segunda-feira, 15 de abril de 2019

DC Deck-Building Game


No DC Deck-Building Game, lançado em 2012 pela Cryptzoic Games, os jogadores escolhem um dos heróis mais famosos dos quadrinhos para combaterem os mais terríveis vilões, e para isso usam a mecânica de deck-building para melhorarem seus baralhos e ficarem cada vez mais fortes.

Inicialmente os jogadores escolhem um dos sete heróis disponíveis na caixa base do jogo, cada um deles com poderes e características diferentes, mas apesar dessas diferenças, a mão inicial de cada jogador é igual, contendo 7 cartas de "soco" e 3 de "vulnerabilidade".

Além disso um monte de 8 cartas é formado com os super-vilões, e cartas de "chute" e de "fraqueza", e um grande deck é misturado com vilões, localidades, outros heróis, super poderes, equipamentos entre outras coisas que podem ser comprados durante as rodadas.

 Inicialmente você escolhe um herói que vai te ajudar
na tarefa de derrotar os super-vilões.

Desse deck maior são abertas cinco cartas que estão disponíveis para a nossa compra, e a rodada funciona basicamente como todos os outros jogos de deck-building que você já deve ter jogado.

O jogador da vez tem cinco cartas na mão para utilizar, a "moeda" corrente no DC Deck-Building Game é o poder que cada carta de dá, que serve tanto para comprar novas cartas, quanto para bater nos vilões, então inicialmente você tem só as cartas de "soco" que te dão +1 de poder.

Você pode comprar quantas cartas quiser, seja da linha formada pelo deck principal, ou seja pegando cartas de "chute", se elas ainda estiverem disponíveis. Essas cartas recém compradas vão para o descarte e serão posteriormente embaralhadas para chegarem à sua mão e você poder utilizá-las.

Mas o lance aqui é derrotar os super-vilões, e para isso você vai precisar melhorar bem o seu deck, pois para derrotá-los você precisa somar valores altos de poder.

 Na linha de compras você vai para conseguir
melhorias para o seu baralho.

Então o lance é tentar ir melhorando seu poder com novas cartas, para ir derrotando os vilões, que vão para o seu deck também e aí começam a valer pontos de vitória no final do jogo, e alguns também ajudam à você com poderes a serem usados no decorrer da partida.

O jogo prossegue dessa forma, com cada jogador usando suas cartas para compras e surras, até que o deck dos super-vilões acabe ou se o deck maior não puder mais suprir a linha de compra, aí somam-se todas as cartas que valem pontos e quem tiver a maior pontuação é o vencedor.

DC Deck-Building Game lembra muito o Legendary lançado no mesmo ano, mas o DC é mais simples de jogar e cada jogador tem seu herói de estimação desde o começo dando poderes para ajudar. Se tivesse que escolher entre um dos dois para ter na coleção, acho que o DC leva uma certa vantagem e seria minha opção.

Como era de se esperar, o jogo é ricamente ilustrado
e os fãs de quadrinhos com certeza vão curtir.

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quarta-feira, 10 de abril de 2019

Zombies!!!


Lançado em 2001 pela Twilight Creations, em Zombies!!! somos sobreviventes tentando chegar a um helicóptero que vai nos levar para longe de hordas de zumbis que estão tentando comer nosso cérebro, mas ao contrário do que se pensa, aqui ninguém quer trabalhar em grupo, e todos estão tentado passar a perna nos outros sobreviventes para não virar comida de morto-vivo.

O jogo tem um mapa que vai crescendo durante a partida, então ao início temos apenas o tile da praça central, na sua rodada a primeira coisa a ser feita é comprar um novo tile e acrescentar ao mapa já existente.

Cada tile tem sua particularidade, as ruas e cruzamentos são de boa, pois só aparecem zumbis conforme a sua quantidade de saídas, mas os mapas em que existem prédios, esses sim são perigosos, pois vem acompanhados por muito mais zumbis.

 No início, poucos zumbis e um mapa pequeno.

Mas por mais amedrontador que isso seja, aparecerem zumbis não é uma coisa tão ruim, depois de colocar o tile e aparecerem os zumbis o jogador faz as suas ações, você move seu personagem e caso chegue em algum espaço que tenham zumbis você os enfrenta.

Como eu disse, enfrentar zumbis não é de todo ruim, cada zumbi derrotado conta para você como uma pontuação, se algum jogador chegar a um total de zumbis mortos, o jogo pode acabar e esse jogador é o vencedor, mas as coisas não são tão simples assim.

As cartas dão uma movimentada (nem sempre)
boa ao andamento do jogo.

Zombies!!! tem cartas que modificam a ação dos jogadores, elas tem os mais variados poderes, e alguma podem servir para dificultar a vida dos amiguinhos, e claro, você pode acabar sendo devorado pelos zumbis e precisa reiniciar sua partida lá no tile central.

Depois de realizar todas as ações possíveis, os zumbis também se movem para cima dos jogadores, caso haja alguma carta de efeito em jogo ela é executada o jogador repõe sua mão e o turno para para o próximo sobrevivente.

O jogo flui dessa forma até que um dos jogadores consiga matar uma quantidade de zumbis ou se um deles conseguir limpar o tile de helicóptero (que aparece com 9 zumbis nele) e esteja no espaço central ao final do seu turno, conseguindo assim fugir e deixando seus "amigos" para serem devorados.

 Com a partida avançada, a tendência é o mapa ficar
infestado, e fica bem difícil a movimentação.

Zombies!!! foi o primeiro jogo do estilo que eu joguei quando comecei a conhecer os jogos modernos, ainda hoje acho divertido, ele tem milhões de expansões (mais de 15 atualmente) e cada um delas traz, além de novos tiles, mais cartas de ações, mas eu recomendo só a partida com o jogo base (e com umas house-rules) pois o jogo já é longo por si só.

Um fato curioso sobre ele, é que em 2012 quando o seu autor Todd Breitenstein faleceu vítima de um câncer, toda a comunidade no BoardGameGeek se juntou para dar nota 10 ao jogo, e assim fez com que ele chegasse ao topo do ranking, como uma homenagem póstuma ao autor.

 Quanto mais expansões, mais espaço você vai precisar
para a mesa de jogo (e mais paciência).

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sexta-feira, 5 de abril de 2019

Lembra desse? YAM / Yahtzee


Vocês podem não ter notado, mas os mais observadores deve ter percebido que eu volta e meia falo de algum jogo de "rolagem e anotação", isso é porquê eu tenho um carinho enorme por esse tipo de jogo desde que eu conheci, lá nos anos 80 o YAM.

Lançado em 1956 lá fora como Yahtzee, ele foi um dos primeiros jogos à serem lançados pela Grow no início dos anos 70, e pela sua simplicidade e por que não dizer, abuso de rolagens de dados, acabou caindo nas graças do público, e ainda hoje tem grandes vendas nas lojas lá de fora.

No jogo temos cinco dados a serem rolados, você rola eles e pode ir separando os que deseja guardar e ainda terá duas re-rolagens para com o resultado final, marcar na sua tabelinha.

O meu tá castigado, mas volta e meia ainda vê mesa.

A nossa tabela é composta por quatro colunas, em cada uma delas temos uma série de campos à serem preenchidos por combinações dos dados, além disso eles tem quatro formas de serem preenchidas, sendo em ordem decrescente, crescente, diversos ou no "seco", ou seja, com o valor da primeira rolagem sem que se mexam neles.

Os valores a serem marcados de 1 a 6 tem um mínimo, mas teoricamente são tranquilos, os campos mais difíceis são os que você precisa de combinações, como uma quadra, ou um full-house, sequências e o famigerado YAM, que são os cinco dados com o mesmo valor.

 A versão lá de fora, ainda é vendida e tem inclusive
várias versões temáticas.

As rodadas vão rolando, a cada vez que você não conseguir encaixar uma combinação de dados, você precisa riscar um dos campos da sua tabelinha, e quando não tiverem mais campos a serem preenchidos o jogo acaba, contam-se os pontos e quem tiver a maior pontuação é o vencedor.

YAM é um jogo que já está datado, ele leva muito tempo, tem interação nula, mas o "core" dele serviu de base para jogos que são sucesso hoje em dia, como o King of Tokyo/New York e ele pode ser considerado o avô dos "roll and write".

Mas ainda assim, ainda tenho uma caixinha com ele, com todo o seu bloquinho gasto, e novas tabelinhas impressas, para que se um dia bater o saudosismo, a gente role os dados atrás daquele maldito YAM de 6 no seco.

O lance é torcer por aquelas combinações
e deixar os deuses da sorte agirem.
 
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quarta-feira, 3 de abril de 2019

Colheita de Dados


Colheita de dados é mais um jogo de rolar dados e escrever os resultados que chega ao Brasil, nesse somos fazendeiros que a cada rodada precisamos plantar na nossa horta, e se a gente não consegue, quem fica feliz é o porquinho!

O jogo é muito simples de ensinar, a cada rodada são rolados um número de dados e os jogadores vão se revezando escolhendo um deles para anotarem na sua fazendinha, ao final da rodada, sempre sobre um dado, e esse faz o valor do produto indicado aumentar no mercado.

Existem três tipos de produtos, alface (dado verde), tomate (dado vermelho) e cenoura (dado laranja), quando você escolhe um desses dados, se não existir nenhum outro desenho do tipo escolhido na fazenda, você pode desenhar no valor indicado o produto escolhido.

 Rolam-se os dados e os jogadores vão um a um
escolhendo um deles para anotar na sua fazenda.

Caso já tenha sido desenhado previamente o produto escolhido, você precisa desenhar o novo dado de forma adjacente ao que já foi plantado, e caso não consiga deve usar o valor do dado para alimentar o porquinho.

A graça do porquinho, além de dar pontinhos, é que ao fechar uma das linhas de marcação do seu chiqueiro, você habilita o poderzinho de somar ou deduzir valores do dado escolhido, o que facilita bastante na hora de colocá-los na sua fazenda.

No final multiplica-se o valor de cada produto
pelo seu valor no mercado.

O jogo prossegue dessa forma até que um dos disparadores de final de jogo seja alcançado, que são preencher toda a fazenda, todo o chiqueiro ou todos os seis marcadores de um dos produtos no mercado, aí os jogadores pontuam pelas linha completas do chiqueiro e na fazenda e multiplicam cada um dos três produtos pelo seu preço no mercado, quem tiver o maior resultado é o vencedor.

Colheita de Dados chega pela Meeple BR e vai agradar muito aos jogadores casuais, principalmente para aquela turma que curte jogos leves e rapidinhos, além disso é uma ótima opção para quem tem crianças no grupo, pois ele tem regras bem convidativas e uma arte bem bonitinha e caricata.

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segunda-feira, 1 de abril de 2019

Wingspan


Em Wingspan os jogadores são entusiastas de aves que passam seu tempo registrando hábitos e colecionando aves para seus aviários, então a busca do alimento certo, do melhor habitat são muito importantes para sua coleção ser mais imponente que a dos outros jogadores.

No setup especial cada jogador recebe seu aviário, uma quantidade de comida e uma mão inicial com cinco aves, onde você vai escolher algumas para ficarem com você, ao custo de uma ração para carta que você deseje ficar.

À partir dessa primeira escolha a rodada funciona da seguinte forma, os jogadores usam cubos de ação para realização de ações, que podem ser baixar um novo pássaro ou ativar uma das três fileiras do aviário.

 O mostruário de aves, onde vamos escolher novos
espécimes para nosso aviário.

As fileiras tem suas particularidades e representam determinados tipos de habitat. Na primeira fileira temos as aves da floresta, a ação dessa fileira é pegar comida do comedouro, aqui já temos um destaque na produção, o jogo vem com uma torre de dados onde jogamos os dados que representam os vários tipos de comidinhas e ao usar essa ação, pegamos um dos dados dispostos no comedouro e pegamos um marcador daquela comida.

Na segunda fileira as aves dos campos nos dão ovos, esses servem para "pagarmos" a colocação de novas aves, além de servirem como pontos de vitória ao final do jogo e finalmente na terceira e última fileira, com aves dos pântanos, a ação é de pegar novas cartas de aves.

 Quando pegamos novos ovinhos, eles são
colocados nos ninhos das aves.

O grande lance no nosso aviário, é a "engine building" criada durante o jogo, pois ao colocarmos novas aves, elas são sempre colocadas na fileira desejada no espaço mais à direita, e quando ativamos aquela linha vamos passando por todos os espaços e realizando as ações de cada ave pelo trajeto, então a arrumação e até mesmo a ordem de colocação podem te ajudar a deixar sua jogada mais eficiente.

Quando todos os cubos de ações dos jogadores acabarem, a rodada termina, os jogadores tem então uma pontuação de final de rodada, cada jogador marca sua posição baseado em algum critério (como mais ovos em determinado tipo de ninho ou maior quantidade de pássaros de um determinado tipo) e isso é marcado com um dos seus cubos, o que deixa você com menos ações conforme o jogo avança.

Ao final da quarta rodada de ações o jogo termina, contam-se os pontos e o jogador com a maior pontuação é o vencedor.

No nosso aviário, cada novo pássaro vai ajudar a fazer
com que a linha onde ele esteja tenha mais ações.

Wingspan é um jogo muito gostoso, cujo tema encaixa perfeitamente às mecânicas e tudo faz bastante sentido e percebe-se que houve uma pesquisa muito série e bem feita à respeito das aves representadas nele, e com uma duração muito enxuta é daqueles jogos que você termina a partida com vontade de jogar outra.

Como já comentamos anteriormente a produção está super caprichada e ele chega ao mercado brasileiro pelas mãos da Ludofy e como curiosidade fica o fato dele ter sido todo feito por mulheres tendo o design do jogo sido feito pela Elizabeth Hargrave e todas as artes assinadas pelas artistas Ana Maria Martinez Jaramillo, Natalia Rojas e Beth Sobel.

 A produção do jogo é linda, e o comedouro
que serve como torre de dados, dá um charme à mais.

sexta-feira, 29 de março de 2019

No Thanks!


Criado em 2004 chegou recentemente ao mercado brasileiro pelas mãos dos amigos da Papergames o divertido No Thanks!, nesse jogo a parada é evitar cartas de valores altos que lhes renderão pontos negativos, mas pra isso você gasta seus preciosos pontos positivos.

O jogo é formado por um baralho de 33 cartas numeradas de 3 a 35, no inicio de cada partida, ele é embaralhado e são tiradas 9 cartas sem que os jogadores saibam quais foram os números que saíram.

 Saber a hora de pegar uma carta ruim, mas que já esteja
com uns pontinhos bons, é uma das graças do jogo.

Cada jogador começa com uma quantidade de pontos de vitória que serão usados para tentar evitar as cartas indesejadas, uma carta do baralho é aberta e o jogador da vez escolhe se fica com ela, ou se pinga um dos seus pontinhos de vitória.

Depois que o jogador da vez se decide, caso a carta não tenha sido comprada, o jogador a sua esquerda tem as mesmas opções, ficar com a carta ou pingar um ponto, e assim vai rodando até que um dos jogadores decida ficar com a carta e todos os seus pontos positivos armazenados.

A sacada divertida do No Thanks! é que ao pegar essas cartas, elas vão lhe render pontos negativos pelo valor escrito nela, mas se você conseguir cartas em sequência, só vale a pontuação da menor carta, então se você já tem um 33 e um 35, se conseguir um 34 reduz sua pontuação negativa de 68 para 33 pontos.

 Só esperando aquele 24 salvador!!!

O jogo vai rodando até que o baralho termine, contam-se os pontos negativos da carta e os jogadores deduzem seus pontinhos positivos conseguidos para dar uma amortizada, e quem conseguir a melhor pontuação vence a partida.

Cada partida de No Thanks! dura uns 20 a 25 minutos no máximo, então é normal você querer jogar várias em sequência para tentar melhorar sua pontuação e claro para dar uma zoada naquele amigo que ficou com uma pontuação tão feia que vai virar referência em todas as outras jogatinas.

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quarta-feira, 27 de março de 2019

Vampire : The Eternal Struggle


Na escuridão, uma guerra sem fim é travada entre os vampiros mais antigos, esses "Matusaléns" convocam neofitos para seus exércitos e lhes prometendo sangue dos inimigos, os colocam na frente de batalha para que seus clãs prevaleçam e sejam cada vez mais respeitado.

Com essa premissa, em 1994 o grande Richard Garfield lançou seu card-game colecionável baseado no universo vampiresco do World of Darkness, esse jogo foi inicialmente chamado de Jyhad, mas devido as crescentes ondas terroristas ligadas e motivos religiosos (que também levam esse nome), em 1995 ele recebe seu nome definitivo, Vampire : The Eternal Struggle.

Nesse jogo, cada jogador assume o papel de um dos Matusaléns controlando sua horda de vampiros atacando sua presa e se defendendo do seu predador.

 Na nossa mão, cartas que vão ajudar na disputa contra
nossos adversários.

O baralho do Vampire é formado de duas formas distintas, uma é a cripta, onde o jogador escolhe vampiros que serão enviados para conseguir acabar com o sangue dos seus adversários, e para isso eles vão precisar da biblioteca, onde teremos cartas que baseadas nas disciplinas escolhidas, darão ações para os jogadores além disso cada jogador começa com uma reserva de sangue que serve para acordar seus vampiros e pagar por determinadas ações.

Uma rodada padrão é composta pela fase onde os vampiros utilizados previamente são acordados, depois o jogador pode usar cartas Master, seguido pela fase onde os vampiros realizam suas ações, depois o jogador pode colocar sangue nos vampiros ainda não controlados e finalmente pode descartar cartas para rodar sua mão.

 Mas precisamos antes acordar nossos vampiros,
para isso damos o nosso sangue... literalmente.

A fase de ação dos vampiros é a mais importante, nela é que acontecem os ataques, onde são baixadas as cartas de política e principalmente onde os jogadores tentam reduzir a reserva de sangue da sua presa.

Ao contrário de jogos como Magic e atualmente o Keyforge (ambos também de autoria do Garfield), no Vampire as partidas podem ter mais de dois jogadores, então a definição de presa/predador é super importante para o andamento do jogo, pois por princípio o jogador só pode atacar sua presa, então a sua preocupação principal numa mesa grande é atacar um jogador e se defender de outro.

Mas o Vampire é muito mais profundo que isso, nesses anos todos foram muitas expansões, que sempre trazem novas cartas, novos vampiros, e as vezes novas situações de jogo, então uma das grandes graças é você tentar ir equilibrando se baralho.

 Anos de expansões e edições conferiram um monte
de vampiros, difícil é escolher só alguns pro seu baralho.

Depois de 2010 o jogo entrou em "torpor" por conta de disputas entre editoras, mas ainda assim os jogadores continuaram fazendo o jogo funcionar, criando inclusive expansões que só saíram em PDF, mas depois de anos sem alguma posição oficial, agora em 2019 a Black Chantry anunciou que vai voltar com a produção do jogo, e a Conclave vai trazer inicialmente a versão em inglês e quem sabe finalmente teremos o Vampire : The Eternal Stuggle em português.

Para mim, ele é um dos card-games mais bacanas de todos, e acho que esse retorno dele ao mercado vai trazer muitos novos jogadores e fazer com que ele cresça mais, pois além do tema ser muito bem implementado, vem com toda a mística do Vampire : The Mascarade que por si só já é um chamariz e tanto.

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