segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Ice Cool


 Lançado em 2016 e vencedor de vários prêmios infantis nos anos seguintes, incluindo o Kinner Spiel des Jahres, Ice Cool é um simpático e divertido jogo onde somos pinguins que estão matando aula e ainda tentam descolar um lanchinho pela escola, mas para isso precisam se esquivar do monitor dos corredores.

Utilizando uma inteligente maneira de fazer da caixa a área do jogo, temos cinco salas onde os pinguins precisam, através de petelecos, pegar os peixes da sua cor e evitar que o monitor da escola esbarre com você pelo caminho.

As regras são super simples, na sua jogada você precisa petelecar o seu pinguim na direção que você deseja ir, por ter um pesinho na sua base abaulada, o manual ensina três formas de conseguirmos dar petelecos cheio de efeitos.

O monitor fica sempre de olho nos outros pinguins.

Os peixinhos que precisamos pegar ficam acima das portas de cada seção do tabuleiro, e para conseguirmos pegá-los precisamos passar totalmente por essa passagem sem esbarrar em nada, ao fazermos isso recolhemos um dos nossos três peixinhos e uma cartinha de pontuação fechada.

Uma forma de dar uma esticada no seu turno para tentar pegar mais peixes ou ficar mais longe do monitor é mostrando duas cartinhas de um ponto, isso te permite dar mais uma petelecada no mesmo turno.

Quando os matadores de aula terminam sua rodada, o monitor tem direito ao seu peteleco, e se por acaso ele encostar em algum dos outros pinguins, esse precisa lhe entregar a sua carteirinha de identificação.

Ao passar pelas portinhas você pega o peixe da sua cor.

Quando o primeiro pinguin consegue pegar seus três peixinhos ou se o monitor pega a carteirinha de todo mundo a rodada acaba, o monitor ganha uma carta de ponto para cada carteirinha na mão dele e os pinguins que não perderam a sua também podem pegar uma cartinha de ponto.

O jogo continua rodando até que cada um dos jogadores tenha sido o monitor uma vez e ao acabar a última rodada contam-se os pontos das cartinhas de peixinhos para saber quem é o vencedor.

Ice Cool é divertidíssimo, tem um apelo visual absurdo e apesar de ser um jogo voltado para a mulecada roda muito bem entre os marmanjos que ficam tentando dar petelecos cheio de efeitos as vezes conseguindo mas na maioria das vezes falhando bisonhamente e garantindo ótimas gargalhadas.

Mas se você der mole, perde a sua carteirinha.

sexta-feira, 19 de outubro de 2018

Medici


Lançado em 1995 e chegando agora no Brasil numa versão lindona da Papergames, Medici é um jogo de leilão criado pelo mestre no assunto, Reiner Knizia, e faz parte de uma trilogia de jogos com essa mecânica lançados na mesma época (os outros dois são o Arte Moderna e o RA).

Nele cada jogador é uma casa de comércio que precisa ir ao mercado comprar bens para exportá-los pelo Mediterrâneo em seu navio e assim conseguir ser a casa com mais Florins ao final de 3 dias.

Cada jogador começa com um navio com 5 compartimentos e uma quantidade de Florins definida pelo número de jogadores, as rodadas (dias) são super simples de explicar.

 O jogador vai abrindo as cartas do lote a ser leiloado.

O jogador da vez abre de uma a três cartas de produtos, existem 5 tipos de produtos no jogo (tecidos, peles, grãos, especiarias e tinturas) com cartas que variam de 0 a 5, além de apenas uma carta de ouro com valor 10.

Ao definir se o lote terá de uma a três cartas, então o jogador à esquerda do jogador da vez começa a dar um lance por ele, esse jogador precisa pagar o mínimo de um Florin ou passar, o leilão passa por todos os jogadores até chegar ao jogador da vez que é quem dá o último lance ou passa.

Uma vez definido o ganhador do leilão (caso haja) aquele jogador paga a sua quantidade de Florins ofertada e coloca os bens no seu navio ocupando a quantidade de espaços necessários.

 As cartas são colocadas no seu navio para serem pontuadas.

Como cada jogador só tem cinco espaços disponíveis no navio, os leilões depois de algum tempo, precisam ter a quantidade máxima para que todos possam participar, então com o desenvolver do dia, as vezes acontecem leilões de 2 ou 1 carta só.

O dia termina quando todos os jogadores, exceto um, completa seu navio, aquele último jogador então completa seu navio com as cartas do topo do baralho e caso não hajam mais ele viaja com espaço sobrando, e aí acontece a pontuação de final de dia.

A primeira pontuação é referente aos valores de cada navio, somam-se todas as cartas em cada navio e o primeiro colocado ganha uma pontuação e dependendo da quantidade de jogadores, outros jogadores também recebem pontos.

 Cada produto é pontuado também isoladamente.

Depois da pontuação do navio temos a pontuação do mercado, cada produto é pontuado isoladamente, mas dessa vez pela quantidade de cartas, as pontuações são ganhas, caso o jogador atinja os bônus de cada produto também os recebe e um novo dia começa novamente enchendo os navios (que são zerados depois da pontuação) e  ao final de três dias (com três pontuações) o jogador com mais Florins é o vencedor.

Medici é um daqueles jogos clássicos que envelheceram bem ganhando versões novas mais lindonas, ele é basicamente um jogo de leilão e observação, você não pode ser olho grande e tentar pontuar em todos os produtos, mas precisa marcar os outros jogadores também.

É um excelente exemplo de jogo com regras enxutas, decisões inteligentes e que você termina a partida pensando na melhor forma de ganhar da próxima vez que for jogar.

quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Scarabya


Sucesso durante a GenCON desse e do Diversão Offline com a versão gigante no estande da Galápagos Jogos, o Scarabya é o mais recente jogo da aclamada dupla Bruno Cathala e Ludovic Maublanc (mesma dupla do ótimo Cyclades).

Nesse jogo somos exploradores que cercam áreas em escavações para conseguirem pegar tesouros, no final de 12 rodadas quem tiver mais tesouros é o vencedor.

No setup cada jogador recebe quatro tiles que devem formar a sua área a ser escavada, e 12 tiles bem no estilo "Tétris", e a cada rodada uma carta é aberta e o tile correspondente precisa ser colocado no tabuleiro seguindo umas regrinhas.

 Você puxa a carta e coloca a peça do mesmo formato no tabuleiro.

Se por acaso ao colocar o tile você cerca um espaço de até 4 quadrados, você pontua os escaravelhos que foram cercados dando a cada um o valor da quantidade de quadrados (ex. se seu espaço de três quadrados cercados tinham 2 escaravelhos, cada um valerá 3 pontos).

A paradinha aqui do jogo é que o primeiro tile necessariamente precisa ser colocado em um dos quatro quadrados centrais e os tiles seguintes precisam estar conectados a ele, além disso temos bloqueadores naturais para a colocação dos tiles que tem formatos bem chatinhos de encaixar.

 Conforme vai cercando as áreas, vai pontuando os escaravelhos.

Scarabya é um jogo bem levinho, não leva mais de 40 minutos e vem na onda dos "jogos Tétris", o diferencial aqui é o lance de todo mundo colocar a mesma peça tentando não copiar o desenho do amiguinho para conseguir pontuar melhor que ele.

Eu curti, dá pra jogar com a família na boa e ele encaixa bem na linha de jogos leves da Galápagos Jogos, que está trazendo ele para o Brasil.

Durante o Diversão Offline, uma versão gigante do jogo.

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Newton


Durante o século XVIII a busca por conhecimento era acirrada, pesquisas eram realizadas em todos os campos, e estudantes ambiciosos como nós iam atrás de toda a fonte de sabedoria possível para quem sabe se tornar um grande Mestre.

Em Newton tomamos o lugar desses alunos atrás de conhecimento, e para isso o jogo conta com tabuleiros, cartas e tokens num jogo bastante bacana que vamos explicar um pouco agora.

Inicialmente temos um grande tabuleiro central dividido entre o mapa da Europa, a trilha de trabalho e a árvore de tecnologia, além disso cada jogador tem a sua mesa de estudos, composta por uma biblioteca e a escrivaninha onde vamos colocar as ações a serem realizadas em cada rodada.

 Ao baixar uma carta de ação, tente potencializá-la ao máximo.

Cada jogador começa com uma mão de seis cartas, com os tipos básicos de ação (trabalho, tecnologia, viagem, lições e estudo) e um coringa, além de 4 Mestres que você vai liberar durante o jogo.

O jogo se passa durante 6 rodadas e cada uma dessas rodadas tem 2 fases distintas : a fase de ação e a fase de final de rodada.

Durante a fase de ação, cada jogador vai realizar uma ação de uma de suas cartas, para isso ele coloca a carta desejada na sua escrivaninha, e ativa a ação desejada e a grande sacada no Newton, é que você pode potencializar a sua jogada.

 Um mapa cheio de conhecimento a ser descoberto.

Cada jogador começa com um ícone de ação fixo no seu tabuleiro de estudo, a cada vez que você baixar uma carta com aquele símbolo, a ação vai somando aos ícones já existentes na escrivaninha, assim se você baixa uma carta de viagem, casa já tenham outros ícones aparentes, você vai poder andar mais casas pelo tabuleiro da Europa.

Newton é daquele tipo de euro cheio de "mini-games", então aqui você tem a parte de trabalho que vai te dar dinheiro para conseguir viajar mais longe no tabuleiro, que vai te ajudar a liberar as cartas de Mestres e cubos que são importantes para pontos que também são ganhos ao completar prateleiras com a ação de estudo e por aí vai.

 A árvore de teconlogia onde você precisa escolher
bem o caminho à seguir.

Mas uma das ações mais importantes, é que tem um forte apelo temático, é a ação de lição, nela você vai pegando novas cartas de ação para a sua mão, e o jogador tem que ficar muito ligado nisso, pois todo final de rodada uma das cartas da sua mão vira um ícone travado na sua escrivaninha, e isso tem um lado bom (como já expliquei sobre a potencialização das ações), mas também um lado ruim pois conforme você vai pegando cartas novas, essas dão bônus a serem disparados no momento em que elas são ativadas, então quando elas ficam travadas esse bônus some.

Ao final da sexta rodada os jogadores recebem pontos por alguns tiles em que eles puseram cubos durante a partida, que somados a pontuação durante o jogo vão dizer quem foi o estudante mais dedicado.

Newton me surpreendeu, é daqueles jogos que a partida termina e você logo quer jogar outra, tem um fator de rejogabilidade absurdo (os tokens no mapa são todos aleatórios a cada partida) e a questão da preparação da mão, a escolha das ações a cada turno, as opções de como e onde investir, fazem dele um jogaço que a Meeple BR está trazendo para o Brasil em breve!

Você vai travando as cartas durante a partida
e no final sua escrivaninha é só conhecimento.

sexta-feira, 12 de outubro de 2018

Semana das Crianças - Parte 3


Fechando a nossa semana especial pelo Dia das Crianças, vamos dar mais uma geral pelas editoras brasileiras que ainda tem títulos pontuais voltados para os pequenos.

Uma que, até me contradizendo um pouco, tem um catálogo bem vasto para os pequenos é a Mandala Jogos. Com mais títulos voltados para público jovem como o Dwar7s : Outono, Quartz e King's Gold eles estão começando a olhar os menores trouxeram recentemente para o Brasil o Dr. Eureka, um título bastante divertido do grande Roberto Fraga (do Fila Filó e do Captain Sonar).

Outra que traz no catálogo boas opções para a família toda é a Papergames. Jogos como Avenue, Kingdomino e Bonhnanza são opções certeiras que agradam aos pais e aos filhotes à partir dos 8 ou 9 anos.


A RedBox traz também boas opções como Frogriders, Boss Monster e o recentemente lançado Big Book of Madness (esses dois últimos pros mais grandinhos).

Além disso ela lança regularmente o Old Dragon, um RPG a moda antiga que tem regras tranquilas para tentar trazer a mulecada para o maravilhoso mundo dos jogos de interpretação e que também podem ser fisgados pelo excelente Hora da Aventura RPG lançado no Brasil pela RetroPunk que também tem o divertido SK8 (um dos prediletos do meu pequeno).

Mas ainda não tivemos um boom de autores trabalhando para essa fatia de mercado, são poucos os jogos de autores nacionais lançados para a galerinha à partir dos 6/7 anos (ou menos).

 Dr. Eureka : Experiência tátil e lógica.

Nesse ponto uma editora que saltou na frente foi a Geeks n'Orcs que já conta no seu catálogo jogos família muito acessíveis a todas as idades como o divertido Piratas! e o Melvin vs. Kronk, ambos de autoria do Renato Simões (sendo o Piratas! em parceria com o Pedro Sales).

Além deles, uma editora que parece estar sendo formada para essa galerinha é a Curió Jogos que lançou recentemente o Macacos me Mordam da Isabel Butcher e que acerta em cheio na facilidade de regras e apelo gráfico para trazer a galerinha para a mesa.


Mas seria um injustiça (e uma ingratidão) tremenda terminar de falar dos jogos para a criançada sem citar as empresas que sempre estiveram na nossa vida praticamente desde o berço que são a Estrela e a Grow.

Apesar hoje estarem mais voltadas aos brinquedos a Estrela ainda tem no seu catálogo clássicos atemporais, quem nunca brincou de Cai-Não-Cai que atire a primeira pedra.

Já a Grow apesar de estar trazendo jogos modernos, ainda tem nas suas prateleiras alguns dos jogos que estiveram na mesa de gerações e gerações, como Super Trunfo e o tão famigerado (quanto adorado) WAR.

Na verdade é que hoje temos, como mostrei durante essa semana, uma gama enorme de jogos para todas as idades, para todos os níveis de complexidade, e para os gostos, tanto para quem joga junto quanto para deixar os pequenos jogando sozinho com os amigos sem precisar importar nada, pois agora o mercado nacional está muito bem servido.

Boss Monster : Boa diversão um contra o outro.

http://www.gameofboards.com.br/

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

Semana das Crianças - Parte 2


Dando continuidade ao nosso especial da Semana da Criança, vamos falar de duas editoras que tem investido bem em jogos para os pequenos e para a mulecada mais crescida, que são a Galápagos Jogos e a Conclave Editora.

Com 15 anos no mercado, a Conclave Editora, veio do RPG para os tabuleiros e está cada vez mais se firmando como uma das grandes editoras do mercado, com jogos que agradam a todos os gostos, dos mais leves (como o Get Bit!) aos mais hard (como Tikal) eles tem muitas opções para a galerinha.

Uma iniciativa muito bacana da editora durante a edição carioca do Diversão Offline foi inclusive separar um espaço totalmente dedicado aos "family game".

 Honshú : Joguinho que agrada a todas as idades.

Outro grande trunfo foi a parceria firmada com a Haba, a maior editora de jogos infantis da europa, famosa por títulos inteligentes e com produção super caprichada já podemos ter no mercado brazuca dois jogos deles, o Animal Upon Animal e o recém lançado Rhino Hero.

Outros títulos que indicamos para os pequenos e médios da editora são Ultimate Warriorz, Flamme Rouge, Magic Maze e Survive entre outros.

Já a Galápagos Jogos praticamente nasceu junto ao novo "boom" dos tabuleiros modernos e sempre teve no seu catálogo "family games" e ainda que não tenha muita opção para os mais pequeninos, investe cada vez mais em opções para a criançada à partir dos 10 anos.

Desde que foi fundada, jogos como o Convocados já pensavam na diversão mais família e voltada para um público mais descontraído, e isso só se acentuou com o tempo.

Seu maior sucesso, o Zombicide, é um daqueles jogos em que o apelo visual e regras fáceis fazem com que a mulecada chegue na mesa e não queira sair, lá em casa ele é um dos prediletos até hoje.

Potion Explosion : Até os menores ajudam
a catar as bolinhas.

Com isso, pudemos ver que na esteira dos seus lançamentos para o próximo ano tivemos vários anúncios de jogos mais voltados para a diversão entre pais e as crianças, Scarabya, Reef, o divertido Gizmos são bons exemplos do que vem por aí.

Deles além dos títulos já mencionados podemos indicar o Potion Explosion, Takenoko, Star Wars : X-Wing e Legion e o divertido Dobble, mas vale dar uma conferida no catálogo deles inteiro.

Sexta-feira terminamos essa nossa semana de indicações para os pequenos.

Zombicide : Amor a primeira rolagem de dados.

https://www.clubebg.com.br/

segunda-feira, 8 de outubro de 2018

Semana das Crianças - Episódio 1


Dia 12 de outubro celebra-se o Dia das Crianças, e nesse nosso querido hobby dos tabuleiros muitas vezes já nos olharam torto pelas mesas com a indagação "mas isso não é jogo de criança??", pois bem, muitas vezes não, mas existem sim uma gama gigantesca de bons jogos para os pequenos.

Aqueles, que como eu, ainda tem filhos ou sobrinhos para jogarem juntos, acabam conhecendo, comprando e curtindo jogos feitos para eles e que nos deixam cativados por mecânicas inteligentes, coisas que trazem o lúdico para a vida deles e nos divertem por tabela.

Jogos/brinquedos que atravessaram gerações.

A alguns anos atrás estávamos presos apenas a jogos importados ou então aos jogos/brinquedos que atravessaram décadas divertindo às famílias, mas não traziam nada de novo ou original para a mesa, mas com o boom dos jogos modernos no Brasil isso mudou, e hoje já podemos fazer uma semana inteira de publicações indicando jogos para vocês, é isso que faremos de hoje à sexta.

Vamos tentar cobrir as principais editoras do país e dar indicações de joguinhos que já jogamos ou já vimos para que vocês possam aumentar a coleção da mulecada.

Uma das editoras mais antigas em atividade por aqui, a Devir tem também um dos maiores catálogos voltados para a criançada de idades pequenas (como Fantasma Blitz e Escadas Assombradas) até para a mulecada mais velha, que já tem possibilidade de enfrentar regras mais elaboradas (para esses Ilha Proibida e Carcassonne são bons exemplos).

Com muitos jogos temáticos, a Devir ainda tem uma série de jogos abstratos muito bons que podem ser jogados com a turma toda. Jogos como Genial, Ubongo e Nmbr9 são sempre sucesso nas mesas por onde passam e são excelentes opções de jogos para família toda.

 Fila Filó : Excelente exemplo de ideia
inteligente e apelo visual

Além dos já citados, ficam as indicações de Fila Filó, Leo, Checkpoint Charlie, a série EXIT e A Lebre e a Tartaruga (primeiro jogo a receber o Spiel des Jahres).

A Meeple BR tem no seu catálogo jogos mais pesados, os euros clássicos, mas tem também alguns jogos família que trazem a galera mais novinha para a mesa.

Opções como Colt Express são tiros certeiros para chamara a atenção dos pequenos, pois tem um apelo visual absurdo e temas como o Dead Man Tell no Tales, com a facilidade de ser um jogo cooperativos, fazem com que o lúdico deles fique super ouriçado.

Mas da editora o que realmente chama mais atenção é o Pequeno Príncipe, em que rola interação em um jogo que além de trazer as crianças para a mesa, fazem com que você volte a ser criança.

Além dos citados, valem as indicaçõs do Vudu, Wrong Chemistry e Ninja Camp.

Pequeno Príncipe : Um jogo apaixonante!