quinta-feira, 17 de setembro de 2020

Kingdomino Duel


Terceiro jogo da família Kingdomino, o Kingdomino Duel traz os dadinhos para o jogo, e com eles vamos formar os já tão conhecidos dominós que formam o reino do jogo.

Cada jogador recebe no início da partida uma folha onde vai marcar o seu reino, além disso temos uma folha de "magias" no meio da mesa, essa folha é comum a ambos os jogadores e traz elementos que mudam a dinâmica do jogo.

O jogador da vez então rola os quatro dadinhos do jogo, e começa a escolha dos brasões, sendo que o primeiro jogador escolhe um, o seu adversário pega dois e o da vez fica com o dadinho restante e assim montam seu "dominó" para aquele turno.

 Aqui os dadinhos substituirão os dominós.

A colocação dos dominós é bem semelhante aos Kingdominos anteriores, você pode colocar qualquer face junto ao castelo, ou então colocar o dominó com pelo menos uma das faces iguais a outro previamente desenhado na sua folha.

As coroas aqui são substituídas por cruzes, então quando você pega um brasão com uma ou duas cruzes as marca também na folha, mas aí vem o charme do Kingdomino Duel, quando você desenhar um brasão sem cruz, procura esse brasão na folha central e faz uma marcação lá.

Cada brasão faz parte de uma disputa mágica para liberar um poderzinho especial, mas apenas o primeiro jogador a completar todas as marcações de determinado brasão terá o direito de utilizá-lo, então rola essa corrida pois os poderes são bem interessantes no decorrer da partida ou para a pontuação final.

Conforme você pega uma combinação de dois dados,
precisa marcá-los na sua folha.

Além disso, uma vez por partida cada jogador pode pintar a torre do seu castelo e adicionar uma cruz ao seu dominó daquele turno, o que será importante para a sua pontuação final.

Assim que o primeiro jogador fechar seu território, a partida acaba naquela rodada e contam-se os pontos, multiplicando cruzes pelas áreas conectadas, assim como nos jogos anteriores, e o jogador com a maior pontuação é o vencedor.

Kingdomino Duel chega dando uma renovada de ares num jogo muito gostoso, e tendo mudanças significativas sem perder sua identidade acaba sendo mais um jogo que você pode ter na coleção, mesmo que já tenha os anteriores.

Na folha central temos uma disputa por efeitos bons
durante o jogo ou para a pontuação final.


terça-feira, 15 de setembro de 2020

Chronicles of a Crime


Quando o Kick Starter do Chronicles of Crime apareceu em 2018 eu fiquei super empolgado com a ideia do jogo, uma releitura modernizada dos jogos de detetives mas com um apelo tecnológico que vai desde as pistas sendo coletadas através de QR codes até a vistoria das cenas dos crimes utilizando realidade virtual e o sucesso do projeto lá fora alcançando quase 800k dólares mostra bem que o pessoal comprou a ideia.

Aqui no Brasil precisamos esperar mais um pouco, mas em novembro do ano passado a Galápagos Jogos trouxe para o mercado a caixa básica do jogo e o aplicativo em português para dar apoio nas nossas investigações.

Você prepara o setup, escolhe o caso
e começa a aventura.

O Chronicles of Crime é baseado em casos, você escolhe um dos casos no aplicativo, prepara todo o setup do jogo, com um tabuleiro central onde vamos colocando as pistas que vão aparecendo, as cartas de locais, o baralho de suspeitos e pessoas à serem interrogados e, caso você tenha, um óculos de VR (eu peguei o de papelão da Google pra brincar).

O jogo em si tem poucas regras, tudo vai mais da dedução e coleta de dados. Você vai precisar escanear o QR code dos locais, pessoas e pistas e através desses elementos tentar resolver o que o caso propõe.

O tutorial ajuda bastante para pegarmos a manha do jogo, com um caso simples e rapidinho de resolver, mas é só um aperitivo, quando você pegar casos mais complexos e aí que o jogo realmente mostra todo o seu potencial.


Conforme você vai jogando, lugares e pessoas
vão aparecer para serem investigadas.

Por ser um jogo que usa o aplicativo o tempo todo, ele pode se dar ao luxo de "temporizar" a partida, então tem casos onde se você demorar muito tempo, novos elementos entram em cena, através de um chamado da Scotland Yard, ou aparecendo novas pessoas durante seu caminho.

Mas o grande barato aqui é você tentar juntar as peças do quebra-cabeça proposto pelo caso e ao final responder corretamente ao questionário final e ver se você se saiu bem na investigação ou não.

O grande diferencial é a investigação nos locais através da realidade virtual, aqui você pode usar o óculos ou não, mas fazendo com o "gadget" a experiência é muito mais legal, mesmo com meu celular de tela pequena e o óculos de papelão é impressionante você ficar olhando para todas as direções atrás de pistas para tentar resolver os casos.


A investigação dos locais, via realidade virtual,
é um dos destaques do jogo. Foto KS.

O jogo base vem com quatro casos (sendo que um dele se desdobra em 3), mas você vai querer mais rapidinho, e aí entra outra coisa bem legal, apesar de termos casos sendo vendidos separadamente (no app tem mais 5 casos extras), existe uma forma da comunidade criar novos casos, e no Board Game Geek já temos mais de 20 casos criados por fãs (aqui a geek list com eles).

Mas cuidado, ele é um jogo que requer atenção aos detalhes, a experiência pode ser muito ruim se você estiver em um ambiente com muita gente ou com uma turma dispersa, ele é um jogo para se jogar em casa, focado na brincadeira, dessa forma você vai extrair ao máximo tudo que ele te proporciona.

Chronicles of Crime tem o feeling do antigo Scotland Yeard, mais moderno e encorpado, e você entra no mundinho legal anotando pistas, discutindo opções com as pessoas jogando com você, correndo contra o tempo para tentar resolver o caso com a maior pontuação possível.


Conforme o jogo vai se aproximando do
final, a mesa (no meu caso a cama) fica cheia.
 

quinta-feira, 10 de setembro de 2020

Novidades Brazucas à Caminho!


Nesse tempo que tenho ficado em casa, tive a oportunidade de jogar um monte de jogos ainda em estágios de preparação para se tornarem produtos prontos para chegarem as prateleiras dos jogadores brasileiros.

Alguns eu acompanho desde o "berço" outros só vim a conhecer agora já quase prontos, mas vou deixar aqui as minhas impressões e espero que mais pra frente todos ganhem postagens exclusivas de lançamento com o jogo já sendo produzido e disponível em todas as ludotecas.


Durante a GenCON Online tive a oportunidade de jogar o Persona Non Grata com o grande Sergio Halaban, que além de ser um dos autores mais antigos no Brasil sempre produzindo é certamente um dos mais gente fina.

Esse é um jogo de cartas que onde os jogadores são bichinhos tentando hackar um sistema, nós vamos usar um sistema de draft para tentar recolher chaves que nos darão pontos ao final do jogo.

Ele tem um sistema de draft junto a escolha de ações escondidas muito promissor, e eu gostei muito de como ele se desenvolve (apesar de não ter conseguido terminar a partida) e já está assinado com a Dijon Jogos.



Outro que eu joguei na GenCON Online foi o Camisa 12, esse eu conheço desde os primeiros rabiscos e já joguei um monte de vezes.

Nele duas torcidas rivais participam de um clássico enchendo o estádio e com isso empurrando o seu time para a vitória.


O jogo se utiliza de um rondel para escolha de tiles, além de cartas de objetivos secretos que podem ser usadas para aquela virada de jogo sensacional aos 47 do segundo tempo.

O Camisa 12 tá prontinho, pra mim é um dos meus jogos preferidos do Rodrigo e eu espero que saia logo com a qualidade que a Dijon Jogos vem produzindo (e o jogo merece).


Outro do amigo Rodrigo Rego mas dessa vez como co-autor outro grande amigo de jogatina, o Leandro Pires, Salon de Paris é um jogo de colocação de tiles tipo tétris, onde estamos em exposições para conseguir as melhores obras no meio de um pandemônio de artistas querendo um lugar ao sol.

O grande lance do jogo vem do leilão para a escolha das peças e a colocação delas no seu tabuleiro pessoal ou em um salão de exposição comum, onde em ambos os casos você pode valorizar ou depreciar determinado tipo de obra e ganhar também pontos e ajuda na hora do leilão.

Esse tá ainda na fase de mudanças e arrumações, mas é bastante promissor, ainda mais se ganhar uma arte caprichada, pode vir a ser um daqueles jogos que você quer na coleção pela beleza dos componentes (além de ser um jogo muito gostoso).


Pindorama é uma criação do Eduardo Andrade e trata da colonização das Américas desde a chegada dos Europeus em 1492 até a industrialização no início do século XIX.

Cada jogador é um grupo ameríndio tentando sobreviver à chegada dos brancos, e nesse processo temos também a chegada dos negros escravizados que dividem esses espaços.


O Eduardo fez uma pesquisa muito grande, e você tem momentos chave da história do nosso povo que influenciam diretamente no decorrer do jogo que mecanicamente trabalha com o conceito de controle de área.

Apesar de parecer difícil num primeiro momento, quando você joga ele é muito fluido e mesmo ainda não estando 100% finalizado, tem tudo para ser um dos grandes jogos nacionais em termos de estratégia, fiquem bem ligados nesse aqui.


Terminando meu passeio pelos protótipos temos o Front, um jogo de cartas para duas pessoas com temática da Segunda Guerra Mundial feito pelo Alexander e que impressiona pelo design gráfico e pelo cuidado na pesquisa histórica.

Mas isso aliado a uma mecânica inteligente de escolha simultânea de tropas, faz com que o jogo seja muito bacana e estratégico.

Ele funciona como uma "melhor de três" conflitos, em cada um deles temos condições adversas, a entrada de personagens com efeitos especiais e muita observação de situação para que os conflitos sejam resolvidos de forma favorável para o seu lado.


Por enquanto é isso, e pensar que eu ainda estou super enrolado postergando partida de jogos como Rio 1808 do Butilheiro, o Bom do Videogame dos amigos Patrick e André, mais uma novidade da Bucaneiros, o Opentop do Éderson e novidades do Quilombolas do Valter.

Esse está sendo um ano produtivo para os criadores, uma pena que as jogatinas tenham que ser virtuais, mas pelo menos dá pra jogar coisas que dificilmente eu teria acesso mais fácil, mas acho legal que as editoras (principalmente as maiores) comecem a olhar para os autores nacionais com mais carinho, tem saído uma leva de jogos muito interessante que não podem ficar só no protótipo.

terça-feira, 8 de setembro de 2020

Ludoteca Básica : Jaipur


Finalmente chegando ao Brasil pela Galápagos Jogos, em Jaipur dois jogadores competem pela preferência do Marajá, e para isso precisam ser os melhores comerciantes e ganharem os Selos de Excelência para terem tal privilégio.

Criado por Sébastien Pauchon (mesmo autor do ótimo Jamaica), aqui temos um jogo de cartas onde existem seis tipos de especiarias para serem comercializadas, e os camelos que servem como coringa mas também são um bem valioso.

Cada jogador recebe inicialmente uma mão com 5 cartas, os camelos que vierem nessa mão inicial são separados e você fica apenas com as especiarias, além disso é feito um mercado no centro da mesa, com cinco cartas abertas e com tokens que são o dinheiro e a forma de ao final da rodada você conquistar o Selo de Excelência.

O mercado onde tentamos pegar os melhores itens
antes do outro comerciante.

Na rodada o jogador pode fazer apenas uma entre quatro ações : comprar uma carta do mercado (que é reposta automaticamente), comprar todos os camelos do mercado, trocar especiarias e camelos por outras especiarias do mercado ou vender seus produtos.

O lance aqui é você conseguir maximizar suas vendas tentando vender a maior quantidade antes do seu oponente, pois quanto mais cedo, maiores os valores de venda.

Outra coisa interessante do Jaipur é o gerenciamento dos camelos. A sua mão pode ter no máximo sete cartas, mas como os camelos ficam à parte, eles são uma excelente forma de trocar, e ainda valem cinco pontos ao final para quem tiver a maior cáfila.

 Os tokens que são a parte mais importante do jogo,
conseguir os melhores é primordial.


O jogo alterna entre os dois comerciantes até que três cores de tokens acabe ou não se consiga mais colocar novas cartas no mercado, encerrando assim a rodada automaticamente.

O jogador com a maior quantidade de camelos ganha token de pontuação, somam-se todos os pontos em tokens e quem tiver a maior pontuação recebe um Selo de Excelência, quem conseguir recebe o segundo selo é o vencedor.

Jaipur é daqueles jogos elegantes, com regras simples mas com uma curva estratégica super alta, quanto mais você jogar, mais vai se apaixonar por ele, e isso vem de um cara que a primeira vez que jogou não deu nada pelo jogo, mas agora depois de mais de 10 partidas já o considera Ludoteca Básica.


O jogador com a maior quantidade de camelos,

recebe um bônus importante ao final da rodada.
 

sexta-feira, 4 de setembro de 2020

Ratzzia


O inverno está chegando e os grupos de camundongos vão à procura de alimentos para não passarem necessidade durante esse período, mas você precisa sempre ficar ligado, pois as suas conquistas desprotegidas são um alvo delicioso para os outros ratinhos.

Em Ratzzia, recém lançado pela Devir Brasil, os jogadores são grupos de camundongos (representados por dados) que vão aos diversos cantos da cozinha para tentar conseguir salsichas (1 ponto), queijo (10 pontos) e biscoitos (5 pontos).

Você vai começar com 7 dadinhos, que serão os seus camundongos, na sua vez você rola todos eles, se quiser pode rolar eles mais uma vez, e então vai escolher ao menos um para ir ao tabuleiro principal do jogo.

Os ratinhos vão à cozinho atrás de
provisões para o inverno.


Nesse tabuleiro existem espaços para a alocação dos seus dadinhos que são colunas onde você vai conseguir o alimento, seja roubando da cozinha, seja roubando dos amiguinhos e ainda tem o delicioso dado do caramelo (que é um dadinho coringa extra).

O lance do jogo é que sua comida conquistada fica desprotegida, então tem uma coluna super importante que é onde os jogadores vão para conseguir guardar a comida de forma que nenhum outro engraçadinho possa vir pegá-la de você.

A sacadinha do jogo é que as colunas são preenchidas de baixo pra cima, e só serão validadas quando completas, até lá seu dadinho fica preso e você terá menos opções de escolha o que talvez faça você precisar apelar para a opção de jogada que é retirar todos os seus dados de uma coluna.

Uma vez que uma coluna é completada
os ratinhos que estão lá ganham seus bônus.


Existem ainda um espaço que eu particularmente não vi vantagem, que é o espaço do gato. Lá você vai manter seu dado preso e quando ele "acorda" o gato do jogo, que é prender dados dos outros jogadores durante a rolada, mas o grande problema é que ele também prende os seus, na minha partida nem usamos esse espaço (e sinceramente não vejo o porquê dele existir).

Os jogadores vão se revezando nessas colocação de dados, até que o primeiro termine o seu turno com 25 pontos em comida salvos, então a partida termina.

Ratzzia é um jogo muito simpático e gostosinho de jogar, bem dinâmico e que serve para a família toda.

O primeiro grupo de ratinhos que salvar
25 pontos em comida, é o vencedor.

segunda-feira, 31 de agosto de 2020

Mesozooic

Em Mesozooic os jogadores são diretores competindo pela criação do Parque de Dinossauros mais legal das redondezas, e parar isso você vai precisar ser mais rápido que seus competidores para deixar tudo funcionando direitinho.

A caixinha do jogo vem com 6 baralhos com a cor dos diretores, além de cartas neutras e um baralho para o jogo avançado. 

No modo básico (indicado só pra conhecer o jogo mesmo), cada jogador pega as suas 11 cartas, embaralha e monta uma grade de 4x3 na sua frente, com um espaço que ficará vazio, então é dada a largada para a criação do seu parque.

Você embaralha suas cartas, prepara o
setup e começa a rodar a ampulheta.


A partida é em tempo real e simultânea, cada jogador terá o tempo da ampulheta para deslizar suas cartas pelo grid, para tentar fazer com que seu parque pontue da melhor forma.

As cartas serão pontuadas de várias formas, pelos monotrilhos seguidos, pelas áreas cercadas completas, pelas topiárias e pelos caminhões atendendo as atrações e no final de três rodadas de construção quem tiver a maior pontuação é o vencedor.

O jogo básico é bem bobinho, mas aí você coloca as cartinhas neutras e o jogo ganha uma nova camada estratégica já desde o setup.

Quando termina o tempo, você vê as coisas
que pontuarão no seu parque.


Uma vez que essas novas cartas são adicionadas, todos os baralhos são embaralhados junto com elas, são dadas 11 cartas para cada diretor, e é feito um draft onde você escolherá duas cartas, passará para o próximo, escolhendo mais duas e assim sucessivamente até que todos tenham 11 cartas.

A dinâmica de construção continua sendo a mesma, mas as suas escolhas podem tornar seu parque mais difícil ou mais fácil para pontuar na hora de deslizar as cartas, além dessas cartas neutras tem cartas para o modo avançado com novas formas ganhar pontos.

Mesozooic é um joguinho super rápido e interessante, essa dinâmica de escorregar as cartas para montar seu parque remete a uns brinquedinhos antigos de letrinhas que geralmente eram brindes de festa junina, e aqui foi utilizado de forma bem inteligente.

O jogo vem ainda com cartas avançadas para dar
mais variabilidade na hora de montar seu parque.

quinta-feira, 27 de agosto de 2020

Relembrando : Abalone / Polaris


Lançado originalmente em 1987, o Abalone clássico é um jogo abstrato onde dois jogadores competem para tentar empurrar para fora do tabuleiro as bolinhas do adversário.

Na sua vez, você pode empurrar de uma a três bolinhas da sua cor, se na direção empurrada houverem bolinhas adversárias em menor quantidade que a suas empurradas, elas também se movimentam, e é dessa forma que você vai conseguir pontuar no jogo.

O jogador que conseguir empurrar 6 das bolinhas adversárias primeiro para fora da arena, é o vencedor.

Setups diferentes para o mesmo jogo, garantem
novos desafios.


Apesar dele ter um setup básico, existem uma série de aberturas diferentes, algumas bem desafiadoras, que ajudam ao jogo ter uma rejogabilidade alta, mesmo que muito pouco seja feito para transformar a experiência, só essas pequenas mudanças já trazem ao jogo novas formas de pensar.

Abalone é um daqueles jogos clássicos que atravessa gerações pela simplicidade das regras, mas que necessita de várias partidas para dominar o jogo.

Aqui no Brasil ele é comercializado pela Ludeka e também numa versão artesanal de madeira pelo pessoal da Mitra, sob o nome de Polaris.

Offboard deu uma renovada no jogo.

Em 2011 os autores do jogo clássico Michel Lalet e Laurent Levi deram uma modernizada nele e lançaram o Offboard, que tem a mesma premissa do seu irmão mais velho, mas com algumas mudanças de regras, inclusive mudando coisas na pontuação.

Hoje, depois de quase 25 anos do seu lançamento, Abalone é um jogo que pode pertencer a todas as coleções e é utilizado inclusive em sala de aula em colégios que trazem o lúdico para o ensino (na escola das crianças o pessoal da Mind Lab usa).

A versão toda em madeira do pessoal da Mitra.