segunda-feira, 14 de junho de 2021

RetroGames : MediEvil


Estamos em 1826 e o temível mago Zarok quer dominar o reino de Gallowmere com sua horda de guerreiros mortos-vivos e as lendas contam que Sir Daniel Fortesque liderará as tropas do Rei até a vitória quando cairá morto para se tornar um herói, mas ele morre logo na primeira flechada em seu olho.

100 anos depois da batalha onde Sir Daniel tomba Zarok retorna lançando uma magia que deixará Gallowmere em uma noite eterna, mas ao reviver sua horda de mortos-vivos acaba também revivendo nosso pretenso herói que finalmente terá a oportunidade de mostrar que a lenda sobre seu nome não era só historinha.

Sir Daniel na luta contra a horda criada
pelo mago Zarok.

MediEvil foi lançado para o primeiro Playstation em 1998 e nele vamos nos aventurar com Sir Daniel que depois de 100 anos morto agora é uma pilha de ossos, e com ele nos aventuramos pelos cenários em Gallowmere para encontrar e derrotar Zarok e devolver a paz ao reino.

Um dos grandes baratos do jogo já começa pelo protagonista, um herói esqueleto que quando não tem uma arma apropriada retira o próprio braço para usar como defesa.

O jogo usa visão em terceira pessoa e tem cenários e situações muito divertidas que lembram muito a estética dos filmes do Tim Burton, inclusive na trilha sonora criada pela dupla Bob & Barn com nítidas influências do grande Danny Elfman (parceiro constante do Burton).

Em MediEvil II o jogo avança 500 anos
mas Sir Daniel não envelheceu nada.

Apesar de gostar muito de jogar eu nunca tive muita paciência para zerar os jogos, mas o MediEvil foi um dos que eu fiz questão de ir até o final, foi o jogo que me fez fã do Playstation e fez com que eu assumisse o console da Sony como meu preferido nos anos seguintes (já estou no PS4 tendo passado por todas as gerações deles).

MediEvil teve uma continuação em 2000 onde 500 anos depois do seu merecido descanso Sir Daniel seja revivido em uma Londres Vitoriana para tentar derrotar os planos de Lord Palethorn e do terrível Jack, o Estripador de reviver os mortos.

Nessa segunda aventura além do personagem principal temos a ajuda da múmia Kyia por quem Sir Daniel acaba se apaixonando e o grande barato desse jogo é que podemos "andar" com a mãozinha herói, que vai ser útil para entrar em lugares apertados e resolver alguns probleminhas durante o jogo.

O remaster de 2019 para o PS4, apesar de não
trazer muita novidade está com os gráficos lindos.

Em 2019 o jogo recebeu um remake caprichado para o PS4 com gráficos muito melhorados e algumas atualizações em relação ao original, mas a crítica não recebeu ele muito bem por achar sua jogabilidade datada mas apesar disso tudo para os fãs (como eu) foi muito legal reencontrar Sir Daniel com gráficos melhorados.


sexta-feira, 11 de junho de 2021

Herdeiros do Khan


O grande Gengis Khan está envelhecendo e um novo líder precisa ser escolhido e para ser o próximo líder você vai precisar viajar pela Ásia conquistando cidade e enviando presentes ao conselho para assim garantir votos suficientes para se tornar o mais influente entre os Herdeiros do Khan.

Esse é um jogo criado pelos amigos Lucas Ribeiro e Rodrigo Rego onde os jogadores serão candidatos ao posto de líder do povo Mongol, inicialmente cada jogador escolherá um dos personagens (com poderes diferentes) e receberá além do seu tabuleiro individual os marcadores de yurts, que são a forma de mostrar presença dentro do tabuleiro central.

No tabuleiro central temos três grandes áreas e em cada uma dessas áreas temos 3 cidades à serem conquistadas pelos jogadores e que terão fichas bônus para o primeiro jogador a conquistá-la, além disso vamos colocar as peças de melhorias de ações e as peças de tributo e também deixamos abertas demandas que vão dar votos a quem cumprí-las.

Você vai as cidades pegando os tesouros
para presentear os membros do conselho.

A rodada de Herdeiros do Khan funciona da seguinte forma, o jogador da vez escolhe uma das quatro colunas de ação, coloca sua ficha de ativação e realiza todas as ações possíveis daquela coluna, deixando ela desabilitada até que haja uma ação para recuperar as fichas de ativação.

As ações são simples, você pode mover pelo tabuleiro, pegar peças de tributo e usar o poder do Khan (única ação obrigatória caso seja ativada), além disso temos as ações extras que são atacar as cidades para conseguir tesouros, construir yurts que ajudam no controle de área do fim do jogo mas são também importantes pois diminuem o caminho dos jogadores, entregar os presentes aos conselheiros e cumprir demandas para ganhar votos e comprar melhorias para as colunas de ação.

Pra mim uma das grandes sacadas do Herdeiros do Khan está nas ações, são quatro colunas que inicialmente tem suas ações já pré-definidas, mas conforme o jogo avança você compra novas fichas e vai fazendo com que as colunas fiquem cada vez melhores e te ajudam e ter mais ações a cada rodada, então é muito importante que você consiga essas melhorias para não ficar para trás.

As colunas de ações vão melhorando conforme
você compra os upgrades, isso ajuda muito no jogo.

Outra coisa que os jogadores precisam ficar muito ligados é na progressão de votos, o jogo vai acabar quando um número de votos é atingido (dependendo da quantidade de jogadores), então ou você fica ligado nisso, ou as chances de você não conseguir ganhar o jogo é grande.

Então uma vez que a quantidade de votos é alcançada termina-se a rodada atual e mais uma rodada é efetuada e o jogo termina, é feito uma contagem de pontos baseado na influência sobre as três regiões no tabuleiro e votos são dados pelas cartas de conselho secretas e quem tiver a maior votação é o vencedor.

Eu acompanhei muitas "vidas" do Khan e fico muito feliz dessa versão final ser um jogo tão interessante e inteligente, apesar de ter saído com uma qualidade abaixo do que o jogo merecia, ele chega ao mercado num preço super acessível e com uma distribuição muito melhor do que a maioria dos outros lançamentos e eu torço muito pelo sucesso do jogo que já tem por aí kits de peças mais condizentes com a qualidade dele.

O lance é tentar espalhar yurts para facilitar durante
o jogo e para dar votos ao final dele.
 

segunda-feira, 7 de junho de 2021

RetroGames : Knightmare


Quando eu era moleque, já possuidor de um TK-2000 na época, um dia fui a casa de um amiguinho e vi pela primeira vez um MSX, e foi paixão a primeira vista, lembro que quando eu cheguei estava rolando o cartucho do Hyper Olympic, mas o que realmente ganhou meu coração foi quando ele colocou o cartucho com Knightmare.

Neste jogo acompanhamos a saga de Popolon que tem sua amada Afrodite raptada e levada para o Castelo dos Pesadelos do Demônio dos Subterrâneos e precisamos percorrer um longo caminho cheio de perigos e monstros terríveis para resgatá-la.

Knightmare foi lançado em 1986 pela Konami e é basicamente um jogo de tiro rolando verticalmente e como é de costume nesse tipo de jogo conforme vamos avançando conseguimos novas armas e poderes especiais que nos ajudam na hora de enfrentarmos os chefões de fase.

Você vai avançando pela fase com o herói
Popolon ganhando poderes.

Vale dizer que os chefões do jogo são muito legais, são 8 no total que começa pela terrível Medusa e termina com Hudnos (uma espécie de monstro de muitos olhos) e todos tem suas peculiaridades para derrotá-los.

Outro destaque do jogo são suas musiquinhas, mas isso é uma das características dos jogos da Konami para o MSX (e outras plataformas), até a musiquinha do "game over" é legal e todas foram compostas por Miki Higashino.

Apesar do sucesso do jogo no MSX, ele não foi portado para nenhum videogame da geração 8bits, ficando apenas disponível para os computadores dessa família.

Durante as fases você tem que enfrentar umas
criaturas bem chatinhas.

Posteriormente o Knightmare teve duas outras continuações, a Maze of Galious (que chegou a ser portado para o Nintendinho) e a Shalom, mas ambos são bem diferentes do jogo original que acabou ganhando uma versão "gold" criada por programadores brasileiros que deram uma arrumada bem legal nos gráficos e principalmente na música.

Esse é um daqueles clássicos que mesmo depois de décadas, ainda é um dos primeiros que você lembra quando pega um emulador ou está numa conversa sobre os bons tempos dos joguinhos antigos.

Mas são os chefões que vão dar realmente

trabalho durante o jogo.




sexta-feira, 4 de junho de 2021

Prêmio Ludopedia 2020, esse ano com cara de Oscar!


Pelo segundo ano o Prêmio Ludopedia não pode acontecer presencialmente, mas dessa vez o pessoal do portal se virou bem e chamou o Rafael Studart do De Quem é a Vez? para fazer uma celebração digna do Oscar em uma transmissão ao vivo pelo youtube.

No último dia 31 de maio tivemos a premiação contando com a participação de vários amigos, além de vídeos de editoras parceiras durante uma live que teve picos de mais de 1100 pessoas acompanhando a transmissão, com o chat muito participativo bombando.

Nos premiados tivemos a edição de 20 anos do Tormenta, da Jambô Editora, levando o Prêmio de RPG tanto na categoria geral quanto na designer nacional, completando essa categoria a New Order levou o Prêmio de Suplemento de RPG com Chamado de Cthulhu - Através das Eras e a Devir com A Ilha Abandonada para o seu Bandeira do Elefante e da Arara.

A parada parecia saído do Multishow!

Para os pequenos tivemos o divertido Ice Cool da Conclave Ediotra levando tanto no voto do público quanto no voto do júri, enquanto e Ideia Jogos Pedagógicos levou nas duas categorias de Designer Nacional mas com dois jogos diferentes, o Foco Total (Jersey Juliano) e o Universo das Emoções (Juliana Negrão).

Quem brilhou na categoria Jogos Familiares foi o querido Robert Coelho com o seu Marvel : Comic Hunters da Bucaneiros Jogos, que levou o prêmio três vezes, voto do público e juri na categoria Designer Nacional e voto do juri da categoria principal, só perdeu no voto do público para o Azul : Pavilhão de Verão, da Galápagos Jogos.

O segundo maior vencedor da noite,
levando três prêmios.

Nos Experts unanimidade só de jogo nacional onde o Paper Dungeons do Leandro Pires, lançado pela Meeple BR, que levou tanto no voto do júri quanto na voto do público. Já entre os jogos importados o público escolheu o Gloomhaven da Galapagos Jogos enquanto a Meeple BR levou mais uma com o excelente Maracaibo com o voto do júri.

Nas categorias dos produtores de conteúdo deu a lógica, o Covil dos Jogos levou quatro prêmios depois de um 2020 onde eles estiveram presentes agitando a galera de várias formas diferentes, seja nos divertidos Prosa com entrevistas da galera, seja com textos dos colaboradores no site que foi todo reformulado, no Nordicast sempre editado com competência pelo querido Fabs ou agitando as mídias sociais com os torneios que foram organizados pelo Paulo e cia.

Donos da p#rr@ toda, o Covil faz por
merecer o seu enorme sucesso.

Eles só não levaram na categoria Audiovisual Infantil onde o ganhador foi o Romir Playhouse com seus vídeo de Jogos para Crianças.

No final foram mais de três horas de transmissão com muito mais acertos do que erros (quem não conferiu ao vivo pode ver aqui) o Studart teve aqui uma tarefa difícil de com menos de um mês organizar tudo e acho com o prazo que foi dado o saldo foi super positivo e fez um evento muito bacana e que pode ser piloto para outras iniciativas legais nesses tempos (ainda) de jogos à distância.

No final das contas, ficou um evento muito bacana
premiando quem foi destaque em 2020.
 

quarta-feira, 2 de junho de 2021

Linha Premium de Jogos ESTRELA


Fundada em 1937, a Brinquedos Estrela é uma das editoras mais antigas de jogos e brinquedos em atividade no Brasil, sendo responsável por comercializar alguns dos maiores clássicos em jogos de tabuleiro como Detetive e Banco Imobiliário ela agora tenta entrar no mundo dos jogos modernos com a sua linha Premium.

Eu recebi os três primeiros jogos dessa linha, o Herdeiros do Khan (Lucas Ribeiro/Rodrigo Rego), ToteMonstros (Daniel Martins/Leandro Pinto) e o Navio Pirata (Beto Feres) e resolvi falar um pouco primeiro dessa iniciativa da marca e também do que esperar do material que cada caixa dessa nos apresenta e em breve falarei de cada jogo individualmente.

O Navio Pirata tem quase 200 cartas para serem
destacadas e um tabuleiro de papel cartão.

A primeira coisa que devemos ressaltar na iniciativa da Estrela é que esse jogos não estão sendo feitos para os colecionadores, é isso. A linha de jogos segue o padrão de qualidade que sempre foi característico da Estrela, que são componentes bem simples que vão desde a caixa em cartão corrugado, passando pelas cartas em que nós precisamos destacar e o manual em uma cor só.

O que inicialmente pode ser um balde de água fria para quem esperava que o "Premium" do título fosse passado para os componentes, principalmente para quem conhecia os jogos que já rodaram edições passadas do Diversão Offline sempre com bastante gente interessada.

O ToteMonstros tem bons dadinhos para serem
adesivados e hexágonos para o tabuleiro modular.

Mas a Estrela aqui tenta trazer para o mercado de massa aqui no Brasil (que se importa mais com o preço do que com a qualidade) os jogos com mecânicas mais elaboradas para vender em lojas de departamentos e produzido em quantidades que seriam impossíveis na qualidade que estamos acostumados a ver nos jogos europeus ou até mesmo as iniciativas de editoras nacionais.

Para vocês terem uma ideia do que estou falando, cada um desses três títulos terá uma tiragem inicial de 10 mil cópias, comparando com outros jogos a tiragem total do Die die DIE foi de 1200 cópias (via Catarse) ou alguns jogos que não chegam a 500 unidades no seu lançamento.

O público que a Estrela pretende atingir aqui é alguém que entra numa loja para comprar um presente, se depara com WAR e Banco Imobiliário e pensa em uma opção diferente, vendo capas como a do Khan e do ToteMonstros opta por um jogo diferente e leva pra casa uma nova experiência em jogos de tabuleiro.

O Herdeiros do Khan tem muitos componentes,
destaque para o tabuleiro muito bom.

Pensando como divulgador do hobby acho louvável essa empreitada de uma das mais conceituadas empresas de brinquedos do país, ainda mais por vermos que a sua maior rival já não está mais trazendo nada de novo em matéria de jogos modernos.

Como colecionador, fico triste de ter um jogo de pessoas queridas como o Daniel e o Rodrigo terem chegando ao mercado com uma qualidade aquém do que o jogo merece, mas sei que eles estão super felizes de verem seu "filhote" sendo comercializado, isso para o autor é realmente algo sem tamanho e merece todo o crédito.

Então a conclusão que eu chego é que a Estrela pode sim ter sucesso nessa empreitada, muito pelo nome e pela qualidade dos jogos apresentados, mas que ela poderia ter caprichado muito mais no resultado final apresentado.

É meio desanimador ter que destacar
quase 200 cartas (com muito cuidado).
 

sexta-feira, 28 de maio de 2021

The Quest for El Dorado


Em The Quest for El Dorado os jogadores estão numa corridinha para tentar alcançar a lendária terra do ouro que está em algum ponto dentro das florestas da América do Sul e para isso vão liderar uma expedição que cresce conforme o jogo se desenvolve para ser o primeiro a usufruir de suas riquezas.

The Quest for El Dorado usa como mecânica principal uma das minhas preferidas, a deck-building, então inicialmente cada jogador receberá 8 cartas básicas e é montado um mercado onde ficam disponíveis sempre 6 outros tipos de cartas (com 12 outras na reserva esperando para irem para o mercado).

O mapa modular mostra espaços de florestas, acampamentos, rios e montanhas (além de alguns espaços especiais) e sempre separando as placas principais temos uma barreira entre uma e outra que é preciso transpô-la para avançar mata à dentro.

Você vai usar as cartas disponíveis na mão,
para realizar as ações da rodada.

Na sua jogada você pode gastar as cartas da sua mão, inicialmente para avançar pelos hexágonos pagando o valor em símbolos descritos neles, mas cuidado, você não pode combinar cartas para passar por terrenos mais difíceis mas pode usar o excedente para ir mais além nos terrenos.

Depois que você avançou pode usar as cartas de moedas para comprar novas cartas no mercado e aumentar o seu deck de jogo.

No mercado do The Quest for El Dorado temos sempre disponíveis 6 cartas para compra com 3 de cada uma delas, você só está liberado para comprar as cartas que ficam esperando para entrar no mercado quando uma das pilhas acaba, aí caso você compre algo de fora aquela pilha entra no mercado no lugar da que havia esvaziado.

No mercado ficam disponíveis novas cartas,
mas na "de fora" ficam outras.

O jogo não tem muitas surpresas, mas funciona de forma muito fluida e como todo bom jogo de corridinha, você tenta sempre dar uma travada nos amiguinhos ficando em posições onde será mais difícil dele conseguir avançar e/ou comprando cartas que seriam úteis para ele.

O jogo termina quando o primeiro jogador chegar na praia da Terra do Ouro, os outros tem ainda uma oportunidade de avançar, se alguém mais chegar à praia o desempate vai pelas fichas de bloqueio que cada um conseguiu coletar pelo caminho, caso contrário o jogador que chegou primeiro é o vencedor.

Mais um jogo gostosinho para se jogar em família do grande Reiner Knizia a produção dele está bem bacana e você consegue encontrá-lo por um preço bem justo, então se você curte um joguinho de corrida light e deck building é uma opção bastante boa.

Você precisa ficar ligado nas fichas de
bloqueio que são critério de desempate.
 

quarta-feira, 26 de maio de 2021

Pets


Cansado da vida na cidade grande vocês vão para o campo para ter mais contato com a natureza e lá com espaço e com calma cuidar de bichinhos acaba sendo uma ótima terapia e esse é o objetivo de Pets, novo jogo do Marcos Macri que entra em financiamento coletivo em breve.

Cada jogador vai receber seu tabuleiro individual com 3 áreas de destaque (grama, terra e lago), recebe também seus marcadores e um deck com 6 cartas representando os animais que você vai cuidar durante o jogo e seis cartas de objetivo secreto.

No centro da mesa forma-se uma linha com esses 6 pets que serão a ordem em que serão ativados, além disso temos as fichas de bônus de ação e as cartas de peixes/passarinhos que são conseguidas pelos jogadores durante o jogo e os dados para determinar a ação do jogador.


A ordem dos pets é a ordem dos jogadores

durante o jogo.

Uma partida de Pets dura exatamente 6 rodadas e cada uma delas será dividida em três fases que serão as de rolar dados, escolher secretamente uma carta de pet e a fase de ações.

Na fase de escolha dos pets, cada jogador terá a oportunidade de escolher uma das suas seis cartas, separar e quando todos tiverem escolhido abrem simultaneamente e colocam o seu marcador na ficha grande correspondente ao animal escolhido.

Agora baseado na ordem da linha dos pets definido no setup do jogo os jogadores vão receber um pet, alocar no seu tabuleiro pessoal, escolher um dado e uma ficha de bônus e realizar a ação escolhida.

Você vai escolher uma das cartas secretamente
ao abrir vai pegar um pet para você.

São seis ações possíveis que vão dar pontos aos jogadores, você pode colocar seus bichinhos para tomar sol, alimentá-los, cuidar deles, brincar com eles, deixá-los dormirem ou se reproduzirem e cada uma dessas ações dará pontos de formas diferentes, pontos esses que podem ser aumentados com as fichas bônus que você vai adquirindo durante a partida.

Apesar da sorte nos dados, o jogo tem uma forma de dar uma controlada nisso, para isso temos o meeple do capataz que ajuda na sua fazendinha, ele vai andando pelo tabuleiro pessoal e dependendo da linha onde ele esteja pode alterar a face do dado para te ajudar.

Ao realizar uma ação, você pode dar uma "bombada"
nela usando as fichas bônus.

A colocação dos pets nos espaços também é muito importante, visto que com as cartas de objetivo que você recebe, tentar cumpri-las lhe dará pontos bastante valiosos para a partida.

O jogo segue nesse fluxo por 3 rodadas, quando devolvemos para a mão as três cartinhas de pets que usamos previamente, podendo utilizá-las novamente e ao final da sexta rodada o jogo termina, cada jogador recebe além dos pontos já marcados 3 pontos por cada carta de peixe/passarinho que conseguir e quem tiver a maior pontuação ganha.

Pets é um jogo bem levinho do Macri, bom para jogadores que estão começando e também para jogatinas casuais.

Lembre-se sempre de ficar de olho nos
seus objetivos para ganhar uns pontinhos.