terça-feira, 10 de setembro de 2024

Destinos


Destinos
é um jogo de tabuleiro onde os jogares são personagens que dentro de um cenário procuram cumprir um entre dois objetivos, para isso precisam usar um aplicativo digital que traz informações de pessoas, lugares e objetos que vamos encontrando pelo caminho tudo isso com um clima de RPG.

Inicialmente os jogadores escolhem um dos cenários, na caixa base existem um cenário introdutório e uma campanha com 4 cenários interligados.

Depois de escolhermos o cenário o aplicativo indica os personagens que escolheremos para jogar, uma vez escolhido recebemos sua ficha onde estão descritos os dois destinos dele e durante a partida os eventos nos levarão a ver qual o melhor caminho para vitória.


O aplicativo vai te orientar durante toda a partida, sem ele você não joga.

Além disso eu já usei também a mini-expansão Traços de Personagens que confere uma habilidade especial que serão muito úteis para você durante a aventura.

Uma vez que os jogares já estão prontos a aventura começa, um texto introdutório nos põe à par do que está acontecendo e o aplicativo já pede para que a gente comece a arrumar os tiles do mapa com possíveis NPC's e pontos de interesse a serem explorados.

O turno é muito tranquilo, você clica num ponto de interesse de algum tile já explorado ou vai explorar novos caminhos, feito isso o aplicativo te dá várias opções de interação com o tile.


Seu personagem tem dois destinos, um dela deve ser cumprido.

Uma coisa legal do Destinos é a função "scan&play" do jogo. Basicamente todas as cartas tem QR-Codes que serão lidos e te dão informações sobre eles, além de serem utilizados para definir se tal item pode te ajudar ou não em alguma situação do jogo.

Os personagens tem 3 atributos básicos que são inteligência, destreza e poder que vamos utilizar para diversas interações durante a partida e elas pode ir melhorando ou piorando dependendo das suas ações durante o jogo.

Numa partida solo você está no comando da brincadeira não precisando se preocupar muito com alguém pegar algum objeto ou ir em algum lugar que você precisa, mas com mais jogadores as interações no mapa podem te atrapalhar (ou ajudar) então é mais uma coisa a ficar ligado uma vez que o jogo não é cooperativo.


O mapa vai crescendo durante a partida e novos pontos de interesse vão aparecendo.

O desenrolar da história vai fazer com que seu destino fique cada vez mais perto, uma vez que você esteja pronto para realizar um dos dois do seu personagem o aplicativo então te avisa que está na hora de começar o desfecho da sua aventura e suas ações vão definir se você será bem sucedido ou não nela.

Destinos tem muito a vibe dos RPG's digitais mas com o diferencial de você ir montando o cenário, pra mim ele parece mais um "digital com tabuleiro" do que o inverso, eu curti o cenário introdutório mas confesso que diferente do que eu estou acostumado a partida solo funcionou melhor que a com mais jogadores.

Vale destacar também a produção do jogo que tem umas "mini" miniaturas muito bacanas e o aplicativo que está muito bem traduzido (não encontrei problema de texto) e tem um som que deixa a ambientação bem bacana.


O sistema "scan&play" e os textos no aplicativos são recursos e implementações bem bacanas.
 

terça-feira, 27 de agosto de 2024

Ludoteca Básica : Schotten Totten


Lançado lá fora em 1999 pelo mestre Reiner Knizia e já tendo passado pelo mercado brazuca, em Schotten Totten dois clãs estão brigando para tentarem aumentar seus territórios, e para isso vão tentar defender palmo a palmo os limites dos seus vilarejos.

Na preparação do jogo, colocamos na mesa uma fila com nove pedras que delimitam o território dos clãs, cada um dos dois jogadores recebem então uma mão de seis cartas, e as rodadas se alternam com os jogadores colocando cartas para disputar as pedras.

 As pedras são disputadas com combinações de três
cartas de cada lado.

O lance da disputa é sempre uma disputa de três cartas de cada lado, essas cartas variam de 1 a 9 em 6 cores diferentes, mas você tem uma hierarquia para garantir que o seu lado seja vencedor, ou seja, uma sequência da mesma cor vale mais que uma trinca.

Então na hora da colocação as cartas você precisa sempre ficar atento para tentar a melhor combinação que seu oponente, para garantir que a pedra disputada venha para o seu lado.

 Saber o momento de onde e como baixar
uma carta, é o grande barato do jogo.


O jogo prossegue na alternância de turnos até que um dos jogadores consiga três pedras adjacentes ou cinco pedras alternadas para o seu lado, sendo assim o vencedor.

Schotten Totten é daqueles jogos brilhantes pela simplicidade e também pela dose de estratégia envolvida, Dr. Knizia é um daqueles caras fora de série que você precisa ter algum jogo dele na sua coleção, e esse é um que é Ludoteca Básica.

terça-feira, 13 de agosto de 2024

Next Station : London


Em Next Station : London os jogadores vão projetar quatro linhas de metrô em Londres tentando fazer com que suas estações recebam várias linhas, passem pelo Tâmisa e por pontos turísticos mais vezes possível para aumentar sua pontuação.

Cada jogador vai escolher inicialmente uma das quatro cores de lápis para desenhar, mas não se preocupem que até o final do jogo as quatro cores passarão pelos jogadores, além disso recebem a folha para montarem seu mapa.


Você abre a carta e desenha a o caminho até um dos símbolos indicados.

Então o baralho com as ruas e estações é embaralhado, existem aqui cartas de fundo azul e de fundo rosa, as de fundo rosa definirão o final da rodada, um jogador então começa a virar as cartas para que possamos desenhar as rotas na folha.

Existem quatro pontos iniciais definidos pela cor do lápis que você está usando, você precisa partir daí quando for desenhar e dali ir para o ponto com a forma geométrica que foi sorteada, depois da primeira parada sempre vai precisar desenhar seu caminho à partir de uma das duas pontas do seu trajeto.

A brincadeira aqui é tentar não deixar os próximos caminhos (das outras cores) com pouca área de manobra, pois as linhas não podem se cruzar em nenhum momento e se você não conseguir desenhar a rota da vez perde um dos caminhos.


Depois mudam a cor de lápis (caneta no meu caso) e começam novas rotas.

Sempre que a quinta carta rosa é sorteada a rodada é encerrada, contam-se os pontos da cor que você desenhou e os lápis vão rodando para todos possam desenhar as quatro cores, no final além dos pontos das quatro cores você também pontua por estações com mais de uma cor e por quantas vezes as linhas chegaram em pontos turísticos (além de pontos de objetivo nas partidas avançadas).

Next Station : London é um jogo de "flip and write" bem gostosinho, gosto muito da brincadeira de ir fazendo as rotas de metrô e no desafio de colocar várias cores na mesma estação, tem uma variante que dá poderes especiais aos lápis que também é bacana.

quinta-feira, 8 de agosto de 2024

Slay the Spire


Baseado no jogo eletrônico de mesmo nome em Slay the Spire os jogadores trilharão juntos caminhos com batalhas que vão dando experiência (e novas cartinhas) aos jogadores para que juntos possam chegar no chefão do Ato e tentar derrotá-lo.

Em um jogo de montagem de baralho e no "rogue system", ou seja morreu volta tudo, o "feeling" do jogo é muito parecido com o do digital, inclusive traz as mesmas artes e iconografia pra trazer pro tabuleiro quem já é fã do jogo digital.

Inicialmente vamos escolher o chefão do Ato a ser jogado, cada jogador escolhe então seu personagem e pega seu baralho inicial e suas cartas de recompensa, vale aqui ressaltar que essas recompensas são exclusivas de cada personagem não podendo misturar as cartas.


Você começa com enfrentamentos simples que vão ficando mais difíceis.

Uma vez que o setup está prontinho vamos começar a nossa campanha com um encontro inicial, aí as mecânicas são bem simples de entender.

Você tem cinco cartas na mão e três pontos de energia para gastar, cada carta tem um custo e você vai tentar otimizar seu turno para tentar dar a maior quantidade de dano possível no inimigo da vez ou então ao ver o que o inimigo vai fazer no turno, tentar se defender para não ficar tão ferrado.

Uma vez que você gasta seus pontos de energia é a vez do inimigo fazer a ação que foi sorteada para ele no turno, depois repomos nossa mão e voltamos a 3 energias para ações e mais um turno começa até que o inimigo seja derrotado e você receba as recompensas.


O jogo é baseado no seu deck e como você pode tirar maior proveito dele.

Aí os jogadores escolhem seu caminho que pode ter novos encontros normais ou de elite com monstros mais boladões, uma evento que você escolhe uma ação (geralmente boa) para o seu personagem, vendedores de relíquias e poções, tesouros e o acampamento.

O acampamento é legal porquê nele você consegue descansar para curar pontos de vida mas tem a ação mais legal que é aprimorar uma carta.

No Slay the Spire a caixa já traz um montão de sleeves personalizados para as cartas pois elas tem dois lados, o lado básico mais fraco e o lado aprimorado com a ação dela mais bombada, é principalmente no acampamento que você consegue dar esse boost nas cartinhas e elas vão fazer com que cartas importantes que você vai ganhando durante a partida e até mesmo as iniciais fiquem cada vez melhores.


O seu personagem tem poderes especiais para ajudar na caminhada.

Uma vez que você consegue superar todos os obstáculos do caminho e no processo melhorar seu deck com cartas novas e aprimoramentos você chega ao chefão em condições de enferntá-lo e aí ganhando você muda o Ato, perdendo começa tudo outra vez.

Como disse lá em cima o feeling do jogo é igual do jogo digital, ele na minha opinião é um jogo que funciona muito bem solo, o lance de aprimorar as cartas é legal, mas é um jogo que não me pegou muito, achei que pela experiência fico no digital mesmo (e suas animaçõezinhas), mas a produção veio caprichadíssima então se você curte o jogo digital pode curtir bem a versão de tabuleiro.


No final o chefão do Ato que todos batem juntos!
 

sexta-feira, 2 de agosto de 2024

Conheçam o CHURRAS GAME


O Rio de Janeiro já teve eventos de jogos de tabuleiros todos os dias da semana, infelizmente o ritmo foi diminuindo mas sempre temos algumas movimentações sendo feitas para que os eventos regulares voltem a acontecer.

Um desses eventos que começa a se destacar com força é o Churras Game, promovido pelos parceiros da Alquimistas dos Jogos ele é um evento que começou em 2015 como confraternização entre amigos e que à partir de 2018 cresce e passa a ter ingresso e a receber uma galera e que promove essa integração entre jogos e boa comida onde passamos o dia inteiro nos divertindo (e enchendo o bucho).

Tendo as suas edições feitas na Ilha do Governador, o Churras Game começou a esgotar os ingressos muito rápido fazendo com que rolasse até fila de espera para as edições, o que levou o Duda (proprietário da Alquimistas) a pensar em um novo local.


Você joga, se diverte e se alimenta direitinho!

À partir da próxima edição então o evento dobra de tamanho e passa a ser no Clube ASCAER bem na entrada da ilha sendo o acesso tranquilo pra quem vai do Rio e com a facilidade de ter estacionamento no próprio clube (mas atenção, são poucas vagas).

O acervo que a Alquimistas leva é excelente focado nas novidades e o Churras Game conta com uma equipe muito gente boa de monitores para aqueles que estão querendo conhecer os jogos que estão chegando no mercado, outra coisa bacana é que por ser um evento de loja se você curtiu o jogo (dependendo do estoque) consegue comprar na hora aquele joguinho.


Um acervo focado nas novidades pra você conhecer os lançamentos.

Mas Cacá, você só falou dos jogos e o churrasco? 

Rapaz, esse é um evento que você realmente vai sair satisfeito, uma galera fica ali na brasa fazendo as comidinhas o dia todo, como o carioca está acostumado aqui é sem "miserinha" como bastante carnes e acompanhamentos e bebidas, tudo incluído no ingresso (só a cerveja que é por fora).

Então você que está afim de conhecer jogos novos, comer bem e se divertir fica ligado que a próxima edição (31/8) está com a venda de ingressos aberta — https://abrir.link/CGMWX — depois ainda teremos a edição de outubro esse ano aí só em Abril de 25.


E pra você não esquecer ainda leva um copão irado do evento!
 

quinta-feira, 11 de julho de 2024

TOP5 : Falhas Lúdicas (ou novos clássicos que ainda não joguei)


A vida do produtor de conteúdo de jogos de tabuleiro não é só glamour, jogos grátis e viagens internacionais (aliás, tem bem pouco disso aí tudo) e como a gente precisa estar sempre por dentro do que sai e tem muita coisa acontecendo as vezes rola de perdermos algum jogo que acaba virando queridinho de público e crítica.

Muitas vezes a gente acaba correndo atrás e consegue colocar os jogos na mesa, mas tem jogos que a gente vai deixando pra lá e quando vê passam meses e anos até você conseguir jogar (e alguns nem consegue mesmo).


Nemesis era falha lúdica, mas agora já viu mesa.

Eu tô falando isso tudo porque semana passada eu finalmente consegui jogar o Nemesis (que vai ganhar resenha, aguardem) e me dei conta que tinham jogos ainda mais antigos que eu não joguei, então resolvi fazer esse TOP5 até pra ir "ticando".

O Dominant Species é um dos mais antigo dessa lista da vergona, um jogo de 2010 que meus amigos sempre disseram ser um dos melhores com controle de área, o tema também é bacana mas é um daqueles jogos feios que dói e talvez tenha sido uma das razões pra eu nunca ter dado tanta atenção a ele.

O Pandemic Legacy é o mais recente da lista e apesar de não ser um dos meus jogos preferidos (longe disso inclusive) todo mundo que jogou a Primeira Temporada diz que esse é a melhor experiência legacy de todas já lançadas.

Eu realmente curto o lance dos jogos legacy então fiquei curioso e pode ser que eu ainda venha a tentar uma campanha dele em algum momento. 


Considerado a "melhor experiência legacy" ainda não joguei o Pandemic. Foto BGG.

Lançado em 2013 e com versões revisadas nos anos seguintes, o Viticulture é um dos jogos do Stegmeier mais bem colocados no BGG é outro que todos os amigos já tentaram me fazer jogar mas nunca rolou mesmo tendo versão nacional.

E apesar de já ter jogados outros jogos de vinhos (como o Ora et Labora e o Gran Cru) esse acabou passando e nunca consegui jogá-lo.

O problema do Guerra do Anel é um pouco mais complicado, eu sou apaixonado pelo tema, já li as regras diversas vezes, já tive o jogo inclusive, mas nunca consegui separar quatro horas (com boa vontade) para jogar uma partida de um jogo para duas pessoas.

Mesmo na época da pandemia em que eu fiquei isolado com a família a Sociedade do Anel acabou perdendo para "uma galáxia muito distante" e seu Rebellion na hora de colocar um jogo mais demorado para duas pessoas, mas é um jogo que gostaria muito de jogar um dia.


Guerra do Anel precisa de uma mesa gigante, tempo pra um jogo 2p. Difícil, mas quero. Foto BGG.
 

Mas a grande falha lúdica mesmo é o Gaia Project.

Lançado em 2017 ele tinha pelo menos 3 mesas simultâneas em todos os eventos que eu ia, todos os amigos eram viciados nesse jogo e falavam o quanto eu tinha que jogá-lo por gostar do Terra Mystica.

E foi exatamente esse hype doido que me afastou dele, a galera jogava todo o dia, sabia todas as nuances, qual raça era melhor pra qual tipo de jogador e qual a melhor forma de jogar, essas coisas que só os mais viciados fazem.

 
O difícil desse é sentar numa mesa com quem jogou menos de 200 vezes. Foto BGG.

Eu que tenho péssimas experiências em chegar novato em jogos que geral já é cascudo evitei ao máximo o Gaia Project, mas ainda quero dar uma chance pra ele.

Essa é minha listinha da vergonha, obviamente tem muitos outros jogos que eu ainda não joguei, mas acho que esse apanhado vai nos que eu ainda tenho muita vontade de colocar na mesa.

quinta-feira, 4 de julho de 2024

TOP 5 : Jogos de Trivia


Se tem um tipo de jogo que eu me lembro de jogar desde sempre, são os jogos de perguntas e respostas, desde o Master lá nos anos 80 eles sempre estiveram comigo nas mesas, mas depois do descobrimento dos jogos modernos eles deram uma sumida até que novas formas de usar o nosso conhecimento foram aparecendo.

Eu aqui coloco meu TOP5 de jogos que usam várias formas inteligentes de testar nosso conhecimento seja de forma acertiva ou na base do "chutômetro" tem jogos para todos os gostos e pra quem (assim como eu) curte esse tipo de jogo espero que gostem da listinha.

Não podia começar essa lista sem citar os clássicos Perfil e Master. Com tantas edições e variações esses dois jogos pavimentaram o conhecimento de muitos jogadores, com certeza você já tentou acertar uma personalidade na primeira pista do Perfil ou ficou torcendo pra cair numa categoria que você é craque no Master.

Usando uma fórmula onde você não precisa saber realmente as coisas, o Las Vegas Quiz (baseado no original Wits and Wagers) é um jogo onde você chuta valores para tentar chegar o mais próximo da resposta correta.

E dando uma graça ainda maior você depois de dar seu chute ainda pode apostar numa outra resposta conseguindo assim uns pontinhos caso você esteja certo ou caso você aposte em quem estiver mais próximo do valor da pergunta.


Você tenta chegar o mais próximo da resposta correta.
 
À partir de agora vocês vão notar que todos os próximos jogos são de autores brazucas e são jogos novos que trouxeram elementos dos jogos modernos a paixão deles por jogos de trivia, começando a lista pelo Fora de Ordem dos amigos Leandro Pires e Rodrigo Rego.

Nesse jogo você tem cartas numeradas e precisa colocar nas cinco respostas da pergunta que está na rodada e tentar acertar a ordem ou não ficar tão errado a ponto de levar as bombas para a sua contagem pois quem erra menos é o vencedor.

Outro jogo que dá uma diversificada na forma de descobrir as respostas corretas é o Estranho no Ninho.

Dessa vez autoria só do Rodrigo aqui você tem perguntas com respostas absurdas mas só poucas (geralmente uma ou duas) dentro dessas "absurdezas" não são realmente respostas reais e é aí a grande graça no jogo.


O mais legal é que as respostas absurdas na maioria são reais!

Você precisa ficar colocando suas apostas nas respostas tentando não apostar nas erradas, mas é um jogo de esticar sua sorte ao máximo pois quanto mais ovinhos colocar nas apostas maiores as chances de você levar a rodada (mas também de pegar uma resposta ruim).

Série de jogos do Rodrigo e do Leandro nesse jogo de composição super simples você junta duas brincadeiras em uma, as partidas de quiz com uma pegada de adedanha.

No jogo você tem cartas com um TOP10 de determinada categoria e alternando os jogadores é preciso dizer algo que faça parte desse TOP10, mas caso algum jogador duvide ele desafia e se tiver correto leva a cartinha da rodada, mas caso perca o desafio a rodada continua até que alguém sobre ou alguém desafie e vença.


Você tem um TOP10 mas o povo vai chutando até alguém desconfiar.

Contando hoje já com 5 caixinhas de diversos temas pra mim o É TOP!? consegue ser divertido, inteligente e prático, todo mundo consegue jogar e ele rende partidas muito boas.

Essa é minha listinha, vale mencionar aqui que o Rodrigo ainda tem o Passaporte Mundo e o Nem a Pato, o cara é uma máquina de bons jogos de quiz e acho que o grande mérito dele e do Leandro é conseguirem pensar em soluções modernas para esses tipos de jogos que estão aí no mercado há décadas, agradam por atenderem grupos mais descontraídos e precisam acompanhar a evolução dos jogos para não ficarem pra trás.


Eu sou fã mesmo (aqui ainda não tava com o Nem a Pato que eu já peguei).