quinta-feira, 2 de maio de 2024

Sleeping Gods


Seu navio Manticora e sua tripulação são pegos em uma tempestade sem precedentes, quando ela passa vocês se encontram em águas desconhecidas onde descobrem que para voltar para casa precisam encontrar totens que despertarão os deuses adormecidos.

Essa é a premissa de Sleeping Gods, um jogo cooperativo de campanha que dura entre 15 e 20 horas mas que pode parar a qualquer momento para ser reiniciado mais tarde.

O jogo traz um primeiro manual que traz como se fosse um prelúdio onde somos apresentados as mecânicas de desafios e combate e recebemos nossas primeiras palavras chave e também mais um personagem jogável, à partir daí vamos ao manual grande para aprender as minúcias das regras.


Estamos à bordo do Manticora tentando voltar pra casa.

A tripulação do Manticora é formada por 8 tripulantes (que são os personagens jogáveis) que serão distribuídos entre os jogadores da campanha, além deles temos a Capitã Sofi Odessa que vai ser utilizada por todos como uma espécie de personagem coringa.

No setup inicial formaremos um deck com 18 cartas de evento, seis fáceis, seis médias e seis difíceis que servem como um contador para a campanha, esse deck será passado 3 vezes totalizando 54 turnos para que um dos finais da campanha seja acionado.

Em cada turno o jogador da vez tem o controle da Capitã Odessa e dos seus tripulantes, você deve fazer uma ação de navio, seguido por abrir uma carta de evento e resolvê-la e finalmente duas ações entre viajar, explorar, ir ao mercado e/ou ao porto.


Você vai explorar mares desconhecidos tentado conseguir os totens.

No navio é onde conseguimos cartas de habilidade e também as fichas de comando que são necessárias para realizar ações de cartas e também as habilidades especiais dos tripulantes, no navio também temos espaços que darão moedas e recursos além de formas de descansar os tripulantes fatigados.

As cartas de eventos vem com desafios a serem cumpridos ou então coisas interessantes que podemos conseguir para a nossa aventura e vão se tornando cada vez mais difíceis conforme a campanha vai se desenrolado, então os tripulantes precisam ir melhorando suas habilidades para ficarem preparados.

A grande graça do Sleeping Gods está nas viagens e explorações, a cada espaço explorado do mapa vamos até o livro de aventuras que são uma espécie de "escolha seu caminho" onde temos alguma situação e precisamos escolher a melhor forma de lidar com ela, conforme somos bem sucedidos podemos ir ganhando palavras chave que vão liberar outras entradas do livro pra assim conseguirmos pontos de experiência e também os preciosos totens.


Cada tripulante tem atributos e habilidades para ajudar na aventura.

Mas o que seria um jogo de aventura sem um bom combate? Aqui nos temos um sistema de combate interessante, são 4 cubos para a rodada dos jogadores, vamos escolher um dos tripulantes que usa a sua precisão para tentar acertar o adversário, uma vez que você acerte vai preenchendo os campos de dano do seu adversário até que ele seja derrotado.

Os adversários sempre contra-atacam, então tentar matá-los logo ou reduzirmos a quantidade de dano que eles vão nos infringir é vital para que o seu personagem não caia e fique indisponível até que seja curado.

Como disse anteriormente, a campanha dura em média de 15 a 20 horas rodando pelos seus 54 turnos, existem formas dela terminar antes com os jogadores perdendo devido a todos zerarem seus pontos de vida ou o Manticora tomar todo o dando, mas numa partida mais tranquila dele você deve conseguir terminar com alguns totens e dependendo da quantidade vai receber uma pontuação pelo seu desempenho.


Você vai conseguindo cartas que te ajudam durante o jogo.

Nós começamos a campanha aqui em casa e jogamos durante umas duas horas e pouco (o que deu 4 turnos) e depois disso você pode "salvar" o jogo anotando os avanços e conquistas para depois continuar a aventura.

Sleeping Gods é o tipo de jogo pra quem curte livros-jogo e RPG, tem mais essa pegada do que a de um jogo de tabuleiro convencional. Eu particularmente sou fã dos jogos do Ryan Laukat e esse atendeu legal as minhas expectativas, estou curioso com o que a aventura vai me apresentar de desafios (e já estou de olho na expansão que adiciona masmorras ao jogo). 


O sistema de combate é bacana depois que você entende como funciona legal.
 

quarta-feira, 24 de abril de 2024

Persona Non Grata


Lançado recentemente no mercado Persona Non Grata é um jogo de cartas onde precisamos conseguir cartinhas dos seis naipes disponíveis mas que só pontuarão caso você tenha conseguido um ativador em uma das três rodadas do jogo.

Inicialmente vamos separar os naipes com as cartas de ativação que serão disputadas pelos jogadores além de chaves que resolvem desempates e também darão pontos ao final da partida, então cada jogador recebe cinco cartas de ações e seis cartas de jogo.

Os turnos serão simultâneos, em cada um deles os jogadores escolhem uma das suas cartas de ação e uma das cartas de jogo da sua mão, não sendo a carta de "encriptar" que deixa ela escondida até a resolução da rodada as cartas são todas abertas.


Você usa cartas com ações e cartas de jogo de seis naipes diferentes.

As ações são tranquilas você pode manter a carta para você, mandar uma carta para o jogador da direita ou para o jogador da esquerda além da já citada que protege uma carta.

Ao final do turno as cartas de jogo que sobram são passadas para o jogador ao lado (esquerdo ou direito dependendo da orientação da rodada) e depois de jogarmos as cinco cartas de ação a carta de jogo que sobra é descartada e passamos para a fase de resolução onde cada naipe é contabilizado, o jogador com o maior valor ganha o turno e pega a carta de ativação da rodada, o segundo colocado pega a chave e além disso esses dois vencedores podem pegar cartas daquele naipe de outros jogadores para guardar na sua pontuação. 


Cada naipe vai disputar durante três rodadas as cartas ativadoras.

A grande sacadinha é que além dos ativadores das rodadas existem outros ativadores entre as cartas do jogo que fazem que mesmo que você não consiga estar sempre nas disputas consegue pegar os ativadores de outras formas para a pontuação de final de jogo.

Depois dos três turnos os jogadores pegam todas as cartas que ganharam separando por naipes junto com as cartas que ficaram na sua frente e então usamos os ativadores, se você conseguir queimar um ativador aquele naipe pontua para você, quem tiver o maior somatório ao final é o vencedor.

Persona Non Grata é um jogo do grande Sergio Halaban que traz essa pegadinha de set-colection mas também uma boa dose de leitura dos amiguinhos para ver a cor que eles estão mais interessados e não passar cartas boas (ou ativadores) para eles, eu já tinha jogado durante a GenCon BR em 2020 e fiquei muito feliz dele finalmente ter saído no mercado.


Para cada naipe que você conseguir um ativador, você soma as cartas conseguidas.
 

quarta-feira, 17 de abril de 2024

Harmonies


Em Harmonies os jogadores competem para conseguir montar padrões com as pecinhas que representam construções, árvores, água, campos e montanhas e sempre que algum padrão representado nas cartas é feito você pode colocar um dos diversos animais no seu tabuleiro para pontuar.

Para isso no início da partida cada jogador recebe um tabuleiro pessoal com espaços onde serão colocados as peças, no centro da mesa fica uma linha onde temos 5 cartas de animais para serem compradas e também o mercado de peças com 5 espaços e que tem sempre 3 peças disponíveis para compra.

Na sua vez o jogador escolhe um dos espaços e compra as três pecinhas para colocar no seu tabuleiro pessoal, essa é a sua jogada obrigatória, depois disso ele tem a opção de comprar uma das cartas de animal disponível e/ou colocar no seu tabuleiro os cubinhos de animais caso ele tenha formado algum(s) padrão(ões).


No mercado de peças você compra as pecinhas que irão para o seu tabuleiro para formar padrões.

Cada carta de animal vem com um desenho a ser formado com as peças e uma quantidade de cubos de animais, você só tem 4 espaços de cartas então uma vez que você escolhe uma carta ela fica lá no seu tabuleiro pessoal até que você zere os animais dela e então abra um novo espaço para cartas.

A sacadinha do Harmonies é justamente tentar otimizar a colocação dos animais, se você tiver uma boa visão espacial consegue pegar cartas ou colocar peças de forma a colocar vários cubos de uma vez só e assim maximizar a sua jogada.


As cartas de dizem como arrumar as peças para que você possa colocar os cubos.

Mas você precisa também ficar ligado que a colocação das peças por si só é importante, pois para a pontuação de final de jogo caso você não consiga ter colocado muitos dos cubos no tabuleiro uma boa arrumação de peças pode te colocar ainda na briga.

Quando um jogador tiver apenas dois espaços no seu tabuleiro ou não houverem mais peças para repor o mercado é disparado o final da partida e os pontos serão dados pelas cartas de animais e pela colocação das peças no tabuleiro, quem tiver a maior pontuação é o vencedor.

Harmonies é um jogo de levinho com cara de quebra-cabeças pra jogar rapidinho, eu sou fã de jogos assim e esse pega elementos de vários outros jogos e consegue fazer uma saladinha muito bem arrumada além de ter uma arte lindíssima e produção caprichada.


Conforme o jogo avança seu tabuleiro vai ficando bem bonitão com as peças.
 

quinta-feira, 11 de abril de 2024

Pax Pamir


Em Pax Pamir os jogadores serão líderes de tribos que durante o sécuo XIX tentaram forjar um novo estado, mas as influências externas vão influenciar e muito nessa tomada de poder.

O mapa de Pax Pamir representa uma área de 6 territórios em disputa, cada jogador representa uma tribo e tem tendência a apoiar um dos três poderes do jogo (os Britânicos, os Afegãos e os Russos) além disso temos uma área onde ficam expostas 12 cartas que serão compradas pelos jogadores durante a partida.

O jogo tem uma duração indeterminada, podendo acabar inclusive muito rápido, temos dois gatilhos de final de jogo, ao final do quarto evento de verificação de domínio ou se em qualquer uma das três verificações anteriores um dos jogadores tiver 4 pontos de vantagem para o segundo colocado.


No mercado as cartas que vão pra sua mão e posteriormente pra sua corte.

Então a parada do jogo é muita marcação, mas esse é um conceito complicado, uma vez que jogamos afiliados aos poderes principais, ocorre com bastante frequência mais de um jogador estar com a mesma afiliação, mas não vou me adiantar aqui, vamos falar um pouco de como funciona a partida.

Cada jogador tem um pequeno tabuleiro com 11 marcadores que podem tanto servir como tribos que vão para o tabuleiro como espiões que vão para as cartas dispostas na corte dos jogadores (inclusive suas).

No seu turno o jogador pode realizar até duas ações básicas que são comprar cartas do mercado e levar para sua mão, baixar cartas da sua mão para sua corte e/ou usar ações das cartas da corte.


Você precisa ficar muito ligado, se alguma nação se destaca ou você tá junto ou precisa prejudicá-la.

Ao baixar cartas, geralmente você ganha algum beneficio de colocação de peças ou receber grana, também existem 4 naipes no jogo que vão indicar quais cartas te darão ação bônus para além das duas ações que você teria direito no turno.

Mas a parada aqui são os controles territoriais pelos três poderes do jogo, sempre que uma carta de verificação de domínio é comprada (ou sai do mercado) é feita essa verificação, se algum dos três poderes tiver quatro ou mais peças de diferença para os outros dois o(s) jogador(es) partidário daquela nação ganha pontos pela sua influência caso não haja essa diferença os jogadores ganham pontos pelos marcadores que estão fora do seu tabuleiro pessoal.


Seus marcadores lhe darão pontos quando as verificações não forem bem sucedidas.

Aí volto a questão da observação do jogo, você tem que estar sempre muito ligador em como está a disputa de poder, pois se você estiver partidário de alguma nação que vai mal você precisa fazer com que as outras não pontuem ou então tentar mudar de partido para ganhar os pontinhos e nunca se desligar de quem está na frente, pois como já disse se em alguma dessas verificações o jogador mais à frente abrir 4 pontos de vantagem o jogo acaba na hora.

Eu achei Pax Pamir um jogo brilhante (já sai como sério candidato a melhor do ano), é um jogo que você não pode ficar prestando atenção em outras coisas, quem tiver focado e ler melhor a mesa vai levar a partida, além disso ele tem uma produção super funcional. sem excessos mas extremamente linda, apaixonei legal.

sexta-feira, 5 de abril de 2024

Splito


Em Splito os jogadores usam cartas numeradas de seis diferentes naipes para cumprir objetivos que os favoreçam mas tentando prestar atenção no que o os outros estão fazendo para que no final a sua pontuação seja maior do que a dos seus adversários.

Como disse acima o baralho tem seis naipes cada um contendo cartas que vão de 1 até 6, além dessas cartas temos os objetivos que são geralmente de maioria de cor ou número, presença de determinado naipe e assim vai.


Você escolhe uma carta, baixa e tenta fazer as pontuações dela.

Selecionamos dois objetivos comuns a todos e são distribuídas 13 cartas para cada jogador, agora vem a grande graça do Splito, os jogadores dividem duas áreas de jogo entre si (com o jogador da direita e o da esquerda) e é nessas áreas que você vai baixar as cartas para pontuar.

A rodada funciona da seguinte forma, todos os jogadores baixam secretamente uma carta e colocam em uma das duas zonas de jogo que você pode usar, depois são abertas as cartas e então todos os jogadores passam as cartas da mão para o jogador à esquerda.


Você divide uma zona de jogo com outro amiguinho que te ajuda a cumprir os objetivos.

Assim jogamos até que todas as cartas tenham ido para a mesa e ao final vemos qual zona leva os objetivos do centro da mesa e então vamos pontuar cada zona separadamente dando os pontos dela para os dois jogadores que a compartilham, então cada jogador multiplica suas duas zonas e quem tiver a maior pontuação é o vencedor.

Splito é um jogo de cartas de regras simples mas muito gostoso de jogar, rapidinho você vai querer jogar mais de uma vez com certeza.

quinta-feira, 21 de março de 2024

Dissecando : Star Wars Unlimited


E chega ao Brasil o mais novo TCG do mercado, Star Wars Unlimited traz para a mesa alguns elementos que são praticamente fórmula de sucesso : uma franquia de destaque e um jogo colecionável de ambiente competitivo.

Criação do estreante Daniel Schaefer no jogo temos como objetivo principal derrotar a base inimiga, para isso contamos com unidades terrestres e aéreas além de termos um líder que pode ser tanto ligado ao heroísmo quanto a vilania e junto com a base são responsáveis pelo aspecto do seu deck.

Existem 6 aspectos no jogo (nessa primeira coleção) e você geralmente usa 3 para montar seu deck utilizando 50 cartas (além do líder e da base) distribuídas nas unidades de ataque, eventos e upgrades.


Você tem uma mão de cartas com unidades, eventos e upgrades.

A partida de Star Wars Unlimited é realizada em turnos sucessivos onde os jogadores se revezam realizando ações na intenção de derrubar a base adversária, você pode no seu turno baixar cartas, atacar com alguma unidade, usar uma habilidade, pegar a iniciativa ou passar.

Uma das coisas que eu gostei bem do jogo foi o gerenciamento de recursos dele, ao iniciar a partida você compra 6 cartas, duas delas você vai escolher para transformar em recursos e ao final de cada rodada (quando ambos os jogadores passarem) você compra mais duas e uma delas você pode transformar em mais um recurso garantindo que sempre possa aumentar o jeito de baixar novas cartas.

Outro aspecto bacana é o líder, ele é um personagem bem importante do seu deck usando um poder enquanto ele não está ativo e assim que o jogador conseguir uma quantidade de recursos ele pode ir para o campo para ajudar a derrotar a causar danos ao adversário e mesmo que ele seja eliminado ele continua ajudando com o poder que ele tinha anteriormente.


Seu deck é baseado em um líder a uma base que precisa ser protegida.

Mas o que é um bom jogo de TCG sem a porradinha entre os jogadores? Aqui temos dois campos de batalha distintos, as unidades terrestres que podem se atacar entre si e as unidades aéreas que também ficam lá se atacando e a menos que tenha algum poderzinho específico uma não interfere na outra, mas ambas podem atacar diretamente a base.

A partida é essa corridinha para conseguir baixar unidades e tentar detonar a base inimiga primeiro, são partidas dinâmicas e como boa parte dos TCG's montar o deck mais efetivo é o grande barato e onde os jogadores se divertem mais testando formas de surpreender os amiguinhos.

Contando com 252 cartas a Spark of Rebellion é a primeira dos três sets prometidos para 2024 pela Fantasy Flight, a Galápagos optou por trazer o jogo em inglês e não tem intenção de localizar para o português, ao mesmo tempo que evita às indefectíveis zoações em relação a tradução acho que dá uma limitada no alcance, embora os jogadores de TCG já estejam acostumados com isso.


Cada campo de batalha interage entre si de forma paralela.

As artes são todas originais e trazem além dos personagens clássicos dos filmes e séries também abrem o enorme leque que uma das franquias mais conhecidas do mundo tem e isso traz um potencial enorme para futuras expansões que podem se utilizar de uma gama absurda de referências.

Star Wars Unlimited é uma aposta bastante interessante para o formato TCG, ambas as editoras tem o sabre de luz e o queijo na mão para um produto duradouro, só precisam realmente fazer com que o cenário competitivo cresça e compre a ideia e principalmente seja municiado com eventos e torneios para que o jogo seja o sucesso que esperamos.

E para quem já está curtindo as partidas como eu, a Max Jogos já tem playmats em neoprene de 2mm tanto para um jogador quanto para dupla e com o cupom MAXJOGOS10 você tem desconto, clique no banner abaixo e garanta o seu.


O jogo tem potencial e público, basta as editoras colaborarem.
 

terça-feira, 19 de março de 2024

Pueblo


Em Pueblo os jogadores irão construir suas peças para o seu povoado, mas como humildade é uma virtude quanto menos peças da sua cor forem vistas durante e ao final da construção, melhor será sua avaliação frente aos chefes.

Inicialmente os jogadores terão peças para serem colocadas na construção, são separadas pares onde existem uma peça da cor do jogador e outra branca, no seu turno o jogador deve colocar uma peça do par no povoado e então andar com o grande condor do chefe para ver como está a obra.


Os "kits" de peças garantem que você não gaste primeiro as suas e depois tente cubrí-las.

Esse é o grande barato do jogo, ao andar com o condor ele vai olhar de frente para a obra e vai pontuar a cor que ele conseguir enxergar e quanto mais alto no povoado, mais pontos você recebe, o que é uma coisa ruim.

O condor também ao chegar as quatro quinas do tabuleiro faz uma visão por cima da construção também dando pontos a todos os quadradinhos coloridos que ele enxergar no quadrante de onde a quina faz parte.


O condor fica vigiando o jogador vaidoso que quer que suas peças apareçam mais.

O jogo segue até que todos os jogadores gastem todas as suas peças então acontece um grande passeio do condor, que vai passar por todos os espaços do tabuleiro (é a parte mais burocrática do jogo) e quem tiver menos pontos é o jogador menos vaidoso e será o vencedor.

Essa nova versão está bem linda, além do jogo base ele também apresenta duas variantes (a dos jardins e a dos potes de ordem de jogo) que dão uma diferenciada, Pueblo é um grande jogo de visão espacial e esteve fora de circulação por muito tempo e é legal vê-lo de volta às prateleiras.