quinta-feira, 29 de outubro de 2020

Revista Digital FORBIDDEN


Eu costumo falar pouco de RPG aqui no site, mas sou fã pra caramba e já joguei muito, então curto acompanhar as coisas, e uns anos atrás descobri o sistema Old Dragon da RBX (agora Buró Editora) e fiquei fã pelas similaridades com o bom e velho D&D.

Bem, a Buró em maio desse ano criou uma campanha via Catarse para uma revista digital mensal sobre RPG, a Forbidden Magazine, que agora em outubro chegou à quinta edição e eu achei que valeria à pena falar um pouco dela.

Eles foram super inteligentes em disponibilizar a edição nº 0 para todos sentirem o gostinho de como seria trabalhada a revista, e bem, me convenceram de primeira.

A edição mais recente quase 90 páginas.

O material é muito bem tratado, a diagramação é excelente e a revista é muito bem ilustrada tendo um time no quilate do Antonio Pop, Rafael Beltrame, Thiago Righetti e Dan Ramos além de muitos colaboradores que tem anos de RPG nas costas.

As matérias são muito legais, as aventuras disponibilizadas são de boa mesmo para os mais iniciantes tanto em mestrar como em jogar, e dependendo do seu nível de assinatura, o material de apoio é excelente, tanto que eu comecei na assinatura mais básica e acabei mudando para ter acesso a ele.

Vale múito à pena pegar o material de apoio.

Vale ressaltar que o PDF interativo e o de impressão para usar junto às aventuras é uma mão na roda danada para organizar seu jogo.

É notável a evolução de uma edição para outra, onde eles tem feito sempre enquetes junto aos assinantes para que a revista melhore cada vez mais.

E isso se reflete inclusive no número de páginas de material, na primeira edição a revista tinha pouco mais de 60 páginas, na edição desse mês chegamos a quase 90!

Eu adoro as charges que tem na página dos créditos.

Mesmo que o sistema Old Dragon não seja o que você utiliza regularmente, muito do material é facilmente adaptável, e a revista vale muito também pelas matérias com as de Encontros Aleatórios e os Tomos de Magia (eu sou fã dos magos).

Então fica aí a dica para quem curte jogar e ler sobre RPG, a Forbidden Magazine tem planos de assinatura que variam de R$ 7,00 até R$ 20,00 (eu assino a intermediária de R$ 12,00) e acho que é um dinheirinho bem investido.

As matérias costumam ser extensas
e com muita coisa interessante.
 

terça-feira, 27 de outubro de 2020

Impressões sobre a SPIEL.digital


Aconteceu nos dias 22 a 25 de outubro a SPIEL.digital, que foi a versão "pandêmica" da maior feira de jogos de tabuleiro do mundo, a SPIEL em Essen, e como aconteceu na GenCON desse ano, os organizadores precisaram dar uns pulos para fazer a feira acontecer, e apesar da cara organizada, o resultado ficou aquém do esperado.

Quando recebi o convite para participar como criador de conteúdo, o material que me foi enviado era de encher os olhos, a feira ficou dividida em "mundos", que eram basicamente a área de interesse dos jogos, então havia a área para jogos família, jogos de cartas, jogos expert entre outros.

Mais uma vez a Business 2 Board conseguiu junto à organização alemã, um espaço brasileiro ENORME, que ficou chamado de SPIEL Brazilian Pavilion e estava em todos esses mundos, o que teoricamente daria uma visibilidade muito grande para nós.

 A feira era divida em "mundos" e
Brazilian Pavilion estava em todos eles.

As editoras nacionais também estavam presentes com estandes e eventos de apresentação dos seus lançamentos, para tentar alcançar parcerias com as editoras no resto do mundo e também os autores independes entraram com seus protótipos, e bem, aqui começamos a esbarrar em problemas.

A plataforma criada para "business" dentro da feira era muito confusa, e apesar do alto custo de inscrição para o visitante leigo, era quase impossível chegar nesses protótipos, e mesmo para as editoras, era complicado, tanto que os autores se viram precisando criar formas alternativas de conseguir fazer com que sua apresentação chegasse a quem eles desejavam.

De positivo tivemos a parceria do Tabletopia que liberou a assinatura "premium" para todos os visitantes, que puderam criar mesas e conhecer os jogos mesmo sem a apresentação "formal" das editoras, e isso vai se estender até o final do ano, então ainda dá pra testar em jogos pela plataforma (caso você tenha uma conta por lá).


As palestras dentro do Educator's Day foram em sua

maioria feita por brasileiros.

Na participação brazuca, como reflexo da GenCON, tivemos palestras super interessantes sobre Eduação e Representatividade, dentro do Educator's Day, que foi um dia dedicado e que segundo o Arnaldo Carvalho (um dos organizadores dessa parte), das 29 atividades 18 foram apresentadas dentro do Brazilian Pavilion.

Mas dentro de uma feira de jogos, o que esperamos é conhecê-los, nesse intuito tentei dar uma passeada tanto pelo que estava sendo apresentado lá fora, quanto com o que estava chegando no Brasil.

O Board Game Geek mais uma vez pra mim foi o destaque com o seu canal no twitch apresentando os jogos como eles geralmente fazem na feira física, com hora certinha, um overview bem explicado e com transmissões quase que no decorrer do dia todo, foi como sempre, o lugar mais organizado para se encontrar os lançamentos. 

Como sempre o "espaço" do Board Game Geek foi 
o mais interessante a ser visitado.

Por aqui muita coisa foi apresentada de jogos de autores brasileiros para tentar beliscar o mercado lá de fora, os destaques para mim ficaram principalmente pela parceria da Marvel com a Bucaneiros, na expansão do Gnomópolis da Conclave, e nos anúncios do Brazil: Mundus Imperialis e do 1890 (o primeiro 18XX brazuca) que sairão pela Meeple BR.

Mas editoras como Mitra, Galbs Games, TGM e Funbox também trouxeram jogos interessantes de autores brazucas mostrando que temos já muito coisa boa à caminho sendo trabalhada e finalizada.

O grande lance é que depois de uma GenCON muito mais participativa, o saldo da SPIEL.digital foi inferior (para mim pelo menos), mesmo com uma cara mais organizada, tudo era muito difícil de ser encontrado, apesar dos esforços do Brazilian Pavilion, quem criou conteúdo exclusivo, ficou com o material "jogado" num repositório onde é muito difícil para encontrar as coisas e os critérios de busca deles é horrível.

 O Tabletopia foi a ferramenta mais utilizada para
apresentação dos jogos.

Em se valendo do fato dessa ter sido a primeira edição online e de tudo ter precisado ser pensando em muito pouco tempo, o resultado acho que não foi muito o esperado, para nós que com um pavilhão em todos os "mundos" poderíamos ter uma grande visibilidade, acho que no final ficou sendo algo que as pessoas de fora passavam e não entendiam muito o que estava acontecendo e saiam sem "consumir" nada que era apresentado.

Não deixou de ser um pontapé inicial numa participação mais forte nos próximos anos, e isso se deve muito ao empenho da Business 2 Board em levar a "marca" Brasil para a feira, além é claro das editoras e autores que correram atrás para mostrar ao mundo que o mercado de jogos de tabuleiro por aqui está crescendo e que pode ser muito explorado.


A experiência não foi o que se esperava,
 
mas foi um primeiro passo.
 

sexta-feira, 23 de outubro de 2020

Comic Hunters


Era meados dos anos 80 (lá pra 86 ou 87) quando eu comprei o primeiro volume da saga Guerras Secretas da Marvel, foi aí que eu comecei a minha paixão por quadrinhos que dura até hoje, dito isso imagina o hype sobre um jogo de colecionar gibis!

Comic Hunters é um jogo onde somos colecionadores de quadrinhos da Marvel, que correm atrás de gibis raros para nossa coleção, e para isso vamos às convenções, participamos de leilões e vamos à lojas e sebos.

O jogo roda em 9 rodadas, a cada três temos uma fase de organizar a coleção, o grande barato são que cada rodada é uma forma de conseguir seus quadrinhos, e são quatro formas diferentes de consegui-los.


No tabuleiro central, a explicação de cada uma das

formas de conseguir os seus gibis.

Na loja você faz um draft de cartas, no sebo temos um esquema que lembra o Coloretto que você coloca uma carta em uma fila, ou leva a fila inteira e sai da disputa, o leilão é bem isso, teremos filas de quadrinhos e precisamos pagar por eles e finalmente o mais legal que é a convenção, onde temos uma disposição de quadrinhos e escolhemos uma fila ou coluna para comprar todos do mesmo personagem.

Os quadrinhos são divididos em três Eras, com a Era de Ouro trazendo gibis mais valiosos e raros, um período intermediário, com sagas dos anos 80/90 (tipo a Guerras Secretas) e quadrinhos atuais, que você consegue mais fácil.

 Você vai montando a sua coleção, baseada nos
heróis que estão em alta.

O lance dessa valorização, vai servir na hora de você organizar a sua coleção e também para os avanços na trilha de destaques, que vão render pontos importantes no final da partida.

Vale ressaltar aqui que ter fechado o acordo com a Marvel, fez com que a Bucaneiros pudesse usar as capas reais dos quadrinhos, então são quase 150 capas LINDAS de sagas e coleções que dá vontade de ficar parado só apreciando.

Mas isso tudo iria passar batido se o jogo não tivesse mecânicas interessantes, e aqui entra a mão do Robert Coelho, o jogo é gostoso demais de jogar, você "entra no mundinho" e realmente se sente correndo atrás daquele gibi que vai completar a sua coleção e te render pontos preciosos (além de ficarem lindos na "prateleira").


Sério, dá vontade de fica "namorando"
as capinhas todas.

Então ao final das 9 rodadas as coleções serão pontuadas pelo critério dos "heróis em alta" (definido no início da partida e que muda à cada jogo), diversificação da coleção, quanto sobrou de grana no seu cofrinho e o seu avanço nas três trilhas de destaque, e quem tiver a maior pontuação leva.

Comic Hunters me surpreendeu muito, o jogo é super consistente, gostoso de jogar (eu jogaria mais rodadas FÁCIL só pra ver mais cartinhas serem abertas), fácil de aprender e como já comentei, com uma arte que por si só já vale o investimento, principalmente se você é fanboy da Marvel, aí com certeza o jogo que já é bom ganha ares de "graphic novel".

No final, a você vai compara a coleção com a dos
amiguinhos, e ver quem tem a melhor.
 

segunda-feira, 19 de outubro de 2020

Marãná


Marãná se passa num universo fictício baseado em lendas indígenas e no folclore brasileiro, onde três povos lutam entre si tentando eliminar os outros na luta pela soberania.

O jogo tem três decks únicos bem diferentes entre si, representando uma das três tribos, os Yatapi, os Camiaras e os Jacarungos, cada um com características bem fortes.

Nesse baralho nós temos 30 cartas de guerreiros, um herói e cartas de  melhoria, apoio e de ação instantânea, e em cada partida vamos usar 20 dessas cartas para tentar derrotar a tribo adversária.

Você tem três tribos para escolher para guerrearem.

Além disso temos a área onde são colocados os guerreiros, e essa área é dividida entre os tacapeiros na linha de frente, os lanceiros na segunda linha e lá atrás os arqueiros dando cobertura.

As regras são bem simples, cada jogador escolhe um dos três baralhos e prepara seu time inicial no tabuleiro com quatro guerreiros e os turnos vão se alternando até que um dos lados elimine todos os guerreiros adversários.

No seu turno você pode fazer várias ações, como baixar novas cartas, mover seus guerreiros, ativas ações e o mais importante, tentar derrotar os guerreiros adversários com seus ataques.

 Na sua área de jogo, você prepara seus
guerreiros para a luta.

Para isso você escolhe um dos seus guerreiros que esteja com um adversário no seu campo de visão, o adversário nesse momento escolhe se irá contra-atacar ou se esquivar, aí então soma-se o valor do atacante ao valor escolhido pelo defensor à uma rolada de um D4 e quem tiver o menor valor sai derrotado.

Como disse mais acima, o jogo termina assim que um dos jogadores elimina todos os guerreiros adversários ou se um dos jogadores precisar comprar cartas do seu baralho e não conseguir, nesse caso com a derrota desse jogador.

Marãná é um jogo bem dinâmico, com ilustrações muito bacanas e gostoso de jogar, criado pelo designer Felipe Galery ele tá muito redondinho e com um tema bastante interessante e que está com campanha pelo Catarse rolando e vai poder ser jogado do dia 22 ao dia 25 de outubro durante a SPIEL.digital (saiba mais acessando o Spiel Brazilian Pavilion).

Cada tribo tem seu estilo de jogo, os Jacarungos
são mais agressivos.
 

quinta-feira, 15 de outubro de 2020

Série Elementar


Chegando agora no Brasil pela Grok Games, na série Elementar temos que resolver casos usando apenas um deck com 32 cartas de pistas, que até poderia ser uma tarefa tranquila, não fosse o fato de quanto mais cartas de pistas você usar, menos pontos vai fazer.

Podendo ser jogado solo ou até com 8 jogadores, inicialmente cada jogador recebe uma quantidade de cartas e na sua vez pode fazer duas ações : colocar uma das cartas da sua mão no centro da mesa ou descartar uma carta da sua mão sem falar nada sobre ela.

O conteúdo das cartas da sua mão é secreto, a não ser por algumas que você pode falar para os outros jogadores o texto que está marcado com um clips de papel ou sublinhado na carta, e à partir daí discutirem teorias sobre o que está acontecendo.

Você tem uma descrição do caso, e começa a sua investigação.

O jogo prossegue até que todas as cartas estejam disponíveis no centro da mesa ou estejam na pilha de descarte, então os jogadores discutem entre si sobre o caso e ao chegarem em algum acordo abrem o questionário e respondem baseados nas sua investigação.

A regra diz que se na pilha de descarte você tiver menos do que 6 cartas você perde automaticamente, mas uma coisa que deveria ficar bem clara é que quanto mais cartas você descartar, maiores chances terá de fazer uma boa pontuação.

 
Você pode colocar as cartas como evidência,
ou descartá-las.

O seu sucesso no jogo baseia-se na resposta correta do questionário e depois é subtraída desse valor a quantidade de pistas dispensáveis que você usou durante a partida, então as vezes mesmo que você gabarite na solução do caso, por ter usado pistas demais sua pontuação cai.

Os jogos da série Elementar são muito gostosinhos de jogar, inclusive solo, mas eles tem aquela pegada "one way", uma vez que você jogou ele, não dá para jogar novamente, mas aqui diferente da série Exit, você não danifica nenhum dos componentes, podendo passar à diante sua caixinha usada.

Chegaram no mercado as três caixinhas lançadas lá fora, com um preço sugerido abaixo dos R$ 50,00 é uma ótima opção de presente, e de jogo para comprar, jogar e rodar pelos amigos todos.

O lance é saber dosar as informações, para não usar pistas
demais e perder pontos por isso.
 

terça-feira, 13 de outubro de 2020

River Dragons


Lançado em 2000 com o nome de Dragon Delta, o jogo ficou fora de catálogo por alguns anos, até que em 2012 recebeu uma repaginada e foi rebatizado como River Dragons e finalmente chega ao mercado nacional pela Buró Editora.

No jogo somos pequenos asiáticos tentando chegar ao outro lado do grande rio, antes dos nossos coleguinhas, mas existem perigos escondidos, além dos nossos próprios amigos que tentam sabotar a nossa travessia a todo instante.

Usando a mecânica básica de seleção simultânea de ações, no jogo temos que fazer com que nosso bonequinho consiga atravessar em segurança para o outro lado do rio.

 Você tem cartas que vão ser a alma do jogo,
saber a hora certa de escolher é primordial.

Para isso temo um deck de ações, pedras e as tábuas (numeradas de 1 a 6) com tamanhos diferentes para ajudar no processo.

A regra é super simples, no início da rodada selecionamos 5 cartas e coloca na ordem em que elas vão ser executadas, abrimos uma de cada vez e realizamos a ação na ordem escolhida.

O lance é que como as ações são simultâneas, pode acontecer de uma carta de outro jogador atrapalhar na hora da colocação das pedras e das tábuas, faça que alguém fique na sua frente durante a movimentação ou mesmo use deliberadamente a carta do dragão, que impede uma das suas ações daquela rodada. 

Uma vez escolhidas a ordem das 5 cartas,
abrimos e realizamos uma por uma as ações.

Caso uma ação do adversário te dê uma "rasteira" você cai na água e você tem que começar tudo de novo lá do seu ponto de partida e esse atraso pode ser crucial para as suas pretensões de ganhar a partida.

A rodada se desenvolve na resolução das cinco cartas de cada jogador, e no exato momento em que um dos jogadores consegue ser o primeiro a atravessar o rio, o jogo acaba com ele sendo o vencedor.

River Dragons é um jogo bastante divertido, com muita interação, muita observação do jogo dos outros para tentar prever a ordem das cartas dos amiguinhos e uma duração média que não chega a uma hora, deixando ele naquela categoria de bons jogos familiares, aliás sendo uma das assinaturas do autor, o grande Roberto Fraga (autor também dos divertidos Dr. Eureka, Fila Filó e Wak'a).

Vão ter momentos em que o rio vai ficar
totalmente congestionado.
 

sexta-feira, 9 de outubro de 2020

Wak'a


Chegando bem a tempo para o dia das crianças, Wak'a é um jogo de 2006 do grande Roberto Fraga e chega ao Brasil pela Mandala Jogos com uma cara totalmente nova e uma produção caprichadona.

Nele os jogadores precisam realizar tarefas, de forma rápida, pois quanto mais você conseguir realizar dentro do tempo estipulado, mais pontos você receberá.

O jogo tem um setup onde são colocados à disposição do jogador da vez, um baralho de ações, peças de madeira, um saquinho com pedras coloridas, fichas que ficam escondidas com desenhos e uma figura que aqui em casa já recebeu o apelido de Dora, além disso um outro jogador fica responsável pela ampulheta que gerencia o tempo da rodada.

 Enquanto você se prepara, outro jogador fica responsável pela ampulheta.

O jogador da vez então retira uma das pedras do saquinho. São 3 cores de pedra, a vermelha pode te render pontos ao final da rodada, a amarela te faz comprar uma carta de ação para realizá-la e a pedra azul te faz tirar duas cartas.

Tudo gira em torno das ações, pois ao realizá-las você vai ganhar pontos, e elas são bem variadas, jogar a pedra para o alto e pegá-la, montar uma estrutura com as peças de madeira, ser o primeiro a pegar a "Dora" no centro da mesa, encontrar um desenho específico entre as fichas ou completar o desenho da carta com as pedras solicitadas.

Uma vez que você completa uma tarefa, você está apto a fazer uma outra para tentar ganhar mais pontos, mas é aí que mora a graça do Wak'a, pois você tem o tempo da ampulheta para realizar as ações, só que o jogador que controla a ampulheta fica encarregado de não mostrar o tempo que está rolando para o jogador da vez.

 Você vai realizar ações como achar uma figura ou montar uma estrutura.

Então fica à cargo do jogar definir se ele acha que ainda dá tempo de correr algum risco ou se ele grita "wak'a" e termina sua rodada, ganhando as cartas que foram executadas, e cartas bônus para cada pedra vermelha que ele tenha tirado.

O jogo termina quando cada um tiver sido o jogador da vez por três vezes, aí contam-se os pontos das cartas e quem tiver a maior pontuação é o vencedor.

O Fraga tem jogos muito inteligentes para a mulecada, e Wak'a é um daqueles que são super divertidos para jogar em família, una-se a uma caprichada produção do pessoal da Grok/Mandala e temos um joguinho que é legal de ter na sua coleção.

Sem saber quanto tempo falta, você decide se continua
a realizar tarefas, ou se para.