhas ou ficha de jogar de novo, mas pelo menos você pega as cartas de volta.

O lance do jogo é tentar pegar o máximo de estrelinhas.

Gravity Superstar segue então por várias rodadas até que sobrem uma quantidade de estrelinhas definida pelo número de jogadores, terminando assim a partida, então contam-se pontos para cada estrela adquirida e para cada par da mesma cor, além de pontos pelas fichas de jogar de novo não gastas e quem tiver a maior pontuação é o vencedor.

O jogo é muito gostosinho, você precisa ter uma boa visão espacial pra saber onde e como cair da forma mais vantajosa além de ter componentes lindos e ser um jogo leve pra família toda, era um jogo que eu não tinha nenhum conhecimento prévio mas que eu curti bastante jogar com a turma aqui de casa.

Ao final elas vão te dar pontos pela unidade
e por cada par que você tiver da mesma cor.

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quinta-feira, 2 de julho de 2020

Estamos ativos... Mas devagar!


Como vocês já devem ter reparado, as coisas aqui no site tem andado devagar, quase parando, e isso obviamente se deve por conta da pandemia do Corona Vírus que assola o mundo.

Mesmo tendo a sorte de ter um "grupo de jogo" aqui em casa com meus filhos e minha esposa, não dá pra puxar jogos muito pesados (eles tem 7 e 13 anos), e isso está afetando diretamente a produção de conteúdo, mas não podemos parar.

Para tentarmos amenizar esses efeitos, o que tentamos fazer nesses últimos três meses foi compartilhar o máximo que der de material liberado pelas editoras, companheiros produtores, participando de parcerias, enfim, não estamos parados.

Tem sempre coisa pintando do Insta e no Face.

Hoje nossos canais mais ativos tem sido o Instagram e o Facebook, então se você ainda não está inscrito por lá, inscreva-se pois nesses dois lugares tem saído alguma coisinha todo o dia, para não ficarmos totalmente estagnados, até porque o mundo não está tão parado assim.

Mas não pensem que ficaremos sem resenhas novas ou matérias inéditas por aqui também, pois nos próximos dias teremos novidades, não no ritmo que você que nos conhece está acostumado, mas com certeza com a mesma qualidade que nos credenciaram com o melhor canal de mídia escrita pelos últimos dois anos.
Então, fiquem em casa, nos sigam
no Instagram e Facebook e GAME ON!

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terça-feira, 9 de junho de 2020

A Ilha do Tesouro


Em A Ilha do Tesouro, os jogadores participarão de uma caça ao tesouro, "guiados" pelo nada confiável Long John Silver, que vai tentar atrasar ao máximo a concorrência para que quando ele consiga fugir da sua prisão consiga chegar ao ouro antes dos outros piratas.

O jogo que chega ao Brasil pela Conclave Editora, já surpreender logo na abertura da caixa, os componentes deles, com canetinhas, réguas, bússolas e um compasso maneiríssimo, já são por si só uma atração, mas poderia ser só pra disfarçar um jogo fraco, não é o que acontece aqui.

Inicialmente um dos jogadores escolhe ser o Long John Silver e pega para si seus componentes, os outros jogadores serão piratas que vão, através das pistas dadas, tentar chegar ao tesouro ESCONDIDO antes do Long John.

 Você como Long John vai escolher um lugar para o tesouro.

No setup, secretamente o Long John Silver escolhe um lugar no seu mapa pessoal para enterrar o tesouro, feito isso ele separa a ficha de distrito onde o tesouro está, embaralha as restantes dando uma para cada jogador, essa ficha dá uma dica valiosa para os outros jogadores de onde o tesouro não se encontra.

Feito isso, o jogo vai funcionar em turnos, que são como um calendário, o jogador que controla o Long John usa os marcadores de turno para avançar o pirata que vai agir naquele turno, existem datas do calendário disparam um evento, isso é resolvido antes da rodada do jogador.

Uma vez que o Long John resolve sua parte, o jogador da vez tem uma ou duas ações a serem feitas (depende do dia), e essas podem ser ações simples como andar no mapa e procurar o tesouro, ou ações especiais, que aí variam entre algumas que são comum a todos os jogadores e outras que são especiais de cada pirata específico.

 Vai passando as rodadas, como um calendário.

O grande barato do Ilha do Tesouro é que praticamente tudo é resolvido desenhando no mapa central ou nos mapinhas escondidos de cada jogador, as pistas que o Long John vai mostrando durante a partida (que podem ser verdadeiras ou apenas para despistar), a movimentação dos jogadores, a ação de busca, tudo fica "rabiscado" no tabuleiro.

Inicialmente isso pode dar uma assustada nos jogadores mais tensos, mas no decorrer da partida fica muito divertido ver o mapa todo escrito, cheio de anotações, parecendo realmente aqueles mapas que estamos acostumados em ver nos filmes.

 Você vai desenhando as coisas no tabuleiro!

O jogo vai prosseguindo alternando os jogadores tentando achar o tesouro, caso algum pirata consiga o jogo acaba, mas quando chega o momento no calendário onde finalmente Long John Silver consegue fugir, então ele também está na caça, aí vira uma corrida!

Long John Silver só pode usar a ação de se mover, enquanto os outros piratas terão sempre direito a duas ações para tentar chegar antes ao tesouro ESCONDIDO, e quem conseguir fazer isso primeiro é o vencedor.

A Ilha do Tesouro é uma delícia de jogo, é muito divertido jogar de Long John tentando iludir os "amiguinhos", mas também como piratas rabiscando tudo tentando realmente chegar ao tesouro, e como disse inicialmente o jogo além de bom é de uma produção impecável.

Quem chegar ao tesouro primeiro vence!
 
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terça-feira, 2 de junho de 2020

TOP Print and Play da Pandemia


Desde o início da convocação para quarentena em meados de março, que editoras e designers tem se prontificado a municiar os jogadores com presentinhos para que fiquemos em casa em segurança e aproveitando (de alguma forma) esse tempo para jogar.

Com versões solo, regras inéditas e até jogos totalmente novos, temos um monte de boas opções para os que tem impressoras disponíveis em casa.

Eu estava para fazer esta postagem já há algum tempo, mas fui deixando passar e acabou que o Rafael Arruda do canal Batendo de KINA (do Ludopedia) fez dois compilados excelentes, que eu vou deixar o link no final da postagem.

Versão solo do Miss Liz.

Então para não perder a viagem, vou fazer um TOP com o material que eu já imprimi e que realmente valem à pena se você tem uma impressora, papel e possivelmente os jogos base necessários.

ATOL
Jordy Adan


Esse foi um dos primeiros que eu vi saírem, é a foto que ilustra a nossa chamada, e é um flip-and-write muito divertido do mesmo autor do consagrado Cartógrafos, e tem a vantagem de ser um jogo "stand alone", então você não precisa de mais nada além do material impresso.

OS INCRÍVEIS PARQUES DE MISS LIZ - SOLO
Diego de Moraes

Para a versão solo do Miss Liz você vai precisar imprimir uma páginazinha frente e verso só, mas obviamente precisará do jogo base, mas tendo esses componentes, ele ficou uma versão muito gostosinha de jogar e vale a impressão (para dar aquela valorizada no produto brazuca).

Esse é surpreendente! 7 Wonders Solo.

7 WONDERS DU... OPS, SOLO
Bruno Cathala / Antoine Bauza

Outra versão solo surpreendente é essa do 7 Wonders utilizando o Duel como base.

Aqui temos uma disputa contra líderes que já vem com algumas vantagens, tem custo de compra zerado, e a forma com que o AI do jogo vai comprando as cartas é brilhante, é impressionante como esses dois autores conseguem de forma simples fazer uma versão irada do jogo.

CATAN #FICA EM CASA
Klaus e Benjamin Teuber

Nesse print and play você vai ter dois novos tiles de terreno que substituirão o deserto e o terreno onde cair o valor 12 no setup, e durante o jogo não temos mais o ladrão como estamos acostumados, numa "vibe" de todos se ajudando, quando o 7 é rolado todos vão ganhar produtos por estarem perto dos novos hexágonos.

Dois novos hexágonos para o Catan.

ROLLING REALMS
Jamey Stegmaier

Por último um roll and write do designer consagrado de jogos como Scythe e Euphoria, nesse temos vários "mundos" que serão preenchidos com as rolagens feitas por dois dados, cada um dos mundos tem uma forma diferente de ser preenchido e o mais legal aqui é perceber que todos tem nomes dos jogos da Stonemaier Games e a forma que vamos preencher esses mundinhos remete ao jogo em questão.

Como falei anteriormente, esses foram só alguns exemplos das coisas que eu já imprimi, mas aconselho irem nos links do Batendo de Kina (Lista 1 e Lista 2), pois lá tem muito mais coisa (coisas que eu ainda nem tinha visto) e que podem interessar muito aos jogadores.

E enquanto não podemos voltar a nos encontrar (e não se enganem, ainda não podemos), vão imprimindo, e lembrem-se FIQUEM SEGUROS EM CASA!

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terça-feira, 19 de maio de 2020

Dissecando o Tribune


Lançado em 2007 pela Fantasy Flight e criado pelo designer alemão Karl-Heinz Schmiel, Tribune é um euro de alocação de trabalhadores onde somos patrícios de renomadas famílias de Roma e trabalhamos para conseguir mais influência.

No jogo base, que comporta de 2 a 5 jogadores, temos um tabuleiro central com sete espaços onde serão colocadas cartas e onde iremos com nossos trabalhadores para consegui-las.

Essas cartas são a alma do jogo, são usadas para influenciar o Senado, a Plebe, os Pretórios entre outros, e são requisitos para vencermos o jogo além de darem vantagens durante a partida.

As cartas são super importante, e para conseguí-las
vocês precisa usar sua família.

O jogo funciona em trêss fases distintas, na primeira os jogadores vão alocar seus trabalhadores nos espaços do tabuleiro, alguns espaços deixam as cartas oferecidas abertas e você só precisa pagar para pegá-las, em outros há uma disputa entre os trabalhadores e também espaços onde a carta será "surpresa".

Além dos espaços para pegar as cartas, os jogadores também podem (e devem) colocar trabalhadores na disputa do controle das sete casas de influência do jogo, nesses espaços existem sempre lugar para dois jogadores.

Uma vez que todos os jogadores não tem mais trabalhadores, vamos resolvendo cada um dos espaços numerados, com os trabalhadores voltando para a mão dos seus donos, com as devidas recompensas de acordo com o que o espaço oferece.

Você precisa ir com os trabalhadores para
tentar influenciar as facções.

Uma vez que isso é resolvido, começa a disputa pela influência, aqui o bicho pega, pois é nesse momento que as cartas são usadas.

Cada espaço tem seu conjunto de cartas numeradas, para conseguir o controle daquele espaço você precisa colocar uma quantidade em valor de cartas, e para pegar o controle posteriormente de um outro jogador você precisa superar esse valor ou superar a quantidade de cartas utilizadas.

Nesses espaços nós conseguimos uma série de benefícios que vão ajudar na resolução dos objetivos do jogo. Conseguimos lauréis, favores dos deuses, legiões e assim que um determinado jogador cumprir uma quantidade de objetivos, o jogo acaba.

A expansão traz um novo tabuleiro, novos desafios e
uma forma de jogar diferente dos outros jogadores.

Em 2008, a editora investiu em uma expansão, que trazia a casa Brutus, onde um sexto jogador fazia seu jogo de forma totalmente diferente dos demais, além de trazer um novo tabuleiro anexo para o jogo base com novos objetivos e uma dinâmica diferente com a inclusão dos escravos, e que deixava o jogo que já era excelente ainda melhor.

Tribune é um jogo de observação, gerenciamento e pernadas muito inteligente e dinâmico, já falei dele aqui no site em alguns momentos, pois é um daqueles jogos que pouca gente conhece mas merece um destaque.

Ele ficou fora de catálogo por anos, sendo totalmente esquecido pela Fantasy Flight, mas agora voltou repaginado, com nova arte, por nova editora numa versão completa.

Esse novo Tribune está em campanha pelo Kickstarter conseguindo ser financiando antes da primeira hora de campanha, e já vem completinho com o jogo base e expansões antigas além de regras revisadas, o preço é um pouco salgado para nós, ainda mais com o frete, mas se você tiver condições, é um excelente jogo.
A nova versão chega pra trazer de volta esse jogaço.

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segunda-feira, 11 de maio de 2020

Ludoteca Básica : Pega em 6!


Lançado originalmente em 1994, em Pega em 6! você precisa ir colocando cartas da sua mão em linhas mas tomando cuidado para não estourar essa linha e pegar as famigeradas "vaquinhas" e acabar com uma pontuação bizarra. Parece simples, mas ele te dá mais pernadas do que você imagina.

O jogo tem um baralho que vai do número 1 ao 104 com quantidade de "vaquinhas" que são os pontos negativos, podem caber até 10 pessoas jogando e inicialmente você separa quatro cartas para serem as linhas do jogo e distribui 10 cartas para cada jogador.

Uma vez que o setup está preparado a rodada funciona da seguinte forma, os jogadores olhas suas cartas e separam uma secretamente para colocar nas linhas, quando todos tiverem separado suas cartas, elas são abertas e colocadas nas linhas.

 As linhas crescem numericamente e você
precisa ficar ligado pra não colocar a sexta carta.

A regra de colocação é bem simples, elas são avaliadas da menor para a maior, e precisam ser colocadas em ordem crescente junto ao valor mais próximo das cartas previamente colocadas, sendo assim corre o risco de uma das linhas estar com um 29 e ir direto para um 62, dependendo das cartas colocadas pelos jogadores.

Além disso, se o jogador coloca uma carta inferior a qualquer uma previamente jogada, ele é obrigado a comprar uma das linhas, o que pode ser uma jogada estratégica para pegar poucas vaquinhas ou uma tremenda cagada.

O grande lance do Pega em 6! é que, como diz o nome, quando a linha recebe a sexta cartinha, essa carta vira a primeira da fila e o jogador que a colocou na rodada leva as outras cinco para si, e elas vão contar negativamente no final.

 As vezes você precisa ficar segurando cartas até o
último momento, para não ficar cheio de "vaquinhas".

Quando as 10 cartas forem jogadas, os jogadores somam as suas vaquinhas, se por acaso alguém estourou 66 vaquinhas o jogo acaba e quem tiver a menor quantidade de vaquinhas é o vencedor, caso ainda não tenha estourado esse valor, embaralha-se tudo, 10 cartas novas são distribuídas e uma nova rodada se inicia.

Pega em 6! é daqueles jogos pequenos obrigatórios na sua coleção, ele já teve uma versão brasileira que saiu pela Copag, mas essa versão da Paper Games é a que você precisa, pois como eles trouxeram a edição comemorativa de 25 anos, além do jogo básico ela vem com um monte de pequenos extras para dar uma apimentada num jogo que purinho já é excelente.

A versão da Paper Games veio caprichada.
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quarta-feira, 6 de maio de 2020

Prêmio Ludopedia 2019


Durante a semana passada, conhecemos os vencedores da edição de 2019 do Prêmio Ludopedia, firmando-se como a premiação mais importante dentro do mercado nacional, chegamos a sua sexta edição e já podemos além de parabenizar os vencedores, começarmos a fazer uma retrospectiva para falarmos de quem "papa tudo".

Esse ano tivemos o Cartógrafos como grande destaque levando três prêmios, o de Melhor Jogo Família Geral (voto do público e do juri) e Designer Nacional (voto do juri), além dele quem também levou dois prêmios foram o Brass : Birmingham e o God of War.

Os outros jogos laureados em 2019 foram A Lebre e a Tartaruga, Agarra Dino, Quero-Quero, Bandido e Dobble à Prova D'água.

O grande "papa tudo" de 2019, o excelente
Cartógrafos, do Jordy Adan.

Com esses pódios, temos um autor já em destaque, o amigo Fel Barros agora chega aos seus quatro prêmios, dois recebidos pelo God of War (2019) e dois pelo Space Cantina (2016), mas ele que se cuide pois na cola dele vem o Daniel Alves com três prêmios e o estreante Jordy Adan também com três.

Já entre as editoras, com os prêmios desse ano, Conclave e Galápagos empataram com 8 premiações cada, seguidos pela Funbox e Histeria Games com 4 prêmios e um empate triplo logo depois entre Ludofy, Paper Games e Mandala com 3 prêmios.

Além dos prêmios para os jogos, os criadores de conteúdo também tem sido prestigiados desde 2016, e esse ano tivemos mais uma vez o domínio dos amigos do Covil dos Jogos que levaram dois prêmios, e já somam seis na sua galeria, seguidos pelo Meeple Maniacs com três premiações.

A turma de desenvolvedores do God War,
na frente o Fel, maior vencedor do Ludopedia.

Nós aqui do site, ficamos muito felizes de pela segunda vez termos sido escolhidos como o Melhor Canal de Mídia Escrita, para nós é motivo de muito orgulho, mostra que vocês gostam do trabalho que fazemos e nos motiva a querer melhorar sempre.

Uma pena que por conta da pandemia a premiação não pode ter sido ao vivo, como nos dois último anos, dentro do Diversão Offline, é muito legal ver a reação dos vencedores, mas ano que vem estaremos por lá de novo e teremos muito o que comemorar juntos.

Esse ano não teve premiação "ao vivo", mas ano
que vem estaremos juntos de novo!