segunda-feira, 17 de junho de 2019

Corinth


Definitivamente estamos vivendo o momento dos jogos de rabiscar, e grandes editoras como a Days of Wonder não iam deixar de "surfar" essa onda e recentemente lançaram nos EUA o Corinth, do grande Sébastien Pauchon (autor de jogos como Jaipur e Jamaica).

Nesse jogo somos mercadores que ao passarem uma semana pelos portos trocando suas mercadorias para assim conseguir mais prestígio entre os outros mercadores.

O jogo é um "roll & write"clássico, o jogador da vez pega os nove dados brancos disponíveis, se quiser, ele pode comprar até três dados amarelos que serão utilizados apenas por ele naquela rodada, e então rola todos eles.

No porto temos seis espaços distintos, os dados serão separados em grupos de números iguais, e são colocados nos espaços, sempre o grupo com o maior valor é colocado no espaço mais alto do porto (o da moeda), depois os grupos são alocados debaixo para cima começando pelos bodinhos e passando pelos bens disponíveis.

Uma vez que os dados são arrumados no porto, o jogador da vez pode então escolher um grupo deles para anotar na sua folhinha, o lance aqui é que você não usa o valor, e sim a quantidade de dados do grupo.

As moedas e bodinhos você vai acumulando para poder usar nas quatro construções que vão te ajudar durante o jogo (ou dar ponto no final), os quatro espaços de produtos (azeite, vinho, tecido e especiarias) você vai riscando para conseguir pontinhos no final do jogo.


Existe também o espaço onde o seu ajudante pode ir andando para conseguir alguns bônus, para usá-lo você escolhe um grupo de dados mas abdica da forma previamente explicada, nesse caso aqui você vai usar o valor do dado para andar o seu ajudante quantas casas forem indicadas, marcando a casa que ele parar, e quando ele para em um dos três espaços especiais, vai ganhando pontos pelos lugares marcados previamente.

O jogo prossegue até que uma quantidade de rodadas é terminada (dependendo da quantidade de jogadores) e somam-se as pontuações de todos os espaços da suas fichas e quem tiver a maior pontuação é o vencedor.

Corinth é um jogo levinho e divertido, apesar de não trazer nada de muito novo nessa enxurrada de jogos de rabiscar, por ter alguma interação entre os jogadores acaba sendo uma opção legal para as mesas e se chegar ao Brasil acho que vai agradar.

https://www.nerdoffline.com.br/

quinta-feira, 13 de junho de 2019

Calimala


Em Calimala os jogadores são comerciantes de roupas em Florença, tentando se sobressair comercialmente fazendo as melhores negociações para exportar produtos para outros lugares como Londres e Lisboa mas também ajudando na construção de importantes prédios florencianos.

O jogo tem um tabuleiro central onde sorteamos no Conselho de Florença, a ordem com que as coisas serão pontuadas durante a partida, outra coisa sorteada ainda no setup é a área de ações, onde apenas a ação de contribuir para as construções é fixa.

Além disso cada jogador recebe um tabuleiro individual com o seu porto e quatro armazéns já preparados, mas com espaço para expandir mais dois armazéns de roupas.

 A forma inteligente de como as ações são
realizadas é um diferencial do jogo.

Durante a rodada, cada jogador escolhe uma interseção entre duas ações do tabuleiro central para realizar, o trabalhador utilizado pode então realizar as duas ações escolhidas, ou apenas uma delas e comprar carta com a ação que sobrar, mas aí que tem o grande brilho do Calimala.

Quando a interseção está vazia, essas são as suas únicas opções, mas se existirem trabalhadores usados anteriormente, esses são novamente ativados, sejam do jogador da vez, sejam de outros jogadores, então você precisa ficar ligado para não ficar dando chance pra um adversário refazer uma ação interessante, mas ao mesmo tempo, tenta "combar" a sua rodada para fazer mais coisas.

As ações disponíveis são geralmente ligadas às pontuações, como receber bens, contribuir para as construções, estabelecer pontos comerciais e enviar produtos via navio ou carroças.

 No tabuleiro dos jogadores, um resumo das ações
além dos armazéns e dos navios.

O lance das pontuações também é bem interessante e diferente, já falamos sobre existirem trabalhadores previamente colocados nas interseções, pois bem, quando o quarto trabalhador é colocado, o trabalhador mais antigo ganha uma cadeira no Conselho e é disparada uma pontuação seguindo a ordem do Conselho de Florença.

Além dos trabalhadores, em Calimala temos cartas que você consegue abdicando das ações para comprá-las, elas ajudam nas ações e podem ajudar bastante para que o seu turno seja mais produtivo.

 Acima das ações, o Conselho de Florença com a ordem
em que as coisas serão pontuadas.

O jogo termina quando os jogadores tiverem alocado todos os seus trabalhadores ou quando todas as pontuações do Conselho de Florença tiverem sido efetuadas, então cartas de objetivo secreto e o objetivo comum são contadas e o jogador que tiver mais pontos ganha.

Calimala é um jogo gostoso, tem umas mecânicas diferentes bem interessantes, e é daqueles euros que deve ficar muito bom com a mesa cheia, uma vez que mais trabalhadores vão estar nas ações e você vai precisar ficar bem ligado pra não dar bobeira com os adversários.

Exportar ou doar para as construções, formas de
fazer pontos em Calimala.

https://www.acessoriosbg.com.br/

terça-feira, 11 de junho de 2019

Saco de Ossos e Senda Zen


Durante a última edição do Diversão Offline, tive a oportunidade de conhecer no estande da Ludens Spirit, dois jogo muito bacanas, o Senda Zen e o Saco de Ossos, e mais legal foi saber que ambos são do mesmo autor, o brasileiro Eduardo Caetano.

Em Saco de Ossos os jogadores tem a sua disposição ossinhos e caveirinhas, na sua vez o jogador deve baixar um dos seus ossinhos na mesa ou mover os que já foram baixados.

O lance aqui é que quando os ossinhos fecharem um quadrado, o jogador que fizer isso pode colocar uma de suas caveirinhas na mesa e o jogo termina se um dos jogadores consegue fechar um quadrado só com ossinhos da sua cor, ou se o jogador conseguir uma sequência de três caveirinhas suas adjacentes.


O Eduardo conseguiu aqui juntar elementos do jogo da velha e do ligue os pontos em um jogo que você precisa ficar atento a todos os movimentos dos outros jogadores, para não ficar preso em uma cilada.

No Senda Zen, os jogadores precisam forjar o seu caminho para chegar até a posição inicial do seu adversário, e para isso, na sua rodada, você pode ou andar uma casa com seu buda, ou deslizar uma linha/coluna para ir formando o seu caminho.

Usando uma mecânica similar àqueles puzzles que vinham em brinde de festas, a ideia central do Senda Zen é muito bem sacada e inteligente, e o jogo com esse objetivo de chegar a outra quina do tabuleiro com seu buda, dá um viés estratégico muito legal.


Muito legal em ambos é que o Eduardo Caetano conseguiu resgatar mecânicas de antigos jogos e brinquedos, adaptando suas ideias para o nosso hobby como ele é hoje em dia, de forma criativa e inteligente e a Ludens Spirit ajudou muito entregando um produto muito bonito a preços muito bons.

http://hamburgueriabeb.com.br/

sexta-feira, 7 de junho de 2019

Série Pocket Games da Papergames



A Papergames tem trazido jogos bem bacanas, além de ser uma empresa que pratica um dos melhores preços do mercado, então quando eles anunciaram os primeiros três joguinhos da linha Pocket deles, a gente ficou logo de radar ligado.

O grande lance aqui é que a editora optou por caixinhas pequenas, mas de excelente qualidade e que cabem os jogos protegidos por sleeves, coisa que o nosso público adora fazer (nessa eu me incluo inclusive).

Mas o mais interessante, é que dependendo da aceitação desses três primeiros jogos, a Paper vai continuar com essa linha, e mais, jogos como o Oh my Goods! que ainda não teve a expansão lançada no Brasil, pode vir a ter a oportunidade de vê-la chegando por aqui a um preço bacana, uma vez que ela viria nessa caixinha da linha Pocket, então vamos falar agora um pouco desses primeiros três joguinhos.

O Quem Foi? é um joguinho bem farra de vaza onde você precisa defender os seus bichinhos de serem o causador do grande cocô que apareceu no meio da sala.

A regra dele é super simples, o primeiro jogador baixa uma carta de um bicho, inocentando ele e acusando um outro, os outros jogadores então precisam ser rápidos para que o primeiro jogador a colocar a sua carta possa inocentar o bichinho acusado e chamar outro.


A rodada termina quando um jogador acusar um bichinho que ninguém tem ainda ou quando apenas um jogador tiver uma ou mais cartas, então ele leva o cocô da rodada, e a partida segue até que um jogador tenha 3 cartas de cocô e perca o jogo.

Em Brave Rats dois clãs de ratinhos brigões lutam pela coroa do Rei Rato que desapareceu, e esse disputa se realiza comparando forças entre eles.

Cada jogador tem 11 cartas, e cada uma dela tem um poder, na rodada o jogador escolhe uma delas e secretamente baixa, ao abrirmos comparamos a força e vemos no poder de cada uma se alguma coisa modifica o resultado, para então um dos jogadores ficar com as cartas.

Quando o primeiro jogador vencer 4 rodadas, a partida termina, Brave Rats é um jogo que lembra muito o Love Letter, mas para duas pessoas, e para quem curte esse tipo de jogo ele é uma opção bacana.

Para finalizar o que eu achei mais legal, em Claim, mais uma vez temos um Rei morto, mas dessa vez existem cinco facções que estão atrás da sua coroa, e elas estarão disputando ponto à ponto por ela.

O jogo tem duas rodadas distintas, na primeira os jogadores vão recrutar seguidores para o seu lado na grande batalha, para isso abre-se uma carta da pilha central, o jogador da vez abre uma carta, não necessariamente igual a aberta, e o seu adversário abre uma carta também e comparam os valores e quem tiver a maior pontuação leva aquele seguidor.

Depois de 13 rodadas da primeira fase, temos a fase de confronto onde outras 13 rodadas são realizadas, basicamente com a mesma mecânica, mas dessa vez sem abrir uma carta de uma pilha central, usando apenas as cartas da sua mão.


Ao final das duas fases cada jogador conta seus apoiadores de cada facção, quem tiver mais facções do seu lado leva a coroa.

Basicamente é isso, mas cada facção tem poderes especiais, o que dá uma dinâmica muito legal a cada rodada e o jogo tem umas sacada muito interessantes para que você consiga no final a quantidade de votos necessários para vencer o jogo.

Como já dissemos lá no início da matéria, essa linha Pocket da Papergames traz jogos rápidos, divertidos e por um preço que vale até pra ficar dando de presente pros amiguinhos, agora é torcer para a continuidade da linha e que as expansões de outros jogos venham nesse precinho.

https://www.nerdoffline.com.br/

terça-feira, 4 de junho de 2019

TOP3 : Expansões


O mundo dos tabuleiros modernos me apresentou uma forma de jogo até então desconhecida para mim, as expansões, e nesses anos eu joguei muitas delas, algumas indiferentes, outras que só existem pra consertar o jogo base, mas algumas se destacam dando ao jogo uma nova vida.

Não vou citar algumas expansões que eu adoro mas que acabaram sendo incorporadas em edições mais novas, como a do Kingsburg (lançado pela Bucaneiros), vou me atar só naquelas que são as que explodiram minha cabeça e que dão vontade de jogar sempre.

O Village (que saiu no Brasil pela extinta Fire on Board), é um jogo muito consistente e interessante, por si só já se sustenta por muitas partidas, mas as expansões Village Inn e Village Port são excelentes aquisições.

Podendo ser usadas ao mesmo tempo ou individualmente, trazem novas formas do jogo se desenvolver o que faz com que você precise repensar nas estratégias para ganhar as partidas, ambas se integram perfeitamente ao jogo base e devem ser conhecidas.

Já falei uma penca de vezes do 7 Wonders por aqui, ele é ainda hoje o meu card-game preferido e além disso tem duas das melhores expansões de todas, a Armada e a Líderes.

A Líderes (já lançada pela Galápagos Jogos) deu uma reanimada ao jogo quando foi originalmente lançada em 2011, trazendo uma fase à mais ao jogo e uma forte influência das cartas de líderes ao jogo, já a Armada saiu ano passado e mais uma vez rejuvenesce o jogo que estava perdendo terreno para a sua (ótima) versão Duel.


A Armada traz um novo tabuleiro individual com colunas de comércio, poder naval, descobertas e civilização que você vai avançando conforme constrói cartas daquela cor, uma excelente adição ao jogo e que esperamos chegue logo ao Brasil.

Guerra dos Tronos é um dos casos em que expansões foram incorporadas para melhoria de mecânicas, e a Segunda Edição (que chegou ao Brasil pela Galápagos Jogos) já estava com um jogo redondinho e que garantia horas de pura diversão (e traições).

Mas ano passado, meio de surpresa, foi anunciada a expansão Mãe dos Dragões (já disponível no Brasil) e é impressionante como ela conseguiu sacudir o jogo, dando a ele novos caminhos e colocando elementos que deixam o jogo mais disputado.


A adição da Casa Targaryen, o mapa de Esos, o Banco de Braavos e o que pra mim é a "cereja" da expansão, as casas vassalas, fizeram com que as partidas do Guerra dos Tronos se tornem eventos gigantescos e cada partida se torne mais épica que a outra, hoje não consigo pensar em outra forma de jogá-lo sem essa expansão.

https://l.facebook.com/l.php?u=https%3A%2F%2Fwww.bucaneirosjogos.com.br%2Fbuscar%3Fq%3Dteotihuacan%26utm_campaign%3DeaitemjogoTeoti%26utm_source%3Deaitemjogo%26fbclid%3DIwAR3UQWrGiiuohOzmYawjeR6Sk8xXckiYTgsjbo05fZ4m2lPmHGT2WeJ9zkk&h=AT3KeiVfXrSEJzLgt__c4CU1UeR2WWSlHrzmmr11DeXefv97E6_qKDbcv1ryXCzPRDZjJETz2cV-cZQXEhrW6rzixnw0zk3RzThQnT1q9wWGjf1nsKD-NqYo3f34MHYLPTE

quinta-feira, 30 de maio de 2019

Cartógrafos


Quando joguei Cartógrafos ano passado ainda sob o nome de Doodle Realms foi paixão a primeira rabiscada, agora que o jogo saiu pela Grok Games com uma arte lindona do amigo Lucas Ribeiro, fica a certeza de um jogo apaixonante.

Em Cartógrafos os jogadores competem durante o ano para entregarem ao Rei a melhor disposição de construções no mapa a ser apreciado e avaliado por ele ao final das quatro estações.

Durante o setup do jogo, cada jogador recebe uma folha onde faremos as marcações, além disso são sorteadas quatro pontuações que validarão os mapas durante a partida, tendo como direção as cartas das estações que dirão quais duas pontuações valerão.

 Conforme você vai abrindo as cartas,
vai desenhando no seu mapa.

Então a estação começa com a fase de exploração, onde abrimos cartas que terão padrões e o tipo de terreno a ser preenchido, algumas considerações devem ser feitas, como por exemplo, não desenhar sobre as ruínas apresentadas no mapa (a não ser que a carta permita) ou sobre as montanhas.

O lance aqui é sempre tentar ficar de olho nas pontuações apresentadas no jogo e tentar sempre desenhar de forma que você consiga ir pontuando bem a cada estação.

Outra sacada é lembrar de desenhar em volta da montanha, pois ao fazer isso o jogador terá um ganho de moedas a cada estação que lhe dará uns pontinhos importantes.

Mas é claro que os outros cartógrafos não vão deixar a sua vida muito fácil, a cada estação existe a possibilidade de aparecer a carta de monstro, nesse momento os jogadores passam seu mapa para o adversário que desenhará o padrão mostrado e ao final da estação cada área em volta do monstro que não estiver cercada faz com que você perca pontos.

As estações definem sempre quais duas pontuações
serão validadas.

Os jogadores vão abrindo cartas somando o número que aparece nelas, a estação termina quando esse somatório é igualado ou superado pelas cartas, então acontece a pontuação da estação somando os pontos ganhos nas cartas, as moedas e diminuindo os valores do monstro.

A partida continua então para a estação seguinte, e após o término da quarta a partida é encerrada, somam-se os pontos das quatro estações e quem tiver a maior pontuação é o vencedor.

Cartógrafos é fácil um dos melhores "something & write" que eu já joguei, e eu sou bem fã desse estilo de jogo, além disso é muito legal saber que ele é criação de um brasileiro, o Jordy Adan e que o jogo recebeu o merecido tratamento pelas editoras que assinaram com ele, se você curte esse tipo de jogo é "must have".

Ainda como Doodle Realms o jogo já se mostrava
sólido e muito divertido.

http://hamburgueriabeb.com.br/

sexta-feira, 24 de maio de 2019

Reykholt


Se tem um cara que sabe fazer jogo de fazendinha, esse cara é o Uwe Rosenberg, e se você, assim como eu, é fã do cara e dos jogos dele, deve ter ficado super feliz quando a Galápagos anunciou que traria o Reykholt para o Brasil.

Em Reykholt sobre levados a Islândia, onde graças a sua energia geotérmica, temos um paraíso para o cultivo de vegetais, e onde turistas vão saboreá-los e você precisa ser esperto para a dura concorrência com os outros produtores locais.

Dito isso, temos um jogo de alocação de trabalhadores, onde a cada rodada temos quatro momentos (fases) onde os jogadores se revezam em turnos para irem aos espaços realizarem ações, colhemos nossos vegetais, alimentamos os ávidos turistas e descansamos (porquê ninguém é de ferro).

 No tabuleiro principal, ficam as ações do jogo.

Durante o momento de trabalho, usamos os nossos três trabalhadores para irem no tabuleiro principal onde temos uma série de ações disponíveis, basicamente vamos lá para conseguirmos as estufas onde plantamos os vegetais, conseguimos as ações de plantio e colheita ou pegamos cartas de serviços, que são melhorias à serem usadas durante a partida.

O lance do Reykholt é que temos uma assinatura do Uwe nele, que é você querer fazer mais ações do que vai realmente conseguir, nisso ele é um dos mestres, e nesse jogo, ele não foge a regra, você só tem três trabalhadores pro jogo todo, e três ações por turno não dá pra nada e você precisa fazer mágica e calcular muito bem o que vai ter que deixar pra próxima rodada.

 Os jogadores precisam ir plantando em suas estufas
(aqui uma estufa bombada pelas cartas de serviço).

Uma vez que o momento do trabalho acaba, os jogadores tem direito de colherem nas suas estufas, para depois seguirmos para o momento do turismo.

Aqui os jogadores precisam pagar os vegetais solicitados nas mesas para avançarem na trilha de pontuação, e uma vez por rodada você pode ao invés de pagar o que a mesa pede, pegar aqueles produtos como bônus, fazendo que o jogador sempre avance pelo menos um espaço na trilha.

Essa trilha de pontuação dele é genial, mas extremamente difícil de acompanhar, uma vez que conforme você avança, mais difícil fica de atender aos turistas que começam querem um ou dois vegetais e terminam pedindo cinco ou seis, deixando o jogo bem tenso.

 A trilha de "pontuação" são as mesas com os pedidos
dos turistas que vão a Reykholt.

A partida avança durante sete rodadas, ao final do momento de descanso da sétima ela acaba e o jogador que estiver mais avançado na trilha de turismo é o vencedor.

Reykholt lembra um dos melhores jogos do Uwe, o At the Gates of Loyang (que está no meu TOP3 do autor), mas de uma forma mais leve, mas ainda assim é um euro desafiador e para quem curte tanto o tema, quanto o autor, é uma excelente oportunidade de ter um grande jogo na sua coleção.

Durante a partida, geral tenso tentando programar o que fazer
mesmo sabendo que não consegue fazer tudo.

https://www.nerdoffline.com.br/