quarta-feira, 5 de agosto de 2020

Sprawlopolis


Em Sprawlopolis, os jogadores trabalham juntos para do zero, construir uma nova cidade da forma mais harmoniosa possível, e tentando utilizar da melhor maneira as estradas, para assim evitar o fluxo interminável de veículos.

O jogo base é composto por 18 cartinhas, dessas você separa 3 para formar os objetivos dos jogadores e uma para ser o início da cidade, e as restantes são dadas três para o jogador inicial e uma para cada um dos outros jogadores.

A rodada é bem simples, você usa uma das três cartas da sua mão para ir formando a nova cidade, as regras de colocação são tranquilas, podendo inclusive colocar por cima de uma previamente colocada, caso os jogadores achem que isso será o melhor para cumprir os objetivos.

 Os objetivos te ajudam a dar um "norte"
na construção da cidade.

Uma vez que a carta é colocada, você passa as duas restantes da sua mão para o próximo jogador, e compra uma das cartas do monte para você.

O lance aqui gira em torno dos três objetivos abertos, cujo somatório dos seus números indicados é quanto os jogadores terão que fazer de pontuação para ganhar a partida, e também da melhor utilização das estradas, pois no fim da partida, cada estrada vale um ponto negativo.

Conforme você vai crescendo a cidade, precisa
ficar de olho para não ter muitas estradas.

Uma vez que todas as cartinhas do monte são utilizadas, a cidade está pronta e é feita a pontuação baseada nas cartas de objetivo, também somam-se as maiores áreas de cada um dos tipos que existem no jogo (comércio, indústria, parques e residências) e como já falado tiram-se pontos pelas estradas, caso a pontuação seja maior que o somatório dos objetivos todos ganham.

Sprawlopolis é um jogo rapidinho, funciona quase como um quebra-cabeças e a versão que a Funbox trouxe para nós vem além do jogo base com quatro expansões pra aumentar a brincadeira.

Além disso tudo o jogo impressiona pela sua apresentação, ele vem numa "carteira" e todos as suas cartas estão lá (tanto o jogo base quanto as expansões), então é o jogo que dá pra andar pra cima e pra baixo com você o tempo todo sem problemas e é um passatempo pra se jogar sozinho além de ótima opção enquanto espera a pizza com os amigos.

As partidas são muito rapidinhas, e duvido
que você jogue uma só.

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segunda-feira, 3 de agosto de 2020

Gen Con in Portuguese... Ou minha primeira Gen Con


Nos últimos quatro dias, de 30/07 a 2/08 aconteceu a Gen Con, o que era pra ser a 53º edição presencial de uma das maiores e mais importantes feiras de jogos do mundo, por conta da pandemia, acabou gerando uma experiência nova com a Gen Con Online e criou a oportunidade para que diversos outros países pudessem participar, e o Brasil não ficou de fora tendo a sua primeira Gen Con in Portuguese.

Com pouco mais de duas semanas para organizar tudo, o pessoal da Business 2 Board conseguiu reunir uma galera espetacular tanto nos bastidores quanto na promoção dos mais de 230 painéis que foram apresentados durante os quatro dias em plataformas que passaram pelo Instagram, YouTube, Twitch entre outras que eu nem conhecia.

Aliás, vale salientar que muitas das pessoas envolvidas, tiveram pouquíssimo tempo para se adaptar ou aprender as tecnologias necessárias para colocar conteúdos ao vivo no ar, então cada transmissão era uma nova luta, algumas super bem sucedidas, outras nem tanto, mas todo mundo se esforçou ao máximo pra levar o melhor seja no teor das palestras quanto em qualidade de transmissão.

 No painel de abertura, presença do Peter Adkison,
presidente do conselho da Gen Con.

Feita essa introdução, vamos agora focar no que eu vi de mais interessante nos muitos painéis que eu consegui acompanhar esses dias.

Logo no painel de abertura, feito pelo pessoal da Business 2 Board, tivemos um gostinho do que costuma ser a feira presencial, e pra mim que nunca tive a oportunidade de estar ao vivo lá em Indianápolis, foi muito legal me sentir incluído, e rolou até mensagem dos organizadores para o público brasileiro.

Uma vez aberto oficialmente, foi seguir a grade dos painéis que eu tinha "comprado" ingresso e começar a prestigiar os amigos todos.

Iria ficar uma postagem gigante se eu for falar de um por um, então vou fazer um apanhado geral do que eu vi e do que eu participei para não me estender muito, pois com tempo de sobra e a facilidade de não ter que ir de um pavilhão pro outro (era só mudar a aba do browser) eu até que consegui ver bastante coisa.

Vários painéis de amigos, falando de RPG,
Jogos, Mercado...

Eu tentei focar nas palestras sobre mercado e produção de conteúdo, e nessa linha rolaram umas coisas muito interessantes, como o bate-papo do pessoal do Covil com o Fel Barros e o do Meeple Maniacs com o Fel Barros e o Sérgio Halaban, além desses dois, o painel do pessoal da São Jogue com o Renato da Geeks & Orcs foi muito bacana.

Outros papos aleatórios muito legais que eu participei foram os com o Didi Braguinha trocando ideia sobre paternidade e jogos com o Thiago do site Paizinho, Vírgula!, e as lives dos amigos Rafael Studart e do grande Alan Farias conversando sobre tudo um pouco.

O painel mais acessado foi o de lançamentos, onde as editoras revezaram em quase duas horas de transmissão falando dos jogos que vão chegar até o final do ano e início de 2021, e é muita coisa boa vindo pro mercado, e pra não deixar nada de fora, recomendo acessarem o vídeo do bate papo que eu tive ontem na twitch do After Match (aqui o link).

...ou só trocando uma ideia com o público, que esteve
sempre presente nos chats interagindo.

Mas como em todo bom evento, a gente também quer jogar, e foi impressionante ver o trabalho que o pessoal do Proto BR fez com suas mesas de apresentação, muitos projetos foram apresentados com interligação entre o Tabletopia e o Discord.

Além deles, a Dijon Jogos apresentou seus próximos lançamentos, e eu tive a oportunidade de conhecer o Persona Non Grata do grande Sergio Halaban, e jogar a versão final do Camisa 12 do amigo Rodrigo Rego, mas esses vão ganhar resenhas exclusivas em breve.

Pra poder ficar para posteridade e contar para meus netos (risos), eu consegui fazer parte da Gen Con participando do painel da Conclave falando do passado, presente e futuro do Vampire : The Eternal Struggle, e foi muito legal me sentir inserido num evento tão gigante e tão importante do cenário.

Mas óbvio que um projeto nessas dimensões não dá pra passar sem alguns contratempos.

 Mesmo online, conseguimos conhecer os jogos
e seus autores, como o Camisa 12.

Até mesmo pela falta de tempo e conhecimento do processo, algumas lives tiveram que ficar mudando o link em cima da hora, ou até mesmo não conseguiram acontecer, como foi o caso da live do pessoal do Castelo das Peças, e também coisas chatas, como pessoas entrando no painel sobre inclusão LGBT com o pessoal do Se Joga que precisou mudar de plataforma, ou na live do Studart que teve que ficar banindo gente do chat.

Outro ponto que eu acho que pode ser melhorado, caso tenhamos esse HUB brasileiro nos próximos anos, é a questão do ticket, que apesar de sabermos da importância, acaba sendo um limitador, pois se você compra uma entrada para um painel que por alguma questão dá problema, o site da Gen Con não te permite acesso a outro painel dando conflito de horário, mas se rolasse um centralizador que exibisse os links diretos para os painéis, talvez você conseguisse pular de um pro outro mais fácil.

 Minha participação no painel sobre o
Vampire : The Eternal Struggle.

Eu consegui ver coisas simultâneas, mais por perceber alguma transmissão ao vivo ou por conhecer a galera que estava transmitindo, e por isso passava o link para os amigos irem dar uma prestigiada.

Mas são acertos que podem ser feitos para o futuro e não apagam em nada o sucesso que foi essa primeira experiência, com mais de 2500 pessoas participando dos mais de 230 painéis, tendo pico de mais de 500 pessoas simultâneas no painel dos lançamentos.

Fica aqui mais uma vez o agradecimento ao pessoal da Business 2 Board que tornou possível essa nossa entrada na Gen Con pela porta da frente, a todos que fizeram essa experiência possível, seja participando dos eventos, divulgando os links, gerando conteúdo ou simplesmente estando lá nos chats, foi FODA.

O povo que conseguiu colocar no ar tudo pra gente.
Valeu mesmo e até 2021.

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sexta-feira, 31 de julho de 2020

Sudokan


O Império de Fei está em guerra contra os bárbaros, e cabe a você enviar as melhores estratégias para os seus guerreiros, de forma codificada pelo Sudokan, e aquele que tiver a melhor estratégia será nomeado o Senhor da Guerra do Imperador.

Sudokan é um jogo de flip and write onde cada jogador terá uma uma folha de papel com uma malha semelhante ao do tradicional Sudoko, com 9 quadrantes tendo 9 espaços em cada um deles, que tem alguns marcos pré-desenhados.

O jogo é dividido em quatro estações, e em cada uma delas temos 5 fases distintas onde iremos abrir cartas, desenhar no tabuleiro, treinar os monges, lutar contra os bárbaros e pontuar pelos clãs.

 As cartas para serem desenhadas e onde os bárbaros
vão atacar. Precisamos sempre ficar de olho.

No início de cada partida, são sorteadas 4 cartas indicando quais quadrantes os bárbaros irão atacar, isso vai nortear cada estação, à partir disso são abertas 4 cartas com os padrões a serem desenhados.

Além dos padrões, temos cartas com clãs, sempre aparecerão uma combinação com 3 dos 6 possíveis, mas você poderá desenhar dois diferentes, além disso, das cinco cartas abertas você vai usar a informação de quatro apenas, ou "queimar" essa informação para desenhar dois monges.

Cada desenho tem sua peculiaridade, tanto na hora de passar para o papel (como por exemplo os monges, que só podem ser desenhados ao lados de toriis) como na hora da resolução da fases seguintes e uma vez que todos os jogadores terminam seus desenhos, chega a hora de combater.

 Cada clã tem um jeito de ser colocado no campo de batalha.

Nessa fase, os jogadores vão medir forças, nos quadrantes indicados, para ver quem pontuará o combate e você poderá ganhar esses pontinhos sozinho, caso ninguém mais tenha se preparado para lutar naquele quadrante, ou disputando espaço com outros jogadores.

Nesse combate, os monges são super importantes, além dos clãs que você pode "gastar" seus poderes para aumentar seu poder de fogo contra os bárbaros.

O grande diferencial do Sudokan está nessa parte do combate, quando mais de um jogador planeja a defesa do quadrante, os valores são comparados, rola-se um dado, quem tiver o maior somatório vence e o pior precisa sacrificar um dos seus monges.

 Cada quadrante será importante durante a partida,
mas tome cuidado com o ataque bárbaro.

Depois do combate, os jogadores ganham pontos pelas bandeiras das imposições do Imperador baseado nos monges que você treinou naquela estação e depois disso uma nova estação começa e após quatro delas o jogo termina, havendo mais uma contagem de pontos e quem tiver a maior pontuação é eleito o Senhor da Guerra.

Criado pela dupla Daniel Guimarães e Felipe Headley, Sudokan é bem bacana, o lance de ficar de olho na disputa pelos quadrantes é tensa e o modo solo dele também é interessante, é o primeiro jogo da Vem Pra Mesa Jogos e merece atenção.

Testando o jogo pelo Tabletopia.

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segunda-feira, 27 de julho de 2020

10 Jogos que Moldaram meu Gosto pelos Jogos Modernos



Durante as duas últimas semanas no Facebook e no Instagram, eu fui convidado pelos amigos do Meeples & Nipples e o designer Leandro Pires (Tsukiji e Rock'n'Roll Manager) à mostrar os 10 jogos que moldaram meu gosto pelos jogos modernos.

Finalizada a minha lista percebi que os 10 mereciam não só uma fotinho com o link para a resenha, então resolvi deixar aqui essa matéria falando um pouco do porquê deles serem tão importantes, mesmo que alguns deles nem sejam meus jogos prediletos.

CATAN : Esse é fácil a explicação, ele foi o "pai" de tudo, foi através do Catan lá em 2003 que eu conheci as pessoas que até hoje fazem parte do meu grupo de jogos e que me apresentaram um novo e maravilhoso mundo dos jogos modernos.

 Catan : o clássico dos clássicos

MEMOIR '44 : Eu sempre fui fã de jogos com conflitos, joguei muito o WAR e depois um muito legal chamado Attack!, mas o lance do Memoir'44 de juntar elementos dos wargames num jogo de tabuleiro acessível, gostoso e com milhões de possibilidades de cenários (mesmo só com o jogo base), me fizeram apaixonar por ele.

AGRICOLA : Foi meu primeiro contato com jogos de alocação de trabalhadores e também com os jogos de fazendinha, e foi um amor à primeira partida.

Tudo no Agricola contribuiu para que eu ficasse louco pelo jogo, a forma como a fazenda expande, o lance de cuidar das plantações e dos animais, as tão "famigeradas" cartinhas, até a desgraça que é ficar tomando cuidado para ninguém morrer de fome.

 Agricola : aquele jogo de fazendinhas inesquecível.

GIPF PROJECT : Eu sempre gostei dos jogos abstratos, mesmo ante dos modernos jogos como Contra-Ataque e Othelo fizeram parte da minha coleção, então imagina o que foi conhecer uma série de sete jogos super inteligentes, lindos e que inclusive podem "conversar" entre si.

Os jogos do projeto GIPF são de explodir a cabeça e eu não sosseguei até ter a coleção completa.

7 Wonders : ainda hoje, meu jogo de cartas preferido.

7 WONDERS : Outro que nem precisou de muito esforço para virar um dos queridinhos, 7 Wonders é ainda hoje o meu jogo de cartas preferido.

Com mecânicas ótimas, uma rejogabilidade absurda ele consegue ainda hoje surpreender dando uma renovada com a expansão Armada.

BETRAYAL AT THE HOUSE ON THE HILL : Foi o primeiro jogo que me pegou pelo hype, em 2004 quando ele foi anunciado, eu fui acompanhando tudo que era falado sobre ele no Board Game Geek, e assim que ele saiu eu comprei ele.

Mesmo não sendo um primor de regras, ele é um jogo divertidíssimo e na época do Calabouço (nossa joga semanal) jogávamos VÁRIAS partidas numa mesma noite.

 Steam : e a dificuldade pra não falir durante o jogo.

STEAM : Meu jogo de trem preferido, conheci ainda como Age of Steam, não tardou para eu catar os elementos dele e fazer uma versão home-made (não façam isso em casa, crianças), e ficar apaixonado, mesmo diante de um jogo em que você apanha muito até aprender a jogar direito.

PUERTO RICO : Esse nunca foi um dos meus jogos preferidos, mas é um jogo que eu adoro jogar e é um primor de mecânica e depois de tantos anos acho que é um dos clássicos que envelheceu muito bem.

TWILIGHT IMPERIUM : Aquele jogo evento que é muito mais do que só sentar e jogar pra ver quem ganha, nas 8 ou 10 horas de partida, tudo acontece, papos são postos em dia, homesystems são atacados, pizza é consumida, tratados de paz são feitos, enfim Twilight Imperium tem todo um "eco sistema" dentro dele, além obviamente de ser um jogaço!!!

 Twilight Imperium : muito mais que um jogo.

EL GRANDE : Esse dispensa comentários também, é só o jogo de controle de área mais brilhante de todos, o "pai" dos jogos com esse mecânica, o melhor manual entre todos, e além disso tudo, foi meu primeiro jogo importado (e está na coleção até hoje).

É claro que listar só 10 jogos foi difícil, para vocês terem uma ideia metade dos citados nem são TOP10 pra mim, mas são jogos super importantes e ficam aí como dica para quem quer começar a ingressar no maravilhoso (e gigantesco) mundo dos jogos modernos.

El Grande : Meu TOP1 da vida.

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segunda-feira, 20 de julho de 2020

Crazy Tower


Crazy Tower é mais um dos lançamentos recentes da Galápagos Jogos para o público mais família, nesse jogo cada jogador tem um conjunto com sete peças "tipo tétris" e precisa se desfazer delas formando uma torre.

O lance aqui é que a torre tem suas peculiaridades, a base é uma carta com espaços brancos e vermelhos, você precisa que sua peça preencha apenas os espaços brancos, e não pode ter no mesmo andar duas peças pertencentes ao mesmo jogador.

 Conforme você vai subindo a torre
ela vai ficando mais instável.

Caso você precise colocar uma peça e já tenha naquele andar, precisa colocar uma nova carta com espaços brancos e vermelhos, e grande graça do Crazy Tower está aqui, essa carta pode ser colocada de qualquer jeito, para dar aquela prejudicada no próximo amiguinho.

Outra coisa divertida do jogo são alguns espaços com efeitos que interferem no jogo. Tem o espaço que você devolve uma peça para outro jogador, o espaço que você troca uma peça e o espaço que permite ao jogador fazer uma nova jogada imediatamente.

O jogo termina quando um dos jogadores colocar a sua última peça sem derrubar a torre ou se a torre cair, aí excluindo o jogador que derrubou tudo, contam-se os pontos das peças restantes e quem tiver o menor somatório nesse caso é o vencedor.

As peças "tipo tétris" precisam ir todas
para a torre.

Além do modo competitivo, existe a variante onde um dos jogadores é o sabotador, nesse caso ele joga contra todos os outros, tentando fazer com que a torre caia na vez deles.

Crazy Tower é um filler bem família, ideal para quem tem crianças ou então para usar com os amigos em jogatinas de eventos descompromissadas, os componentes são de excelente qualidade e se você é fã dos jogos tipo Jenga e queria algo diferente, é uma boa opção que chega no mercado.

Você pode ganhar colocando a última
peça ou sendo o que tiver menos peças no fim.
 

terça-feira, 14 de julho de 2020

Gravity Superstar


Em Gravity Superstar, que chega ao Brasil pela Galápagos Jogos, os jogadores estão explorando um planeta onde a gravidade age de forma estranha e conseguir dominá-la será a chave para o sucesso na coleta das preciosas estrelas que lá aparecem.

Contando com um tabuleiro modular, no setup inicial montamos o planetinha de acordo com a quantidade de jogadores e distribuímos as estrelinhas por ele, além disso cada jogador recebe uma mão de cinco cartas, iguais para todos, e temos as fichas para jogar de novo que podem ser adquiridas durante a partida.

As regras do jogo são bem simples, na sua vez você faz uma ação entre três possíveis que são, entrar com o seu peão no planeta (caso ele esteja de fora), usar uma das cartas ou recolher as cartas já usadas de volta para a mão.

A orientação do seu explorador indica
a forma com que a gravidade vai agir.

Você entra no planetinha através de determinadas portas, e precisa ser bem atento a orientação dela, pois o jogo todo se baseia na gravidade agindo sobre o seu peão.

Você tem cinco cartas para se movimentar, elas podem ter o movimento básico de andar uma casa para o lado (esse é o verso de todas as cartas), ou quatro ações especiais que são pular uma casa para cima e uma para o lado, andar duas para os lados, rotacionar o seu peão ou atravessar o chão (a quinta carta é coringa e pode ser usada como qualquer uma das outras).

Aqui vem o grande barato do jogo, como eu falei a orientação do seu peão vai te guiar pelo tabuleiro, você vai caindo pelas plataformas para conseguir pegar as estrelinhas.

 Você se movimenta usando uma das cinco cartas disponíveis.

O lance é bem isso, você está seguro no seu chão, até que chega para um lado em que ele já não está lá, e vai caindo e caindo até encontrar outro chão para se manter, e nesse caminho você vai recolhendo estrelas e fichas de jogar de novo.

As cartas que você vai usando, vão ficando indisponíveis até que você decida gastar um turno para pegá-las novamente, ou então se um outro explorador te tirar para fora do tabuleiro.

Isso acontece se durante um dos movimento o explorador terminar a rodada no mesmo espaço que você, então ele tira você para fora do tabuleiro, rouba uma das suas estrelinhas ou ficha de jogar de novo, mas pelo menos você pega as cartas de volta.

O lance do jogo é tentar pegar o máximo de estrelinhas.

Gravity Superstar segue então por várias rodadas até que sobrem uma quantidade de estrelinhas definida pelo número de jogadores, terminando assim a partida, então contam-se pontos para cada estrela adquirida e para cada par da mesma cor, além de pontos pelas fichas de jogar de novo não gastas e quem tiver a maior pontuação é o vencedor.

O jogo é muito gostosinho, você precisa ter uma boa visão espacial pra saber onde e como cair da forma mais vantajosa além de ter componentes lindos e ser um jogo leve pra família toda, era um jogo que eu não tinha nenhum conhecimento prévio mas que eu curti bastante jogar com a turma aqui de casa.

Ao final elas vão te dar pontos pela unidade
e por cada par que você tiver da mesma cor.

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quinta-feira, 2 de julho de 2020

Estamos ativos... Mas devagar!


Como vocês já devem ter reparado, as coisas aqui no site tem andado devagar, quase parando, e isso obviamente se deve por conta da pandemia do Corona Vírus que assola o mundo.

Mesmo tendo a sorte de ter um "grupo de jogo" aqui em casa com meus filhos e minha esposa, não dá pra puxar jogos muito pesados (eles tem 7 e 13 anos), e isso está afetando diretamente a produção de conteúdo, mas não podemos parar.

Para tentarmos amenizar esses efeitos, o que tentamos fazer nesses últimos três meses foi compartilhar o máximo que der de material liberado pelas editoras, companheiros produtores, participando de parcerias, enfim, não estamos parados.

Tem sempre coisa pintando do Insta e no Face.

Hoje nossos canais mais ativos tem sido o Instagram e o Facebook, então se você ainda não está inscrito por lá, inscreva-se pois nesses dois lugares tem saído alguma coisinha todo o dia, para não ficarmos totalmente estagnados, até porque o mundo não está tão parado assim.

Mas não pensem que ficaremos sem resenhas novas ou matérias inéditas por aqui também, pois nos próximos dias teremos novidades, não no ritmo que você que nos conhece está acostumado, mas com certeza com a mesma qualidade que nos credenciaram com o melhor canal de mídia escrita pelos últimos dois anos.
Então, fiquem em casa, nos sigam
no Instagram e Facebook e GAME ON!

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